quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Roteiro da Prova

Ciências empregadas para atestar petróleo em uma região;



Teorias para existência do petróleo e Sistema Petrolífero;


Tipos de poços (caracterização das finalidades);


Tipos de plataformas de perfuração e suas características básicas (LDA, equipamentos de cabeça de poço e completação/comissionamento);


Equipamentos que compõe os sistemas (Circulação, Suspensão e Rotação) das plataformas de perfuração;


Coluna de perfuração (composição básica e funções);


Função dos equipamentos para manusear a coluna de perfuração (Elevador, cunha, colar de segurança, chave flutuante e chave de enroscar tubos);

Operações da Plataforma (rotineiras, específicas e especiais);


Tipos de BOPs e funções.


Nota: respondendo o questionário existente no fim de cada apostila eu garanto boa nota.


Boa Prova!!!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ANP vai apurar vazamento em Santos

Técnicos da Agência Nacional do Petróleo (ANP) embarcam hoje com uma equipe para a plataforma Dynamic Producer, que está no campo de Carioca Nordeste, no pré-sal da bacia de Santos, e onde ocorreu um vazamento de petróleo na manhã de ontem. A estimativa inicial da Petrobras era que vazaram 160 barris de petróleo em alto mar, sem risco de chegar às praias brasileiras. A plataforma está ancorada a 300 quilômetros da costa de São Paulo, a uma profundidade de 2.140 metros.

O acidente é o segundo protagonizado por esta plataforma, que é do tipo FPWSO com posicionamento dinâmico, que tem de diferente das outras embarcações tipo FPSO uma ferramenta (workover) que permite fazer manutenção nos poços sem parar a produção. Em março do ano passado a mesma Dynamic Producer sofreu ruptura na tubulação que interligava a plataforma a um poço no campo de Guará. Na época, o acidente não teve consequências porque o poço estava fechado devido a uma perda de posicionamento do próprio navio ocorrida dias antes.

Questionada, a Petrobras disse que ainda não tem subsídios para comentar se há semelhança entre os dois eventos, que ocorreram com diferença de menos de um ano. Para o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, o importante é que os equipamentos instalados "para impedir efeitos de acidentes como esse" funcionaram. Mas segundo a ANP, uma possível relação entre os dois acidentes será investida.

Depois do acidente no ano passado a Petrobras criou uma comissão técnica que concluiu que a ruptura na tubulação foi provocada por uma "trinca" na tubulação durante a descida do equipamento pela sonda. Os campos de Guará e Carioca Nordeste são explorados por um consórcio formado pela Petrobras (45% - operadora), BG (30%) e Repsol (25%).

Até o momento a Petrobras teve quatro problemas de produção no pré-sal da bacia de Santos, sendo que o de ontem foi o primeiro em que houve vazamento de óleo. O primeiro foi no campo de Lula (antigo Tupi), em 2009, quando a produção foi paralisada devido a problema de fabricação nos parafusos de fixação da árvore de natal molhada, equipamento instalado na boca do poço e que mantém a produção sob controle. Em julho de 2010, quando perfurava um poço para alcançar o reservatório de Libra (na época era da ANP e depois fez parte da cessão onerosa), a estrutura desmoronou devido à perda de consistência da camada de sal na área.

Fonte: Valor Econômico/Por Cláudia Schüffner Do Rio

Empresa: limpeza de praia do RS atingida por vazamento foi concluída

A limpeza da praia de Tramandaí (RS), que foi atingida por um vazamento de óleo na manhã desta quinta-feira, foi concluída na madrugada desta sexta. A informação é da Transpetro, empresa responsável pelo transporte de combustíveis, que começou o recolhimento da substância na tarde de ontem.


Segundo a empresa, embora não existam mais indícios de óleo no mar, equipes de contingência permanecerão no local para o recolhimento de eventuais resíduos trazidos pela maré. Uma comissão interna foi criada para investigar as causas do acidente.

A Transpetro estima que 1,2 m³ de óleo (1 milhão e 200 mil litros = aproximadamente 8 mil barris) tenham sido derramados. De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a mancha, quando foi detectada, estava fragmentada a 800 m da areia e tinha cerca de 1 km².

Equipes do órgão sobrevoaram a região na tarde de ontem. Técnicos chegariam à cidade hoje para acompanhar os trabalhos.

O problema, que atingiu a área situada entre o rio Tramandaí e uma plataforma de pesca, teria começado durante o transbordo de óleo de um navio a uma monoboia em alto mar.

Segundo a Transpetro, monoboia é uma unidade flutuante presa ao fundo do mar que serve para ancorar navios de grande porte que não podem atracar em terminais de pequeno calado junto à costa. Além de ancorar o navio, o equipamento também permite a carga e descarga de petróleo e derivados.

Portos & Navios - 27 de janeiro de 2012 • 11h42 • atualizado às 14h16

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Governo sempre mandou, diz Gabrielli

José Sergio Gabrielli afasta com um argumento burocrático a interpretação de que saiu da presidência da Petrobras para que a presidente Dilma Rousseff tivesse maior controle sobre a companhia, por meio da indicação de uma amiga pessoal, Graça Foster.


"O governo sempre teve e sempre terá o controle sobre a Petrobras, porque é majoritário no Conselho que decide as políticas da companhia", afirmou Gabrielli ontem em Davos, cidade suíça em que é uma das raras autoridades brasileiras presente ao encontro anual do Fórum Econômico Mundial.

Ele reforçou o argumento lembrando que os projetos da empresa já estão aprovados até 2014, o que significa que a nova presidente só executará uma programação já decidida -e aprovada, obviamente, pelo governo Dilma.

CAPITALISMO DE ESTADO

A tese de Gabrielli, exposta a jornalistas brasileiros, acabou encontrando eco pouco depois na voz de Lorenzo Mendoza, executivo-chefe do grupo Polar, um dos principais da Venezuela e que se encontra em permanente confronto com o governo Hugo Chávez.

Mendoza aproveitou discussão sobre a emergência do chamado capitalismo de Estado para apontar os riscos do modelo, pensando em seu próprio país, em que há mais Estado que capitalismo.

Depois de ouvir a Petrobras ser citada como bom exemplo de capitalismo de Estado, Lorenzo Mendoza afirmou: "Ninguém tem a menor dúvida de que o governo do Brasil tem a última palavra sobre a companhia".

Gabrielli contou que sua saída da Petrobras já havia sido definida há um ano e meio, ainda no governo Lula, portanto, para que voltasse à Bahia. Mas o que, exatamente, vai fazer no governo baiano ainda não está definido, segundo ele próprio. Como é natural, Gabrielli nega que será candidato ao governo em 2014, outra eventual explicação para a troca de comando na Petrobras.

Como 2014 está muito longe, a Folha disse a Gabrielli que as explicações que estava dando para a saída não colavam. Ele adicionou então mais um argumento.

"Sou o presidente mais longevo da Petrobras", afirmou, lembrando que faz seis anos e nove meses que comanda a principal empresa brasileira.

Era tempo, portanto, conforme contou depois em um debate sobre a América Latina, de trocar a atividade empresarial pela política.

Fonte: Valor Econômico/CLÓVIS ROSSI/ENVIADO ESPECIAL A DAVOS (Qui, 26 de Janeiro de 2012 06:31)



quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

ANP pretende abrir 332 vagas de médio e superior

O ano de 2012 reserva mais dois possíveis processos seletivos para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que vão oferecer um total de 332 novos postos de trabalho.

Um deles deverá ser destinado aos profissionais com nível superior, com um total de 152 oportunidades em três diferentes funções. O pedido já foi feito e aguarda autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).

Os interessados poderão optar pelos postos de analista administrativo (22); especialista em regulação de petróleo e derivados, álcool combustível e gás natural (115); e especialista em geologia e geofísica do petróleo e gás natural (15).



Nível médio

A ANP também está no aguardo da aprovação - pela Câmara dos Deputados - de um projeto de lei que regulariza mais 180 vagas de nível médio.

Serão 30 para a função de técnico administrativo e 150 para técnico em regulação de petróleo.

A expectativa inicial era a de que a aprovação saísse ainda em 2011, mas a grande demanda do legislativo somada ao recesso do fim de ano, adiou o processo que deve ser efetivado em meados de 2012.



George Corrêa (Terça-feira, 17 de janeiro de 2012)





terça-feira, 17 de janeiro de 2012

OGX anuncia descoberta na Bacia de Santos

A OGX encontrou um reservatório com petróleo e gás em uma água com 155 metros de profundidade da bacia de Santos, quando perfurava um poço pioneiro no bloco BM-S-57, a 122 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. A empresa já tinha perfurado a uma profundidade de 6.150 metros abaixo do leito marinho quando o pessoal da sonda "Ocean Quest", da Brasdril, detectou a ocorrência de um "kick" que passou a ser controlado imediatamente. "No momento, o poço está voltando à condição original para reinício das operações de perfuração", informou a companhia ontem à tarde.

Um "kick" ocorre quando a pressão encontrada no reservatório durante a perfuração é maior que os cálculos de engenharia previam, fazendo com que óleo, gás ou ambos "invadam" o poço. Quando isso acontece significa que a pressão que vem do reservatório é maior que a suportada pela lama e outros fluidos usados durante perfuração. No caso do poço da OGX, foi detectada a presença de gás. O objetivo da empresa é perfurar até que o poço, que recebeu o nome informal de Fortaleza, tenha 6.500 metros de extensão.

Depois do vazamento da BP, no Golfo do México, e da Chevron, no campo de Frade, o tema passou a chamar a atenção no Brasil. A OGX informou que o equipamento de prevenção para evitar consequências graves de um "kick", o BOP (Blow Out Preventer), funcionou corretamente. O BOP é formado por um conjunto de válvulas de grande porte instalado no fundo do mar para impedir que os fluidos subam pela tubulação até a plataforma. Foi o que aconteceu em acidentes graves como o do campo de Enchova, da Petrobras.

Em nota, a OGX considerou a descoberta importante pela qualidade do reservatório e sua espessura. Ainda não há previsão quanto a volumes recuperáveis.



Fonte: Valor Econômico/Cláudia Schüffner Do Rio

Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore (Ter, 17 de Janeiro de 2012 07:09)








segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Construtora lança projeto de novo porto no Rio


DO RIO - A DTA Engenharia estruturou um projeto para construir um porto na região dos Lagos, no litoral fluminense, com objetivo de atender ao Comperj (Complexo de refinaria e petroquímica da Petrobras). O empreendimento deve consumir investimentos de até R$ 5,4 bilhões -dos quais R$ 1 bilhão será destinado à infraestrutura portuária. O grupo já comprou um terreno em Ponta Negra, distrito de Maricá, e a previsão é concluir as obras até 2015, quando o Comperj começará a produzir combustíveis e produtos petroquímicos. O novo porto, se vingar, terá capacidade para receber até 40% da extração atual no país. Para deslanchar, o grupo precisa atrair investidores e convencer a Petrobras a fechar contrato. Hoje, todos os terminais de carga e descarga usados pela estatal são próprios.

Noticiário cotidiano - Portos e Logística Seg, 16 de Janeiro de 2012 07:20
Fonte: Folha de São Paulo