terça-feira, 24 de maio de 2016

CONFERÊNCIA DA ONU DEBATE PROTEÇÃO DOS OCEANOS E QUALIDADE DO AR

NAIRÓBI (QUÊNIA) - Macacos caminham livremente em fila indiana no amplo gramado onde um elefante de ferro em tamanho natural surpreende o visitante que chega ao complexo da ONU em Nairóbi, no Quênia, para a Segunda Assembleia Ambiental das Nações Unidas (Unea), considerado o mais poderoso fórum global de decisões sobre temas ambientais.
Na ONU em Nairóbi, Quênia, onde acontece nesta semana a conferência ambiental global UNEA-2.
Mais de mil delegados de 190 países, entre governos, empresários e ONGs, chegaram ao complexo da ONU em Gigiri para decidir, até o fim da semana, sobre 20 resoluções que abrangem de padrões de qualidade do ar ao combate ao tráfico ilegal de vida silvestre, a proteção dos ecossistemas dos desertos, passando pelo 1,3 bilhão de toneladas de alimentos desperdiçadas todos os anos enquanto há 800 milhões de pessoas com fome no mundo.
“O momento de agir é agora”, recomendou Achim Steiner, há 10 anos à frente do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, o Pnuma, que organiza a Unea-2, a segunda edição da conferência.
Os temas em debate neste ano estão emoldurados pela dimensão ambiental da chamada Agenda 2030, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a relação entre a saúde do ambiente e a saúde humana. A crise dos refugiados é um dos tópicos. No gramado em frente ao complexo da ONU em Nairóbi, uma grande escultura de um polvo e outra, de uma baleia azul, ambas feitas de restos de sandálias de plástico, indicam que a proteção dos oceanos será outro tema central da reunião.
“Temos que tratar da eliminação da extrema pobreza em todo o mundo até 2030”, lembrou o presidente da Unea-2, Edgar Gutierrez-Espeleta, na abertura da conferência.
Fonte: Valor Econômico/Daniela Chiaretti
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