quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O elo que faltava para à ilha artificial no pré-sal.

O elo que faltava para prover a ilha artificial (HUB), comentando o artigo publicado na Revista Petrobras por: Erardo Gomes Baborsa.
“Petrobrás planeja ilha artificial para apoiar exploração do pré-sal”
“Modelo inédito seria solução logística para transporte de pessoas e cargas para poços de petróleo no oceano” Por: Nicola Pamplona, O estadao de S.Paulo - 27 Junho 2009”.
Caros profissionais de minha rede de Linkedin e Watszap, a partir da leitura do artigo acima, inicialmente na “revista Petrobras” e posteriormente publicado no “estadão”, e após ler á notícia do ”Triste fim” que teve  o antigo casco do NAE (navio aeródromo), Minas Gerais, conforme os links abaixo.
Fiquei estarrecido com o que considero um enorme desperdício. No link acima do dia 27 de julho de 2009, o “ex-gerente executivo de logística de exploração e produção da Petrobrás, Erardo Gomes Barbosa”, já se preocupava com as enormes distâncias na busca do chamado “bilhete premiado” a descoberta do presal brasileiro e, como faríamos para explorar de forma economicamente sustentável esta fabulosa descoberta.
Para os que não são da área do petróleo, ou são muito jovens ainda, saber que: eu já havia lido dois artigos publicados em periódicos acadêmicos. Um do Finado, professor da UFRJ Giuseppe Bacocolli, com quem tive a honra de estudar em um curso de extensão, e outro do meu professor, Renato Lopes da Silveira, hoje ainda, geofísico da ANP. Em ambos os artigos eles, ainda na década de 80, já defendiam a possiblidade da existência de uma “possível jazida” mais profunda. Para resumir o assunto. 
Meus Professores, tiveram a informação de uma acumulação, encontrada na Bacia sedimentar de Campos onde, não se havia encontrado a rocha geradora ou folhelhos, então  ambos sugeriram em seus artigos que: o petróleo armazenado na acumulação, só poderia ter uma origem mais à abaixo?
À época, sem recursos tecnologias para custear uma pesquisa deste porte, apenas escreveram sobre o assunto. E eu tive acesso a estes artigos quando cursava “Gestão para Petróleo e Gás Natural” na UNES, entre 2004 e 2008. Lembro-me que, eu conversei com meu professor Renato Silveira, sobre seu artigo.
Com a notícia de descomissionamento do NAE São Paulo, Pela Marinha de Guerra do Brasil em fevereiro de 2017, onde tive a honra de servir entre os anos de 1979 a 1987. Eu fiquei preocupado com o possível destino final da Unidade...
Tripulação: 1 030 homens    -   Podendo ser: Reduzida e dividida entre: Operadores e pesquisadores Civis, ( Militares,Marinha e Aeronáutica), funcionários da ANP, Amazônia Azul: Petroleiros, contratados, de hotelaria, mecânicos de Helicópteros, almoxarifes de peças e gêneros, combustíveis (Óleo diesel, QAV, água potável) ) etc.
Aeronaves: pode transportar até 40 aeronaves de asa fixa e helicópteros.                     
Observação: A tripulação do navio é de 1 030 homens, mais 670 homens da ala aérea. Os 670 homes poderiam ser os permanentes á bordo e os 1030 ou menos em trânsito ou em tratamento (no hospital), ou da brigada de emergência ou contingência ou (....), o que as empresas decidirem, paradas programadas, reparos ou inspeções.
Grupo Aéreo Embarcado                          
Grupo Aéreo Embarcado do São Paulo pode ser composto por uma combinação diferente de aeronaves de acordo com a missão. Um grupo típico poderia ser formado por 10 a 16 aeronaves de ataque A-4 Skyhawk (AF-1), 4 a 6 SH-3A/B (ASH-3D/H) Sea King anti-submarino e 2 UH-13 Esquilo de emprego geral e/ou 3 UH-14 Super Puma. Na prática, nas operações realizadas pela Marinha do Brasil, o número é bem mais reduzido por problemas na disponibilidade dos AF-1 e pelo tempo de uso dos Sea King. .O São Paulo é o maior navio de guerra do hemisfério sul, com 265 m de comprimento e 33 mil toneladas de deslocamento à plena carga..
Eu tive esta ideia. E o quê fiz com ela?
Em 22 de fevereiro de 2017, com a notícia de desativação do: porta aviões São Paulo pela Marinha, eu enviei via e-mail, esta proposta de aproveitamento do casco do NAE São Paulo, com anexos e explicações para a diretoria da Petrobras. Persistir no dia 30 de dezembro de 2017, após assistir a propaganda da Petrobras no “Caldeirão do Hook” na “TV Globo”. Questionei: Se o valor da propaganda? Que de perci, não tenho nada contra! Porém, acredito que uma empresa dita pelo seu presidente! ”Com problemas de Caixa” no meu entender: não deveria gastar dinheiro com propaganda neste momento.  Desta vez, mui educadamente, recebi uma linda resposta da drª. Diretora de E&P. Fiquei lisonjeado pelo e-mail que recebi como resposta. Porém, ainda discordo do fato de não atentarem para o fator segurança dos trabalhadores, e da economia que resultaria de um empreendimento deste porte, da disponibilidade do possível hospital de campanha existente a bordo da unidade, e do reaproveitamento de um casco robusto, que fatalmente terá o mesmo fim do A-11 ou até pior.
De fato; as viagens fincariam: (mais baratas e menos cansativas para os trabalhadores), de ter disponibilidade para fiscalização (ANP), Controle do Trafego marítimo (Capitania), patrulhamento da Amazônia Azul (Marinha e Aeronáutica), ampliação do SINDACTA, Serviço de meteoromarinha (previsão do tempo), Alarme de invasão antecipada ou de pirataria marítima, patrulhamento de superfície e aéreo (estações de radares existentes), ampliação do salvamar e salvaério, ré abastecimento de: Helicópteros, aviões, rebocadores, possibilidade de movimentação antecipada de pessoal e gêneros alimentícios, diminuição dos riscos de acidentes com helicópteros ou, velocidade de atendimento à: panes ou acidentados no mar e nas plataformas, suporte médico e odontológico (hospital de campanha existente).
Um grade aliado para o transporte para do presal, poderia ser os Helicópteros Osprey da Boing? Pelo fato de: poder voar vertical e horizontal, possuir um alcance razoável e velocidade alta.  Porem, nossos colegas brasileiros, não costuma aceitar ideias de pessoas que não tem fama, dinheiro ou não é seu amigo próximo.
https://www.youtube.com/watch?v=A41ZBow1mbg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bell_Boeing_V-22_Osprey
Vê-se um bom exemplo disso, caso do “departamento de patentes”, que, na reportagem, mostra um prazo de até 10 anos para ser aceita uma nova patente, quando acontece. Coisa de brasileiros.... Infelizmente. Aqui no Brasil o “Não” sempre vem antes do “tal vez”?
Decidi tornar público estas ideias, por que recebi um educado e glamoroso “não,” como resposta. Descobrir em seis anos de trabalho na Petrobras que: Os três R’s: Reutilizar, Reciclar, Reduzir só é empregado na CIA quando se trata de lixo ou sucata! Não servindo para projetos e ou unidades. Coisa de brasileiro mesmo: o governo quer que se trabalhe até os 75 anos e os contratadores dos RH’s e a fins, acham você é velho para um estágio se você já tiver mais de 50 anos! Mesmo que seja em uma área distinta de suas antigas funções. Não importa, no Brasil, passou de 50 anos... fica muito difícil conseguir uma nova vaga de emprego.
Este singelo artigo, não tem o objetivo de reclamar de nada. Apenas prover informação e exemplificar o meu descontentamento com o desperdício eminente (casco do porta aviões), e atentar para os riscos de um possível acidente com helicópteros (probabilidade e estatística), na área do pré-sal.
É longe (autonomia de voo), a água é fria (hipotermia), o tempo é crucial para uma emergência (cardíaca, neurológica, queimaduras, ou amputações), o patrulhamento (com os almirantes insistindo em submarinos que não temos e verbas que não dispomos para construi-los), sem local para pouso de emergência ou reparo de helicópteros com: tempo limitado de voo e sem local para reabastecimento, falta de estratégia de aeronaves na área para emergências de buscas e salvamento, falta de local para as autoridades militares atuarem (fiscalização e segurança da nação), desperdício dos sistemas de rádios e radares militares instalado [sistemas do porta aviões (ampliação do alcance e cobertura existente)[, não atentar para a possibilidade de ampliação da defesa da nação, somando tudo isso, apenas resulta na minha singela opinião em: desperdício do erário publico, egoísmo, falta de visão ampla, disputa desnecessárias dos espaços profissionais, falta de cooperação e integração interna dos órgãos governamentais e privados, antipatriotíssimo.  Para dizer o mínimo.
Este artigo não traz números, por não ser possível. Os valores das despesas atuais pertencem á Petrobras, sendo confidenciais. Para ter acesso, só se fosse de interesse da empresa fornecer (mesmo com a LAI).
Como este artigo não tem a pretensão de calcular o quanto seria a redução nas despesas ou o ganho da nação com uma unidade avançada de segurança. Deixo para aqueles que se interessa por valores estimar.
E para aqueles questionadores assim como eu pergunto? Quanto vale a vida de um trabalhador? Ou um helicóptero S-92 com 18 passageiros em pane? Ou ao invés de você enviar vários rebocadores com diesel para reabastecer os que estão de serviço na área, envia-se um navio tanque quinzenalmente, com QAV e Diesel para transbordar com o “Porta Aviões”?
Mesmo não tendo os números, acredito que encontrarão valores muito significativos. Sem falar no fato de, uma patente mundialmente “inédita”? Leiam o artigo abaixo e você saberá de um porta aviões americano sendo vendido por U$ 0,01.
Um abraço, saúde e paz em 2018.
Abimael Gomes Pereira autor
Em 17 de janeiro de 2018.

O elo que faltava para à ilha artificial no pré-sal.

O elo que faltava para prover a ilha artificial (HUB), comentando o artigo publicado na Revista Petrobras por: Erardo Gomes Baborsa.
“Petrobrás planeja ilha artificial para apoiar exploração do pré-sal”
“Modelo inédito seria solução logística para transporte de pessoas e cargas para poços de petróleo no oceano” Por: Nicola Pamplona, O estadao de S.Paulo - 27 Junho 2009”.
Caros profissionais de minha rede de Linkedin e Watszap, a partir da leitura do artigo acima, inicialmente na “revista Petrobras” e posteriormente publicado no “estadão”, e após ler á notícia do ”Triste fim” que teve  o antigo casco do NAE (navio aeródromo), Minas Gerais, conforme os links abaixo.
Fiquei estarrecido com o que considero um enorme desperdício. No link acima do dia 27 de julho de 2009, o “ex-gerente executivo de logística de exploração e produção da Petrobrás, Erardo Gomes Barbosa”, já se preocupava com as enormes distâncias na busca do chamado “bilhete premiado” a descoberta do presal brasileiro e, como faríamos para explorar de forma economicamente sustentável esta fabulosa descoberta.
Para os que não são da área do petróleo, ou são muito jovens ainda, saber que: eu já havia lido dois artigos publicados em periódicos acadêmicos. Um do Finado, professor da UFRJ Giuseppe Bacocolli, com quem tive a honra de estudar em um curso de extensão, e outro do meu professor, Renato Lopes da Silveira, hoje ainda, geofísico da ANP. Em ambos os artigos eles, ainda na década de 80, já defendiam a possiblidade da existência de uma “possível jazida” mais profunda. Para resumir o assunto. 
Meus Professores, tiveram a informação de uma acumulação, encontrada na Bacia sedimentar de Campos onde, não se havia encontrado a rocha geradora ou folhelhos, então  ambos sugeriram em seus artigos que: o petróleo armazenado na acumulação, só poderia ter uma origem mais à abaixo?
À época, sem recursos tecnologias para custear uma pesquisa deste porte, apenas escreveram sobre o assunto. E eu tive acesso a estes artigos quando cursava “Gestão para Petróleo e Gás Natural” na UNES, entre 2004 e 2008. Lembro-me que, eu conversei com meu professor Renato Silveira, sobre seu artigo.
Com a notícia de descomissionamento do NAE São Paulo, Pela Marinha de Guerra do Brasil em fevereiro de 2017, onde tive a honra de servir entre os anos de 1979 a 1987. Eu fiquei preocupado com o possível destino final da Unidade...
Tripulação: 1 030 homens    -   Podendo ser: Reduzida e dividida entre: Operadores e pesquisadores Civis, ( Militares,Marinha e Aeronáutica), funcionários da ANP, Amazônia Azul: Petroleiros, contratados, de hotelaria, mecânicos de Helicópteros, almoxarifes de peças e gêneros, combustíveis (Óleo diesel, QAV, água potável) ) etc.
Aeronaves: pode transportar até 40 aeronaves de asa fixa e helicópteros.                     
Observação: A tripulação do navio é de 1 030 homens, mais 670 homens da ala aérea. Os 670 homes poderiam ser os permanentes á bordo e os 1030 ou menos em trânsito ou em tratamento (no hospital), ou da brigada de emergência ou contingência ou (....), o que as empresas decidirem, paradas programadas, reparos ou inspeções.
Grupo Aéreo Embarcado                          
Grupo Aéreo Embarcado do São Paulo pode ser composto por uma combinação diferente de aeronaves de acordo com a missão. Um grupo típico poderia ser formado por 10 a 16 aeronaves de ataque A-4 Skyhawk (AF-1), 4 a 6 SH-3A/B (ASH-3D/H) Sea King anti-submarino e 2 UH-13 Esquilo de emprego geral e/ou 3 UH-14 Super Puma. Na prática, nas operações realizadas pela Marinha do Brasil, o número é bem mais reduzido por problemas na disponibilidade dos AF-1 e pelo tempo de uso dos Sea King. .O São Paulo é o maior navio de guerra do hemisfério sul, com 265 m de comprimento e 33 mil toneladas de deslocamento à plena carga..
Eu tive esta ideia. E o quê fiz com ela?
Em 22 de fevereiro de 2017, com a notícia de desativação do: porta aviões São Paulo pela Marinha, eu enviei via e-mail, esta proposta de aproveitamento do casco do NAE São Paulo, com anexos e explicações para a diretoria da Petrobras. Persistir no dia 30 de dezembro de 2017, após assistir a propaganda da Petrobras no “Caldeirão do Hook” na “TV Globo”. Questionei: Se o valor da propaganda? Que de perci, não tenho nada contra! Porém, acredito que uma empresa dita pelo seu presidente! ”Com problemas de Caixa” no meu entender: não deveria gastar dinheiro com propaganda neste momento.  Desta vez, mui educadamente, recebi uma linda resposta da drª. Diretora de E&P. Fiquei lisonjeado pelo e-mail que recebi como resposta. Porém, ainda discordo do fato de não atentarem para o fator segurança dos trabalhadores, e da economia que resultaria de um empreendimento deste porte, da disponibilidade do possível hospital de campanha existente a bordo da unidade, e do reaproveitamento de um casco robusto, que fatalmente terá o mesmo fim do A-11 ou até pior.
De fato; as viagens fincariam: (mais baratas e menos cansativas para os trabalhadores), de ter disponibilidade para fiscalização (ANP), Controle do Trafego marítimo (Capitania), patrulhamento da Amazônia Azul (Marinha e Aeronáutica), ampliação do SINDACTA, Serviço de meteoromarinha (previsão do tempo), Alarme de invasão antecipada ou de pirataria marítima, patrulhamento de superfície e aéreo (estações de radares existentes), ampliação do salvamar e salvaério, ré abastecimento de: Helicópteros, aviões, rebocadores, possibilidade de movimentação antecipada de pessoal e gêneros alimentícios, diminuição dos riscos de acidentes com helicópteros ou, velocidade de atendimento à: panes ou acidentados no mar e nas plataformas, suporte médico e odontológico (hospital de campanha existente).
Um grade aliado para o transporte para do presal, poderia ser os Helicópteros Osprey da Boing? Pelo fato de: poder voar vertical e horizontal, possuir um alcance razoável e velocidade alta.  Porem, nossos colegas brasileiros, não costuma aceitar ideias de pessoas que não tem fama, dinheiro ou não é seu amigo próximo.
https://www.youtube.com/watch?v=A41ZBow1mbg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bell_Boeing_V-22_Osprey
Vê-se um bom exemplo disso, caso do “departamento de patentes”, que, na reportagem, mostra um prazo de até 10 anos para ser aceita uma nova patente, quando acontece. Coisa de brasileiros.... Infelizmente. Aqui no Brasil o “Não” sempre vem antes do “tal vez”?
Decidi tornar público estas ideias, por que recebi um educado e glamoroso “não,” como resposta. Descobrir em seis anos de trabalho na Petrobras que: Os três R’s: Reutilizar, Reciclar, Reduzir só é empregado na CIA quando se trata de lixo ou sucata! Não servindo para projetos e ou unidades. Coisa de brasileiro mesmo: o governo quer que se trabalhe até os 75 anos e os contratadores dos RH’s e a fins, acham você é velho para um estágio se você já tiver mais de 50 anos! Mesmo que seja em uma área distinta de suas antigas funções. Não importa, no Brasil, passou de 50 anos... fica muito difícil conseguir uma nova vaga de emprego.
Este singelo artigo, não tem o objetivo de reclamar de nada. Apenas prover informação e exemplificar o meu descontentamento com o desperdício eminente (casco do porta aviões), e atentar para os riscos de um possível acidente com helicópteros (probabilidade e estatística), na área do pré-sal.
É longe (autonomia de voo), a água é fria (hipotermia), o tempo é crucial para uma emergência (cardíaca, neurológica, queimaduras, ou amputações), o patrulhamento (com os almirantes insistindo em submarinos que não temos e verbas que não dispomos para construi-los), sem local para pouso de emergência ou reparo de helicópteros com: tempo limitado de voo e sem local para reabastecimento, falta de estratégia de aeronaves na área para emergências de buscas e salvamento, falta de local para as autoridades militares atuarem (fiscalização e segurança da nação), desperdício dos sistemas de rádios e radares militares instalado [sistemas do porta aviões (ampliação do alcance e cobertura existente)[, não atentar para a possibilidade de ampliação da defesa da nação, somando tudo isso, apenas resulta na minha singela opinião em: desperdício do erário publico, egoísmo, falta de visão ampla, disputa desnecessárias dos espaços profissionais, falta de cooperação e integração interna dos órgãos governamentais e privados, antipatriotíssimo.  Para dizer o mínimo.
Este artigo não traz números, por não ser possível. Os valores das despesas atuais pertencem á Petrobras, sendo confidenciais. Para ter acesso, só se fosse de interesse da empresa fornecer (mesmo com a LAI).
Como este artigo não tem a pretensão de calcular o quanto seria a redução nas despesas ou o ganho da nação com uma unidade avançada de segurança. Deixo para aqueles que se interessa por valores estimar.
E para aqueles questionadores assim como eu pergunto? Quanto vale a vida de um trabalhador? Ou um helicóptero S-92 com 18 passageiros em pane? Ou ao invés de você enviar vários rebocadores com diesel para reabastecer os que estão de serviço na área, envia-se um navio tanque quinzenalmente, com QAV e Diesel para transbordar com o “Porta Aviões”?
Mesmo não tendo os números, acredito que encontrarão valores muito significativos. Sem falar no fato de, uma patente mundialmente “inédita”? Leiam o artigo abaixo e você saberá de um porta aviões americano sendo vendido por U$ 0,01.
Um abraço, saúde e paz em 2018.
Abimael Gomes Pereira autor
Em 17 de janeiro de 2018.

O elo que faltava para à ilha artificial no pré-sal.

O elo que faltava para prover a ilha artificial (HUB), comentando o artigo publicado na Revista Petrobras por: Erardo Gomes Baborsa.
“Petrobrás planeja ilha artificial para apoiar exploração do pré-sal”
“Modelo inédito seria solução logística para transporte de pessoas e cargas para poços de petróleo no oceano” Por: Nicola Pamplona, O estadao de S.Paulo - 27 Junho 2009”.
Caros profissionais de minha rede de Linkedin e Watszap, a partir da leitura do artigo acima, inicialmente na “revista Petrobras” e posteriormente publicado no “estadão”, e após ler á notícia do ”Triste fim” que teve  o antigo casco do NAE (navio aeródromo), Minas Gerais, conforme os links abaixo.
Fiquei estarrecido com o que considero um enorme desperdício. No link acima do dia 27 de julho de 2009, o “ex-gerente executivo de logística de exploração e produção da Petrobrás, Erardo Gomes Barbosa”, já se preocupava com as enormes distâncias na busca do chamado “bilhete premiado” a descoberta do presal brasileiro e, como faríamos para explorar de forma economicamente sustentável esta fabulosa descoberta.
Para os que não são da área do petróleo, ou são muito jovens ainda, saber que: eu já havia lido dois artigos publicados em periódicos acadêmicos. Um do Finado, professor da UFRJ Giuseppe Bacocolli, com quem tive a honra de estudar em um curso de extensão, e outro do meu professor, Renato Lopes da Silveira, hoje ainda, geofísico da ANP. Em ambos os artigos eles, ainda na década de 80, já defendiam a possiblidade da existência de uma “possível jazida” mais profunda. Para resumir o assunto. 
Meus Professores, tiveram a informação de uma acumulação, encontrada na Bacia sedimentar de Campos onde, não se havia encontrado a rocha geradora ou folhelhos, então  ambos sugeriram em seus artigos que: o petróleo armazenado na acumulação, só poderia ter uma origem mais à abaixo?
À época, sem recursos tecnologias para custear uma pesquisa deste porte, apenas escreveram sobre o assunto. E eu tive acesso a estes artigos quando cursava “Gestão para Petróleo e Gás Natural” na UNES, entre 2004 e 2008. Lembro-me que, eu conversei com meu professor Renato Silveira, sobre seu artigo.
Com a notícia de descomissionamento do NAE São Paulo, Pela Marinha de Guerra do Brasil em fevereiro de 2017, onde tive a honra de servir entre os anos de 1979 a 1987. Eu fiquei preocupado com o possível destino final da Unidade...
Tripulação: 1 030 homens    -   Podendo ser: Reduzida e dividida entre: Operadores e pesquisadores Civis, ( Militares,Marinha e Aeronáutica), funcionários da ANP, Amazônia Azul: Petroleiros, contratados, de hotelaria, mecânicos de Helicópteros, almoxarifes de peças e gêneros, combustíveis (Óleo diesel, QAV, água potável) ) etc.
Aeronaves: pode transportar até 40 aeronaves de asa fixa e helicópteros.                     
Observação: A tripulação do navio é de 1 030 homens, mais 670 homens da ala aérea. Os 670 homes poderiam ser os permanentes á bordo e os 1030 ou menos em trânsito ou em tratamento (no hospital), ou da brigada de emergência ou contingência ou (....), o que as empresas decidirem, paradas programadas, reparos ou inspeções.
Grupo Aéreo Embarcado                          
Grupo Aéreo Embarcado do São Paulo pode ser composto por uma combinação diferente de aeronaves de acordo com a missão. Um grupo típico poderia ser formado por 10 a 16 aeronaves de ataque A-4 Skyhawk (AF-1), 4 a 6 SH-3A/B (ASH-3D/H) Sea King anti-submarino e 2 UH-13 Esquilo de emprego geral e/ou 3 UH-14 Super Puma. Na prática, nas operações realizadas pela Marinha do Brasil, o número é bem mais reduzido por problemas na disponibilidade dos AF-1 e pelo tempo de uso dos Sea King. .O São Paulo é o maior navio de guerra do hemisfério sul, com 265 m de comprimento e 33 mil toneladas de deslocamento à plena carga..
Eu tive esta ideia. E o quê fiz com ela?
Em 22 de fevereiro de 2017, com a notícia de desativação do: porta aviões São Paulo pela Marinha, eu enviei via e-mail, esta proposta de aproveitamento do casco do NAE São Paulo, com anexos e explicações para a diretoria da Petrobras. Persistir no dia 30 de dezembro de 2017, após assistir a propaganda da Petrobras no “Caldeirão do Hook” na “TV Globo”. Questionei: Se o valor da propaganda? Que de perci, não tenho nada contra! Porém, acredito que uma empresa dita pelo seu presidente! ”Com problemas de Caixa” no meu entender: não deveria gastar dinheiro com propaganda neste momento.  Desta vez, mui educadamente, recebi uma linda resposta da drª. Diretora de E&P. Fiquei lisonjeado pelo e-mail que recebi como resposta. Porém, ainda discordo do fato de não atentarem para o fator segurança dos trabalhadores, e da economia que resultaria de um empreendimento deste porte, da disponibilidade do possível hospital de campanha existente a bordo da unidade, e do reaproveitamento de um casco robusto, que fatalmente terá o mesmo fim do A-11 ou até pior.
De fato; as viagens fincariam: (mais baratas e menos cansativas para os trabalhadores), de ter disponibilidade para fiscalização (ANP), Controle do Trafego marítimo (Capitania), patrulhamento da Amazônia Azul (Marinha e Aeronáutica), ampliação do SINDACTA, Serviço de meteoromarinha (previsão do tempo), Alarme de invasão antecipada ou de pirataria marítima, patrulhamento de superfície e aéreo (estações de radares existentes), ampliação do salvamar e salvaério, ré abastecimento de: Helicópteros, aviões, rebocadores, possibilidade de movimentação antecipada de pessoal e gêneros alimentícios, diminuição dos riscos de acidentes com helicópteros ou, velocidade de atendimento à: panes ou acidentados no mar e nas plataformas, suporte médico e odontológico (hospital de campanha existente).
Um grade aliado para o transporte para do presal, poderia ser os Helicópteros Osprey da Boing? Pelo fato de: poder voar vertical e horizontal, possuir um alcance razoável e velocidade alta.  Porem, nossos colegas brasileiros, não costuma aceitar ideias de pessoas que não tem fama, dinheiro ou não é seu amigo próximo.
https://www.youtube.com/watch?v=A41ZBow1mbg
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bell_Boeing_V-22_Osprey
Vê-se um bom exemplo disso, caso do “departamento de patentes”, que, na reportagem, mostra um prazo de até 10 anos para ser aceita uma nova patente, quando acontece. Coisa de brasileiros.... Infelizmente. Aqui no Brasil o “Não” sempre vem antes do “tal vez”?
Decidi tornar público estas ideias, por que recebi um educado e glamoroso “não,” como resposta. Descobrir em seis anos de trabalho na Petrobras que: Os três R’s: Reutilizar, Reciclar, Reduzir só é empregado na CIA quando se trata de lixo ou sucata! Não servindo para projetos e ou unidades. Coisa de brasileiro mesmo: o governo quer que se trabalhe até os 75 anos e os contratadores dos RH’s e a fins, acham você é velho para um estágio se você já tiver mais de 50 anos! Mesmo que seja em uma área distinta de suas antigas funções. Não importa, no Brasil, passou de 50 anos... fica muito difícil conseguir uma nova vaga de emprego.
Este singelo artigo, não tem o objetivo de reclamar de nada. Apenas prover informação e exemplificar o meu descontentamento com o desperdício eminente (casco do porta aviões), e atentar para os riscos de um possível acidente com helicópteros (probabilidade e estatística), na área do pré-sal.
É longe (autonomia de voo), a água é fria (hipotermia), o tempo é crucial para uma emergência (cardíaca, neurológica, queimaduras, ou amputações), o patrulhamento (com os almirantes insistindo em submarinos que não temos e verbas que não dispomos para construi-los), sem local para pouso de emergência ou reparo de helicópteros com: tempo limitado de voo e sem local para reabastecimento, falta de estratégia de aeronaves na área para emergências de buscas e salvamento, falta de local para as autoridades militares atuarem (fiscalização e segurança da nação), desperdício dos sistemas de rádios e radares militares instalado [sistemas do porta aviões (ampliação do alcance e cobertura existente)[, não atentar para a possibilidade de ampliação da defesa da nação, somando tudo isso, apenas resulta na minha singela opinião em: desperdício do erário publico, egoísmo, falta de visão ampla, disputa desnecessárias dos espaços profissionais, falta de cooperação e integração interna dos órgãos governamentais e privados, antipatriotíssimo.  Para dizer o mínimo.
Este artigo não traz números, por não ser possível. Os valores das despesas atuais pertencem á Petrobras, sendo confidenciais. Para ter acesso, só se fosse de interesse da empresa fornecer (mesmo com a LAI).
Como este artigo não tem a pretensão de calcular o quanto seria a redução nas despesas ou o ganho da nação com uma unidade avançada de segurança. Deixo para aqueles que se interessa por valores estimar.
E para aqueles questionadores assim como eu pergunto? Quanto vale a vida de um trabalhador? Ou um helicóptero S-92 com 18 passageiros em pane? Ou ao invés de você enviar vários rebocadores com diesel para reabastecer os que estão de serviço na área, envia-se um navio tanque quinzenalmente, com QAV e Diesel para transbordar com o “Porta Aviões”?
Mesmo não tendo os números, acredito que encontrarão valores muito significativos. Sem falar no fato de, uma patente mundialmente “inédita”? Leiam o artigo abaixo e você saberá de um porta aviões americano sendo vendido por U$ 0,01.
Um abraço, saúde e paz em 2018.
Abimael Gomes Pereira autor
Em 17 de janeiro de 2018.

O elo que faltava para à ilha artificial no pré-sal.

O elo que faltava para prover a ilha artificial (HUB), comentando o artigo publicado na Revista Petrobras por: Erardo Gomes Baborsa. “Pet...