sexta-feira, 27 de maio de 2011

Petrobras afirma que plataforma P-65 está parada desde segunda

A Petrobras afirmou nesta sexta-feira que a plataforma P-65, situada na Bacia de Campos, já estava parada desde a segunda-feira devido a uma manutenção programada.


Ontem, o Ministério do Trabalho havia determinado a interdição dessa plataforma por conta de irregularidades como falta de iluminação de emergência e nas rotas de fuga, além de pisos e escadas sujas com obstáculos.

Segundo o Sindipetro/NF (Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense), 12 plataformas da bacia de Campos apresentam más condições e necessitam reparos. Um relatório foi entregue ao ministério do Trabalho.

Em nota, a petrolífera alega que parte das irregularidades identificadas pelos técnicos do Ministério do Trabalho "já havia sido identificada anteriormente pela Petrobras e encontra-se em fase de conclusão pela equipe técnica" e que "outras estão sendo antecipadas visando cumprir as determinações".

A Petrobras também afirmou que a plataforma foi adquirida em 2009 e que desde esse ano "vem recebendo pequenas modificações para seguir o padrão de projeto das demais plataformas" da companhia.

A empresa também esclareceu que a P-65 não é produtora de petróleo, tendo função auxiliar no tratamento de óleo das demais unidades. Dessa forma, afirma, a parada programada para manutenção "não impacta a produção de petróleo".

Concluindo, a diretoria da estatal afirma que "adotará todas as exigências da Superintendência [do Ministério do Trabalho], mas reafirma que suas plataformas operam dentro dos mais rigorosos padrões de segurança da indústria do petróleo".

Link da Notícia Original:


terça-feira, 24 de maio de 2011

Royalties do petróleo somam R$ 6,6 bi

Esse foi o valor repassado de janeiro a abril pela Petrobras e por pequenas concessionárias; em 2010, foram R$ 7 bi. União, Estados e municípios são os beneficiários; desse total, R$ 1,7 bilhão foi a parte destinada ao Rio de Janeiro.

DO RIO - De janeiro a abril, a Petrobras e outras pequenas concessionárias desembolsaram R$ 6,6 bilhões em royalties e participações especiais (categoria que incide sobre campos de grande produtividade, como os de Marlin e Albacora, na bacia de Campos).

Em igual período de 2010, o desembolso com royalties foi de R$ 7 bilhões.

União, Estados e municípios são os beneficiários. No caso da União, as maiores fatias tiveram como destino Marinha (R$ 607 milhões de janeiro a abril), Ministério de Ciência e Tecnologia (R$ 472 milhões), Ministério de Minas e Energia (R$ 1 bilhão) e Ministério do Meio Ambiente (R$ 260 milhões).

Entre os Estados, o principal beneficiado foi o Rio de Janeiro -R$ 1,7 bilhão. Os principais campos produtores do país estão localizados no litoral fluminense.

A repartição de royalties foi definida pela Lei do Petróleo, de 1997.

Nos cálculos, três fatores são levados em conta: o câmbio, o preço internacional do petróleo e o volume de produção. Dos três, as maiores oscilações neste ano ficaram com as cotações do barril.

No entanto, o volume total de royalties, em reais, não aumentou por conta do câmbio, que atenuou a tendência de aumento das cotações internacionais.

A fraca expansão da produção de óleo e gás -de apenas 3%- também não ajudou a ampliar os pagamentos de royalties.

A Petrobras, porém, teve seu custo de extração, em dólares, ampliado em 33%.

Para a estatal, isso é significativo, já que boa parte de seus custos é em dólar e 80% de suas dívidas estão atreladas à moeda estrangeira -embora a maioria de sua receita provenha do mercado brasileiro, em reais.

Rafael Schechtman, diretor da consultoria CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) e um dos poucos que fala abertamente sobre o tema, afirma que a Petrobras vive atualmente um período mais "grave" do que em outras ocasiões de contenção de preços. Isso porque, segundo ele, arca com pagamentos mais elevados de tributos sem poder compensar o impacto com receita maior.

Para o analista, a estatal quer reajuste do diesel e da gasolina. O governo, em tempos de ajuste fiscal, impede o aumento.

(Fonte: Folha de São Paulo/PEDRO SOARES)
Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore
Ter, 24 de Maio de 2011 08:35

sábado, 21 de maio de 2011

Brasil é 3º país com mais escassez de talentos no mundo, diz pesquisa

O Brasil é o terceiro país no mundo com maior escassez de talentos, indicou uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira.


Em um levantamento realizado pela consultoria de recursos humanos Manpower, 57% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades de preencher suas vagas, principalmente por conta da falta de qualificação da mão-de-obra.

Na futura sede de eventos globais como a sede da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, a falta de talento afeta principalmente os empregos técnicos, na área de engenharia e em funções como motoristas, operários e operadores de produção.

É a proporção mais elevada registrada no hemisfério ocidental. Só o Japão, onde o envelhecimento da população tem o já notório efeito de reduzir a mão-de-obra disponível, e a Índia, um pólo de grande atividade econômica emergente, têm percentuais maiores que o Brasil: 80% e 67%, respectivamente.

"A classe média do país está crescendo rapidamente, elevando a demanda doméstica por mercadorias e serviços, e no entanto empregadores estão tendo dificuldades de acompanhar as projeções de crescimento dos Bric", avalia o relatório.

"Este país multicultural precisa se vender de maneira mais eficiente a fim de atrair talentos estrangeiros."

A situação contrasta com a de muitos países europeus que ainda sofrem com os efeitos da crise econômica, como Polônia, Irlanda, Noruega, Espanha e Reino Unido.
Em termos globais, 34% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades em preencher posições por causa da falta de talento disponível.

É uma tendência crescente, mas ainda abaixo dos níveis registrados em 2006-07, período de forte aquecimento da economia global, quando mais de 40% das companhias diziam disseram estar tento dificuldades de preencher suas vagas.

"Enquanto a desaceleração econômica global pode ter mascarado a escassez de talentos por muitos anos, a recuperação global evidenciou a tensão gerada por essa escassez, na medida em que as organizações que cortaram quadros descobrem que precisam de mais pessoas qualificadas para seguir adiante e viabilizar a sua estratégia de negócios", apontou o relatório.



Explicações

A pesquisa ouviu quase 40 mil empregadores em 39 países, nos primeiros três meses deste ano.

Para os empregadores, a principal razão das dificuldades em preencher vagas de trabalho é a falta de experiência dos candidatos – mencionada por 28% deles. A pura e simples ausência deles é a razão que vem em seguida (24% de menções).

Entre outros motivos mais citados, estão ainda a falta de conhecimentos técnicos básicos e específicos da função (22%) e a falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (15%).

O relatório afirmou que a região das Américas é a mais problemática para os empregadores que precisam preencher vagas de trabalho. A média regional de escassez de talento é de 37%, acima da mundial.

A região carece de técnicos, representantes comerciais, trabalhadores qualificados e com conhecimento na sua indústria, engenheiros e pessoal de apoio para cargos secretariais e de assistente.

Com 57% mensurado, o Brasil é o país onde há proporcionalmente mais empregadores com dificuldades de preencher vagas, seguido de longe pelos EUA (52%) e a Argentina (51%).

Apesar de também estar vivendo um período de forte expansão econômica, o Peru é o país da região onde os empregadores disseram estar tendo menos dificuldades de preencher vagas (apenas 10% disseram ter problemas).

Os problemas que os empregadores da região mencionaram como obstáculos para encontrar pessoal são semelhantes aos verificados globalmente, mas em proporção maior: falta de experiência dos candidatos (32%), falta de habilidades básicas e conhecimentos específicos do trabalho (24%), falta de candidatos (23%) e falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (21%).

19/05/2011 - 11h54 - BBC Brasil

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Prepare-se para o maior evento do Planeta!!!!

Pela primeira vez fora de Huston
maiores informações: http://www.otcbrasil.org/

Petrobras participa de debate sobre cadeia de fornecedores em Fórum no Rio de Janeiro

O presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, afirmou durante abertura do XXIII Fórum Nacional, ontem no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro, que o Brasil é a grande fronteira dos investimentos internacionais.
“O mundo hoje olha para o Brasil como um possível fornecedor de petróleo. Com uma grande vantagem: um fornecedor confiável, com uma democracia estabelecida e sem crises políticas.”


De acordo com Lima Neto, o Brasil não pode ser apenas um grande produtor de petróleo. “Normalmente, os grandes produtores de petróleo não têm uma forte indústria de base, não têm uma indústria conexa de petróleo, de serviços e de exportação que dê suporte econômico ao desenvolvimento.”
O presidente da Distribuidora disse que a grande demanda por equipamentos existente hoje no país, torna o Brasil o lugar ideal para a chegada de centros de pesquisa de fornecedores, para o desenvolvimento de novas tecnologias e entrada de capital necessário para que seja alcançado o crescimento desejado.

Ao falar da necessidade de investimento na cadeia de fornecedores, Lima Neto lembrou o Programa Progredir, instrumento que busca facilitar a oferta de crédito em volume e condições que favoreçam a ampliação da base e o crescimento sustentável da cadeia de fornecedores da empresa.
O Programa está baseado na concessão de crédito à cadeia de fornecedores, lastreado nos "recebíveis ainda não performados" (resultantes de contratos futuros de entregas ou prestação de serviços) em cada um dos contratos firmados entre os participantes da cadeia.
“Queremos ser um grande produtor de petróleo, mas também queremos produzir bens e serviços, gerar empregos e fazer crescer a sociedade brasileira. Precisamos fazer com que não apenas o primeiro elo da cadeia de fornecedores seja nacional.”

Fonte: Agência Petrobras. Data: 19/05/2011 09:41

terça-feira, 17 de maio de 2011

Ministro diz que falta de engenheiros pode ‘estrangular’ desenvolvimento.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, anunciou, nesta terça-feira (17), que o governo federal está elaborando um programa para a criação de bolsa de estudo para a formação de engenheiros, profissão, que segundo dados apresentados por ele, está "em baixa" nas universidades brasileiras.


“Hoje, temos 5,3 mil bolsas para engenheiros. Queremos, nos próximos anos, oferecer 75 mil bolsas para formar engenheiros e superar essa grave deficiência que vai estrangular nosso desenvolvimento econômico”, afirmou.

Mercadante explicou que percentual de engenheiros no total das graduações oferecidas formados caiu de 7% em 200 para 5,9% em 2009. “Estamos com déficit na produção de fármacos, de chips, de instrumentos médicos de precisão, na área química e no setor de bens de capital”, afirmou ele. “Nosso grande desafio é focar na inovação e dar um salto rumo a sociedade de conhecimento”, complementou.
 
Bernardo Tabak Do G1 RJ

Pena contra trabalho escravo deve ser maior, defende Raquel Dodge

Procuradora-geral falou na abertura de um seminário, em Brasília, sobre a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que em deze...