sexta-feira, 29 de julho de 2016

Novo leilão de petróleo terá blocos perto de áreas que Petrobras vai vender


Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil

O 14º leilão de petróleo e gás, previsto para o ano que vem, deverá envolver blocos próximos de áreas colocadas à venda pela Petrobras, disse hoje (28) a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, após a solenidade de entrega do Prêmio ANP de Inovação Tecnológica, no Rio de Janeiro. 
A ANP está considerando, para o evento, sugestões feitas pela indústria durante a 13ª rodada de leilões, em 2015, em função do momento econômico por que passa o mercado internacional de petróleo, que viu o preço do barril cair de US$ 110 há dois anos, para US$ 38 e agora está próximo de US$ 50. “Esses são os ajustes que nós estamos considerando”.
Segundo Magda, a ANP está adequando bônus de assinatura, porte dos blocos, compromisso exploratório mínimo, “olhando que dados e informações a mais foram agregados que permitem a atração de investimento, que áreas seriam de interesse de forma a que no futuro se pudesse formar polos produtivos".
Magda disse que tudo está sendo feito e pensado em um contexto de negócio compatível com o preço do petróleo a US$ 50 o barril. Ao ofertar blocos situados no entorno de áreas onde a Petrobras quer desinvestir, o objetivo é facilitar o apetite das empresas ao investimento no Brasil. Ela não quis, entretanto, mencionar quais são essas áreas sugeridas para investidores. “Nós estamos muito preocupados em dar tônus ao negócio”. Segundo Magda, a ideia é “propiciar top sizes exploratórios”. Ela acredita que quem comprar a área que a Petrobras está desinvestindo poderia ter interesse em adquirir blocos no seu entorno.
Edição: Fábio Massalli

Por que será que as empresas tem interesse em blocos próximos a área já explorada pela Petrobras??? Tem pai que é cego. KKKK

Petrobras aprova negociações para venda de Petroquímica Suape e Citepe

A diretoria executiva da Petrobras aprovou nesta quinta-feira a condução de negociações com a mexicana Alpek para a venda de sua participação na Companhia Petroquímica de Pernambuco (Petroquímica Suape) e na Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe), informou a petroleira. As negociações vão ocorrer em caráter de exclusividade por 60 dias, podendo ser estendidas por mais 30 dias.

De acordo com a Petrobras, a transação está sujeita à negociação de seus termos e condições finais e à deliberação pelos órgãos competentes da Petrobras e da Alpek, bem como à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), no Brasil.

Segundo a estatal, a Alpek é uma empresa mexicana, de capital aberto, que atua no setor petroquímico e que ocupa posição de liderança na produção de poliéster (PTA, PET e filamentos) no mundo. Conforme informações da página da Alpek na internet, ela teve receita líquida de US$ 5,28 bilhões e lucro líquido de US$ 175 milhões no ano passado.


O projeto de venda da Petroquímica Suape e da Citepe, conduzido por meio de processo competitivo, faz parte do plano de desinvestimentos 2015-2016 da Petrobras, cujo objetivo é levantar US$ 15,7 bilhões no período, sendo US$ 14,4 bilhões apenas em 2016.

Nota: O Início do fim da Petrobras

Presidente da Petrobras defende fim da obrigatoriedade no pré-sal

idente da Petrobras defende fim da obrigatoriedade no pré-sal

O O presidente da Petrobras, Pedro Parente, defendeu a votação do projeto que retira da empresa a obrigação de participar, com pelo menos 30%, de todos os consórcios de exploração do pré-sal. A proposta já passou pelo Senado Federal e aguarda análise do plenário da Câmara dos Deputados. "Acho que é uma mudança fundamental para o País e para a empresa. A Petrobras já se manifestou a favor, achamos que o quanto antes isso for feito melhor será porque vai proporcionar melhores condições de competição nos próximos leilões.
O presidente Oswaldo Pedrosa, da Pré-sal Petróleo S.A. (PPSA), estatal que representa a União nos contratos de partilha de produção, engrossou o coro favorável às mudanças nas regras de exploração do pré-sal. Em palestra ontem, o executivo classificou como "sinalização positiva" a aprovação do projeto que retira a obrigatoriedade da Petrobras atuar como operadora única dos campos do pré-sal.
"Muita coisa ainda precisa ser feita para promover ajustes no arcabouço existente, mas a gente já observa sinalizações positivas. Uma essencial é o fim da obrigatoriedade da operadora única, e isso já está no Congresso para apreciação", afirmou. O executivo também classificou como positiva mudanças nas regras de conteúdo local.
Foi a primeira manifestação favorável ao projeto do executivo. Pedrosa foi indicado para o cargo em 2013 pela presidente afastada Dilma Rousseff, uma das principais articuladoras do atual modelo de operação única da Petrobras. Também o presidente da estatal, Pedro Parente, defende a mudança. A votação do projeto na Câmara deve ocorrer em agosto.
O presidente da PPSA estimou que a produção de petróleo nos campos já conhecidos do pré-sal, como a área de Libra, as áreas de cessão onerosa e seus excedentes, e também os contratos em processo de unitização poderão chegar ao pico de 4 milhões de barris de óleo equivalente por dia "em meados da próxima década". Para o gás, a produção chegaria a 140 milhões de metros cúbicos por dia. As projeções tomam como base o último plano de negócios da Petrobras, para o período 2015/2019, que deverá ser revisto em outubro.
 

Venda de BR Distribuidora deve ser fechada no início do próximo ano

O processo de venda da BR Distribuidora deve ser fechado no primeiro trimestre do próximo ano. Segundo o presidente da Petrobras, Pedro Parente, a companhia pública deverá receber propostas vinculantes até dezembro deste ano, o que fará com que a transação seja encerrada no início de 2017.
O dirigente da companhia estatal observou, contudo, que dependendo de quem for o vencedor, a etapa de análise pelas agências reguladoras poderá ter um período de duração maior. "Nós receberemos as chamadas propostas vinculantes por volta de novembro e dezembro, o que sugere que o fechamento dessa transação se dará no primeiro trimestre do ano que vem, possivelmente. Dependendo de quem vencer, provavelmente haverá questões relacionadas à discussões de natureza regulatória. Se for alguém que já é um player do mercado, certamente isso vai merecer, por parte do Cade, uma atenção maior", disse. Após analisar três propostas de compra da subsidiária, a Petrobras decidiu alterar na semana passada o modelo de venda da companhia, um dos principais ativos de seu plano de desinvestimento.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Petroleiros vão parar em agosto contra 'desmonte' da Petrobras

Depois de se reunir em plenária nacional na semana passada, categoria amplia mobilização contra venda de ativos da empresa, que começa pelos campos maduros terrestres: 104 concessões em cinco estados

São Paulo – O coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, disse hoje (12) que a categoria fará greve no início de agosto nos campos maduros terrestres da Petrobras, definidos para concessão à iniciativa privada no plano de desinvestimentos da empresa. Esses campos estão localizados nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe, Bahia e Espírito Santo, e produzem 35 mil barris por dia, representando 2% da produção nacional.
Segundo a coordenadora do Sindicato dos Petroleiros Unificados de São Paulo, Cibele Vieira, a greve deverá ser de cinco dias.
Ao todo, são 98 concessões de produção, mais seis blocos de exploração, totalizando 104 concessões. “É por esses campos que começa o desmonte da Petrobras na prática. Os investimentos deles já se pagaram. Vão entregar campos produzindo há mais de 50 anos. A Petrobras não é uma empresa privada, ela tem um caráter social, e por isso a nossa resistência”, afirmou Rangel. Campos maduros são aqueles antigos, mas que ainda produzem.
De acordo com o sindicalista, a venda desses campos se dá em função da alegada necessidade da empresa de investir suas forças na produção do pré-sal. “Essa venda vai causar um problema social porque as empresas privadas não têm preocupação com a população, não têm remuneração mínima para os trabalhadores, vai agravar os problemas sociais”, disse. Ele acredita que a maior presença do setor privado na exploração de petróleo aumenta os impactos sociais. “No fim do mês vamos ter um seminário para avaliar essas questões.”
Além das greves nos campos voltados à concessão, os petroleiros vão realizar atos em solidariedade em diferentes pontos contra o início do processo de desmonte da empresa estatal. Na semana passada, os petroleiros realizaram no Norte Fluminense três dias de debates por meio da 6ª Plenária Nacional da FUP (Plenafup), na qual aprovaram um calendário de lutas para barrar o desmonte da empresa e a entrega do pré-sal.
“Na Plenafup, fizemos uma avaliação profunda sobre a conjuntura, o golpe e os reflexos para o trabalhador, e também analisamos a entrega do pré-sal como ponto central do golpe”, diz Rangel. “Avaliamos ainda a campanha salarial deste ano, porque os nossos acordos são bianuais, e também o plano de luta contra o desmonte da Petrobras. Vamos nos mobilizar em diferentes frentes”, afirma.
O sindicalista destacou que especial atenção no processo de mobilização será dada ao Projeto de Lei 4.567, que muda a Lei de Partilha (número 12.351, de 2010), que estabeleceu a cobrança de royalties e a destinação de recursos do pré-sal para saúde e educação. Já aprovado no Senado, o PL é de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), atual ministro interino das Relações Exteriores, que busca tirar a exclusividade da empresa na operação do pré-sal. 
O projeto agora tramita na Câmara.

Petrobrás: seus inimigos estão no poder!

A começar pelo presidente interino e golpista Michel Temer e na presidência da Petrobrás, Pedro Parente! Eles não vieram para agregar valor, vieram para destruir, atacar e enfraquecer a categoria e assim possibilitar a entrega da Petrobrás. Temer já declarou que vai privatizar principalmente a Petrobrás, Banco do Brasil e Caixa Econômica. Parente foi o porta-voz do apagão, triste lembrança para o país.
O que se esperar de um presidente da Petrobrás que trata o pré-sal como um incômodo? E, como incômodo, tem que ser entregue a Chevron e a Shell, concordando assim com o senador tucano, José Serra, seu colega de partido. Quando eles dizem que o pré-sal tem que ser flexibilizado, na verdade é para ser entregue às multinacionais, a troco de ninharia, às vezes com dinheiro financiado pelo BNDES. Imagino o que eles vão ganhar com isso! E a crise na Petrobrás, que na verdade é de todas as empresas de petróleo no mundo, Parente quer resolver internamente, vendendo ativos, o que, na verdade, é desmontar a empresa. É como se tivesse um tesouro incalculável no seu quintal e você permitisse que ele fosse dado ao vizinho!

Tudo que se construiu em 62 anos na Petrobrás, ele quer destruir! Na verdade, nenhuma empresa oferece o que a Petrobrás oferece ao país: reservas de petróleo e gás que garantem nosso abastecimento no mínimo nos próximos 50 anos, participação de 13% do PIB e ainda financia, com os impostos que paga, 80% das obras do país, gerando milhões de empregos para os brasileiros.
A mídia e nossa justiça golpista nunca quiseram acabar com a corrupção na Petrobrás, eles só querem é acabar com a empresa e esse, com certeza, foi o principal motivo para o golpe. Deram o galinheiro para a raposa tomar conta! E os que sempre foram considerados o maior patrimônio da empresa, seus funcionários, são tratados agora como bandidos: sem PLR, sem abono e sem benefício-farmácia. E o pior, sendo tratados com desrespeito, por obra da mídia, principalmente da Globo, em uma campanha orquestrada, criminosa e mentirosa, e por conta disso estamos com o filme queimado na sociedade. Eles fizeram a mesma coisa com a Vale do Rio Doce: primeiro desmoralizaram a empresa, para depois entregá-la a seus comparsas. A Vale, a maior mineradora do mundo, no governo FHC, foi vendida a preço de banana. Na ocasião, não conseguiram entregar a Petrobrás graças à luta dos petroleiros.
Esses crápulas trouxeram para dentro da companhia a política anticorrupção, quando na verdade eles são os grandes corruptos. E nos obrigam a assinar o Código de Ética e fazer o Curso Anticorrupção para nos atemorizar, divulgando na Intranet gráficos da quantidade de funcionários punidos. E quem colocou a companhia nessa situação foram os diretores e gerentes que roubaram, em conluio com muitos desses que agora querem vender a Petrobrás! Esses bandidos saqueiam tudo que podem, queimando a imagem da empresa, e depois “colaboram com a justiça”, através das delações premiadas, e assim vão para suas mansões, com grande parte do dinheiro roubado, apenas com tornozeleira. Assim está se incentivando o crime!
Temos que fazer o contraponto, indo para a sociedade para esclarecer o que está acontecendo, para juntos defender a Petrobrás e enfrentar o debate. E, internamente, denunciar essa gangue, como estamos fazendo com Pedro Parente.
Muito antes da Lava Jato nós já denunciávamos a corrupção na Petrobrás, contra esses mesmos dirigentes que hoje estão sendo denunciados! E ao invés de prêmio, como ganha a lava Jato, da Globo, do governo americano e de suas revistas, como Fortune e Time, nós fomos ameaçados até de prisão e ficávamos proibidos de escrever em boletim os nomes desses corruptos.
Vamos preparar, juntamente com a sociedade, nosso embate, e que a categoria venha com sua criatividade junto a nós, para assim prepararmos nossa tropa para defender a Petrobrás, nossa dignidade, nossos direitos, nosso país e de nossos filhos.
A luta continua!
Fonte: http://www.sindipetro.org.br/

Da série: Tá bom pra você!!!

Venda do leite Elegê será suspensa a partir desta sexta-feira em todo Estado do Rio

A venda do leite Elegê está suspensa em todo Estado do Rio, não apenas na capital fluminense. A decisão foi tomada nesta sexta-feira pela Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon), por meio do Procon Estadual.
A secretaria tomou conhecimento de que o produto estaria impróprio para consumo por meio do Procon Carioca - que atua apenas no município do Rio - e estendeu a suspensão para todo o estado. Na quinta-feira, o Procon Carioca deu início a uma fiscalização para retirar das prateleiras dos supermercados todos os leites da marca. A ação foi motivada por várias denúncias de consumidores que relataram ter comprado leite com cor, gosto e cheiro anormais. Todos os supermercados do Estado do Rio devem interromper a venda dos leites Elegê, tanto integral, quando desnatado e semidesnatado.

Mercados deverão receber embalagens de leite de volta

Os fiscais do Procon Estadual vão nesta sexta-feira a supermercados de várias cidades da Região Metropolitana – Niterói, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Duque de Caxias e São João de Meriti – para entregar o ato de instauração desse processo diretamente aos gerentes dos estabelecimentos.
Pela determinação, os gerentes serão responsáveis por informar a todas as lojas da rede de supermercados em que trabalham sobre a proibição da venda do produto, e os estabelecimentos deverão receber de volta dos consumidores as embalagens do leite Elegê vendido, devolvendo em dinheiro o valor pago.
A fiscalização também irá recolher amostras de cada lote do leite Elegê que estiver à venda para serem analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Rio de Janeiro Noel Nutels (Lacen-RJ). O leite retirado das prateleiras ficará guardado nos próprios supermercados, e a venda permanecerá suspensa, pelo menos, até sair o resultado desses testes. Os estabelecimentos que não obedecerem essas regras serão multados.
Segundo o processo do Procon Estadual, a BRF, empresa detentora da marca Elegê, também deverá realizar exames de amostras de todos os lotes do leite Elegê que estiverem à venda. O teste deverá ser realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com amostras recolhidas após a instalação do processo.

Denúncia atinge sete lotes

As denúncias recebidas pelo Procon Carioca indicam problemas em sete lotes: CDVP 12:49; CDVP 08:09; CDGC 17:37; CDFZ 13:54; CDSA 16:53 3; CDNZ 23:55 3; e CDVP 06:09. Segundo a BRF, porém, apenas os três últimos lotes foram retirados “proativamente” do mercado.

Acompanhe o noticiário de Economia pelo Twitter @AnoteePoupe

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/economia/venda-do-leite-elege-sera-suspensa-partir-desta-sexta-feira-em-todo-estado-do-rio-11944309.html#ixzz4FbgKDpBU

terça-feira, 26 de julho de 2016

EBR ENCAMINHA PLANO DE OPERAÇÕES PARA CHEGADA DA PLATAFORMA P-74

Uma nova esperança toma conta dos trabalhadores do setor naval. Nos últimos dias, imagens da Plataforma P-74 têm sido repassadas através das redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas. Nas imagens divulgadas, as informações são de que a mesma está vindo em direção a São José do Norte para o Estaleiro EBR, o qual será responsável pela obra. Desde que foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) a Operação Lava Jato, em março de 2014, um mercado de incertezas ronda o setor naval, pois a ação investiga um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo a Petrobras.
Na operação, a PF investiga grandes empreiteiras suspeitas de pagarem propina para executivos da estatal e para outros agentes públicos. Entretanto, com a chegada da P-74, uma nova luz surge para os trabalhadores da cidade vizinha do Rio Grande e de outras regiões. Em contato com o setor de comunicação do Estaleiro EBR, na tarde desta segunda (25), a equipe do Agora recebeu a informação de que somente a Petrobras poderia falar sobre a obra. A equipe fez contato com a assessoria da estatal, com perguntas a respeito das contratações previstas e demais informações do processo. No entanto, até o fechamento desta edição, não recebeu nenhuma confirmação sobre a possível chegada da Plataforma.
Por outro lado, conforme informações da Capitania dos Portos, o Estaleiro EBR já encaminhou para apreciação o Plano de Operações para a chegada da Plataforma. Ainda segundo dados da Capitania, nos próximos dias, a Praticagem da Barra deve encaminhar o Plano de Manobra. Após receber os planos, a Capitania dos Portos realiza a avaliação e dá o parecer favorável ou desfavorável quanto à manobra. A previsão, de acordo com informações que constam no Plano de Operações encaminhado pelo Estaleiro, é que a P-74 chegue no EBR na primeira quinzena de agosto.
Fonte> Jornal Agora (RS)/Aline Rodrigues

Com saída da Petrobras, governo planeja controlar mercado de gás natural

Atualmente, a Petrobras é praticamente monopolista na produção e transporte de gás natural
Como parte do plano de desinvestimentos da Petrobras, que espera sair da operação do mercado de gás natural, o governo federal estuda criar um operador nacional, aos moldes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), órgão que controla o fluxo de energia no Brasil.
De acordo com funcionários do governo, as diretrizes da saída deverão ser apresentadas ao mercado no fim de setembro, proposta de resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE).
Segundo informações da Folha de S.Paulo, o mercado vê com bons olhos a criação de um operador nacional no mercado de gás, diante da necessidade de reduzir os riscos a entrada de novos fornecedores de gás.
"Em um ambiente com múltiplos transportadores e fornecedores de gás, é preciso ter um organizador do sistema", afirma o consultor Marcio Balthazar, da NatGas.
Atualmente, a Petrobras é praticamente monopolista na produção e transporte de gás natural.
Segundo a Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia (Abrace), que defende a proposta, a figura do operador nacional é utilizada em países como Inglaterra, Espanha e Noruega.


segunda-feira, 25 de julho de 2016

e depois de 63 anos... Vamos "devolver" País de Merda

PARENTE INICIA, PELA BR, A PRIVATIZAÇÃO DA PETROBRAS


O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta sexta-feira uma reformulação na busca de sócio para a BR Distribuidora, com o qual irá compartilhar o controle, como forma de facilitar a venda da distribuidora de combustíveis, informou a companhia em um comunicado; modelo segue a lógica do "cocontrole", ou controle compartilhado, anunciado por Pedro Parente, presidente da estatal, em sua primeira entrevista; a família Gouveia Vieira, que já foi dona da Ipiranga e à qual pertence o presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, Eduardo Eugênio, já disse ter interesse na aquisição da BR.

247 – O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta sexta-feira uma reformulação na busca de sócio para a BR Distribuidora, com o qual irá compartilhar o controle, como forma de facilitar a venda da distribuidora de combustíveis, informou a companhia em um comunicado.
O modelo segue a lógica do "cocontrole", ou controle compartilhado, anunciado por Pedro Parente, presidente da estatal, em sua primeira entrevista.
A família Gouveia Vieira, que já foi dona da Ipiranga e à qual pertence o presidente da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, Eduardo Eugênio, já disse ter interesse na aquisição da BR.

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta sexta-feira uma reformulação na busca de sócio para a BR Distribuidora, com o qual irá compartilhar o controle, como forma de facilitar a venda da distribuidora de combustíveis, informou a companhia em um comunicado.
No modelo de venda, haverá uma estrutura societária que envolverá as classes de ações ordinárias e preferenciais, de forma que a Petrobras fique majoritária no capital total, mas com uma participação de 49 por cento no capital votante.
A mudança acontece após a Petrobras concluir que as três propostas pela subsidiária não atendiam aos objetivos da empresa. Com isso, decidiu encerrar o processo competitivo que estava em curso e iniciar uma nova modalidade de venda.
O novo modelo de venda, segundo a companhia, busca maximizar o valor do negócio de distribuição de combustíveis, atender os objetivos estratégicos da Petrobras e manter a operação integrada na cadeia do petróleo.
"Será condição para a conclusão da transação que questões estratégicas para a Petrobras estejam adequadamente refletidas na estrutura da parceria", disse a empresa no comunicado.
O Conselho de Administração da empresa também aprovou uma reavaliação do projeto Comperj e da Refinaria Abreu e Lima. 
(Por Marta Nogueira)

quinta-feira, 21 de julho de 2016

PARENTE MOSTRA MÁ-FÉ E ESQUARTEJA A PETROBRAS

O presidente interino da Petrobras, Pedro Parente, mostra má-fé e hipocrisia ao dizer que não defende a privatização da companhia, afirmam os petroleiros, para quem o executivo está "esquartejando" a estatal; "Sob o seu comando, a Petrobras está sendo esquartejada, com ativos valiosos em processo de liquidação, como malhas de gasodutos, termoelétricas, terminais de gás natural, campos de produção de petróleo, fábricas de fertilizantes, além de subsidiárias como a BR Distribuidora, a Liquigás e a Transpetro", diz, em nota, a Federação Única dos Petroleiros (FUP).

RBA - O presidente interino da Petrobras, Pedro Parente, mostra má-fé e hipocrisia ao dizer que não defende a privatização da companhia, afirmam os petroleiros, para quem o executivo está "esquartejando" a estatal. "Sob o seu comando, a Petrobras está sendo esquartejada, com ativos valiosos em processo de liquidação, como malhas de gasodutos, termoelétricas, terminais de gás natural, campos de produção de petróleo, fábricas de fertilizantes, além de subsidiárias como a BR Distribuidora, a Liquigás e a Transpetro", diz, em nota, a Federação Única dos Petroleiros (FUP).
No documento, a entidade comenta entrevista de Parente ao jornal Folha de S. Paulo, na edição de ontem (18). Para a FUP, o presidente interino "tentou dourar a pílula do desmonte que está em curso na estatal". "Hipocritamente, declarou que não defende a privatização da empresa, mas é a favor do controle compartilhado com o setor privado, o que chama de 'cocontrole'", acrescenta a federação.
"Como preservar a empresa verticalizada se ele está quebrando a integração do Sistema? Que nome damos a isso, se não privatização?", questiona a entidade, chamado de "lorota" a afirmação sobre "cocontrole": "Nada mais é do que dilapidar o patrimônio da Petrobras, entregando nas mãos do sócio privado o destino de investimentos que são estratégicos para o Estado". Além disso, aponta a FUP, trata-se de uma política implementada em outro período. "Esse modelo já foi testado no governo FHC, quando Pedro Parente, então ministro da Casa Civil e conselheiro da estatal, autorizou a venda de 30% da Refap para a Repsol, que já havia comprado a YPF, a petroleira estatal argentina."
O resultado, diz a FUP, foi um fiasco. "Por conta do tal controle compartilhado, a Petrobras ficou anos a fio refém dos interesses do sócio minoritário, que, vetava qualquer tipo de investimento que não tivesse retorno financeiro imediato, como, por exemplo, as obras para adequar as unidades da refinaria às exigências da legislação ambiental. Essa sangria só teve fim quando a Refap voltou a ser 100% Petrobras, em dezembro de 2010."
A entidade afirma que Parente "sabe muito bem" que seu papel não é defender os interesses estratégicos da empresa, mas prepará-la para "atender aos interesses econômicos dos setores que apoiaram o golpe". Por isso, ele afirma na entrevista que o modelo de partilha é o menos favorável para as empresas. "Quem Pedro Parente representa? A Petrobras ou as suas concorrentes? Um gestor que abre mão de 30% de participação garantida nos campos do Pré-Sal definitivamente não tem qualquer compromisso com os interesses estratégicos da empresa que comanda."
Leia a íntegra da nota da FUP.

PEDRO PARENTE, O MERCADOR

Em entrevista de página inteira à Folha de São Paulo na segunda-feira, 18, o presidente interino da Petrobrás, Pedro Parente, tentou dourar a pílula do desmonte que está em curso na estatal. Hipocritamente, declarou que não defende a privatização da empresa, mas é a favor do controle compartilhado com o setor privado, o que chama de “cocontrole”. Disse ainda que irá preservar a empresa verticalizada e os seus interesses estratégicos.

Não precisa ser especialista no setor para perceber a má fé de Pedro Parente. Sob o seu comando, a Petrobrás está sendo esquartejada, com ativos valiosos em processo de liquidação, como malhas de gasodutos, termoelétricas, terminais de gás natural, campos de produção de petróleo, fábricas de fertilizantes, além de subsidiárias como a BR Distribuidora, a Liquigás e a Transpetro.

Como preservar a empresa verticalizada se ele está quebrando a integração do Sistema? Que nome damos a isso, se não privatização? Essa lorota de “cocontrole” nada mais é do que dilapidar o patrimônio da Petrobrás, entregando nas mãos do sócio privado o destino de investimentos que são estratégicos para o Estado. Esse modelo já foi testado no governo FHC, quando Pedro Parente, então ministro da Casa Civil e conselheiro da estatal, autorizou a venda de 30% da Refap para a Repsol, que já havia comprado a YPF, a petroleira estatal argentina.

O resultado foi um fiasco. Por conta do tal controle compartilhado, a Petrobrás ficou anos a fio refém dos interesses do sócio minoritário, que, vetava qualquer tipo de investimento que não tivesse retorno financeiro imediato, como, por exemplo, as obras para adequar as unidades da refinaria às exigências da legislação ambiental. Essa sangria só teve fim quando a Refap voltou a ser 100% Petrobrás, em dezembro de 2010.

Pedro Parente sabe muito bem que seu papel não é defender os interesses estratégicos da Petrobrás, como disse na entrevista. Sua função é preparar a companhia para atender aos interesses econômicos dos setores que apoiaram o golpe. Por isso é contra a Petrobrás ser a operadora do Pré-Sal. Na entrevista à Folha, ele chegou a afirmar que o modelo de partilha é “o menos favorável para as empresas”. Como assim? Quem Pedro Parente representa? A Petrobrás ou as suas concorrentes? Um gestor que abre mão de 30% de participação garantida nos campos do Pré-Sal definitivamente não tem qualquer compromisso com os interesses estratégicos da empresa que comanda.

As multinacionais querem abocanhar a maior reserva de petróleo do planeta todinha para elas, sem partilhar nada com o Estado ou com o povo brasileiro. E para isso contam com a ajuda de Pedro Parente, cuja missão é transformar a Petrobrás em uma empresa a serviço do mercado internacional e não dos interesses do país. É o caso, por exemplo, da política de conteúdo nacional, que ele diz na entrevista que precisa ser revista.

Quando Pedro Parente participou do governo FHC, as plataformas e equipamentos da Petrobrás eram encomendados no exterior. Em 2003, os contratos da empresa com os estaleiros brasileiros eram para apenas dois módulos de FPSO. Dez anos depois, a indústria naval tinha sob encomenda da estatal 08 cascos de navios, 04 conversões de cascos, 16 módulos de FPSO, 28 sondas e 40 navios.

A política de conteúdo nacional foi fundamental para alavancar a indústria brasileira e a economia do país, gerando empregos e investimentos no mercado interno e não no exterior, como defende Pedro Parente. Os números falam por si só. Os empregos da cadeia produtiva da indústria de petróleo se multiplicaram, só no setor naval aumentou em 26 vezes, saindo de 3 mil trabalhadores para 78 mil. Os reflexos sobre a economia foram imediatos: em 2003, os investimentos do setor representavam 3% do PIB, dez anos depois passaram a ser 13%.

É disso que se trata o golpe em curso no país e na Petrobrás. A missão de Pedro Parente é retomar o modelo econômico ultraliberal dos anos 90, focado nas privatizações, na redução do Estado, na flexibilização de direitos e na lucratividade do capital estrangeiro. O Pré-Sal e os ativos da Petrobrás são a moeda de troca do golpe. E Pedro Parente, o mercador.

NOTA: André Costa: O que vocês esperavam de um governo desse? Podia entra para história, mas vão preferir ficarem ricos, assim como todos os antecessores. Não estão fazendo nada de diferente. Antes de ser presidente... Quem era Collor? Quem era Sarney? Quem era Fernando Henrique? Quem era Lula? e Quer era Dilma?? Vamos trabalhar que é melhor.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Ministério do Trabalho eleva as exigências para trabalho em altura

Empresa que descumprir pode ser embargada ou interditada.
Estima-se que 40% dos acidentes são causados por quedas.


O Ministério do Trabalho aumentou a exigência de segurança para quem trabalha em altura. Antes, apenas funcionários da construção civil e da indústria naval tinham proteção específica. A empresa que descumprir pode ser embargada ou interditada e ainda ter que pagar multa.
A NR 35, como é chamada a norma, foi publicada pela Secretaria de Inspeção do Trabalho em março de 2012 e tinha prazo de seis meses para que as empresas pudessem se adaptar às exigências. A partir de agora, quem não cumprir as medidas pode ser multado. O valor varia de R$ 400 à R$ 6 mil.
O Ministério do Trabalho estima que 40% dos acidentes no emprego são causados por quedas. João Henrique dos Santos, presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias do Plástico de Jundiaí (SP) e região, diz que a NR 35 pode ser considerada uma conquista do trabalhador e um alerta para os empresários.
As empresas devem criar um setor ou então capacitar o técnico de segurança do trabalho para analisar o risco de cada atividade, organizar e adotar medidas técnicas para evitar os acidentes. O auditor fiscal do Ministério do Trabalho, Gianfranco Pampalon afirma que haverá fiscalização e de forma intensa, mas que o importante é conscientizar empresários e funcionários.
Para denunciar o descumprimento da norma basta procurar qualquer Delegacia Regional do Trabalho ou ligar no telefone 158.
Fonte: g1.com.br

Petrobras avalia aderir ao Programa de Governança das Estatais

SÃO PAULO - Todas as brechas para provar que a Petrobras é uma empresa íntegra e que foi um pequeno grupo de corruptores que fez mal à empresa estão sendo aproveitadas, afirmou nesta terça-feira, 19, o diretor executivo de Governança, Risco e Conformidade da estatal, João Elek. "Queremos nos deixar conhecer para ganhar a confiança do nosso público estratégico depois de passada a má experiência, em que a empresa foi vitimada por empresas envolvidas em esquema de corrupção", disse em apresentação em mais um evento dos Fóruns Estadão, sobre Governança Corporativa.
Nesse sentido, a Petrobras avalia aderir ao Programa de Governança das Estatais lançado no ano passado pela BM&FBovespa, que surgiu em meio aos questionamentos sobre a credibilidade e ingerência dessas companhias. A adesão é voluntária e até aqui nenhuma estatal entrou para o programa. "Estamos avaliando se nos enquadramos e o que seria necessário para fazer a adesão para trilhar um caminho mais transparente do que hoje", destacou.
Internamente, Elek diz que uma das mudanças que pode ser notada é o reperfilamento do seu Conselho de Administração, com nomes diferentes dos vistos antigamente, caracterizados por escolhas de perfil político. Ainda no conselho, o executivo conta que foram criados comitês, os quais, segundo ele, são muito ativos hoje. "Eles orientam para assuntos importantes para a Petrobras", disse.
O diretor de governança da Petrobras disse que os processos na companhia foram uniformizados e que uma das mudanças, com o objetivo de evitar más condutas, é que deixaram de existir "assinaturas individualizadas". Isso significa que em um processo decisório, mais de uma pessoa deve ser o responsável pela aprovação.
Outra medida para ampliar o nível de transparência da empresa foi terceirizar o canal de denúncia, para trazer mais conforto aos funcionários em utilizar esse instrumento.
Por conta do fato de ter estado envolvida em esquemas de corrupção envolvendo fornecedores, Elek disse que a diligência cresceu e que há um processo a ser seguido pelas empresas que querem fazer parte da rede de fornecedores da companhia.
Também ele destaca que vem sendo aprimorada a política de consequências. "Quando há desvios de valores e procedimentos, é preciso ter punição de acordo com a gravidade da infração. Assim, purificamos a base, e isso vai do topo até o chão da fábrica", disse.

Estadão Conteúdo

terça-feira, 19 de julho de 2016

Petrobras processa ex-sócia envolvida na aquisição da refinaria de Pasadena

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras afirmou em nota nesta segunda-feira que iniciou ação judicial contra o grupo Astra nos Estados Unidos, com o objetivo de obter indenização por prejuízos decorrentes do que classificou como condutas ilícitas relacionadas à compra da refinaria de Pasadena, no Texas, em 2006.
"O processo ainda está em fase inicial e fatos julgados relevantes sobre o tema serão tempestivamente divulgados ao mercado", afirmou a companhia na nota.
A refinaria Pasadena, nos Estados Unidos, é um dos ativos da Petrobras envolvidos na operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga um esquema bilionário de desvio de dinheiro por empresários, políticos e partidos políticos.
(Por Marta Nogueira)
Nota: André Costa - Então a Petrobras cai no conto do vigário* e vai a justiça. Se a moda pega. kkkkkk!!!! Acorda Petrobras

Privatização da Petrobras

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse numa entrevista publicada hoje pelo jornal Folha de S.Paulo que a petrolífera brasileira não será privatizada. Parente afirmou que não acha que a sociedade brasileira esteja madura para "sequer discutir a privatização". Pro outro lado, admitiu que está a analisar a venda de ativos da estatal citando propostas de fazer o controle compartilhado com o setor privado de algumas empresas subsidiárias da Petrobras, como a BR Distribuidora e a Transpetro.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/presidente_da_petrobras_diz_que_empresa_nao_sera_privatizada.html

Ações da Petrobras em Alta

SÃO PAULO - O principal índice da Bovespa fechou em alta nesta segunda-feira pela nona sessão seguida, superando os 56 mil pontos, ajudado pela forte alta das ações da Petrobras e tom positivo em Wall Street.
Notícias ligadas à atividade de fusão e aquisição também repercutiram na bolsa brasileira nesta sessão, que ainda teve o com giro financeiro inflado pelo vencimento dos contratos de opções sobre ações.
O Ibovespa subiu 1,63 por cento, a 56.484 pontos, máxima de fechamento desde 15 de maio de 2015. O volume financeiro somou 9,8 bilhões de reais, incluindo o giro do exercício de opções de 2,6 bilhões de reais.
A série de nove altas, com ganho acumulado de 8,95 por cento, iguala-se à sequência positiva registrada em outubro de 2015. A última vez que o Ibovespa teve mais altas consecutivas foi entre julho e agosto de 2010, com 11 sessões seguidas no azul.
No exterior, as commodities começaram a semana em queda mas, em Nova York, o índice S&P 500 subiu 0,24 por cento, renovando máxima recorde, apoiado em resultados corporativos e aquisição no setor de tecnologia.
DESTAQUES
- PETROBRAS fechou com alta de 4,81 por cento nas ações preferenciais, a 11,55 reais, máxima desde 16 de julho de 2015, enquanto as ações ordinárias subiram 3,33 por cento. Analistas do UBS retomaram a cobertura das ações com recomendação de "compra" e preço-alvo de 18,20 reais para as PNs e de 17,80 reais para as ONs. Os papéis vêm encontrando suporte em perspectivas mais favoráveis para a companhia, com outros analistas também melhorando recentemente a recomendação para as suas ações diante da mudança na gestão e fortalecimento do dólar ante o real, entre outros fatores.
- VALE encerrou com as preferenciais subindo 2,47 por cento e as ordinárias ganhando 1,38 por cento, apesar da queda do preço do minério de ferro à vista na China.
- USIMINAS saltou 7,66 por cento, capitaneando os ganhos no setor siderúrgico e do Ibovespa, ainda influenciada pelo acordo com credores na semana passada para estender suspensão de pagamento de dívidas. GERDAU valorizou-se 2,74 por cento e CSN ganhou 2,24 por cento.
- CEMIG avançou 5,31 por cento, tendo no radar nota do colunista Geraldo Samor, do blog Brazil Journal, sem citar fontes, de que a EQUATORIAL ENERGIA fez uma proposta à Cemig para comprar o controle da LIGHT. Procuradas pela Reuters, a Cemig disse que não comentaria a nota e a Equatorial não comentou imediatamente. As ações da Light, que não estão no Ibovespa, subiram 5,3 por cento, tendo disparado mais de 9 por cento na máxima do dia.
- QUALICORP fechou em alta de 3,44 por cento em meio a expectativas de venda de fatia da empresa de planos de saúde coletivos para a Rede D'Or São Luiz, maior grupo privado de hospitais do Brasil, após nota do colunista Lauro Jardim, de O Globo. Procuradas pela Reuters, a Rede D'Or São Luiz disse que não iria se posicionar sobre o assunto e a Qualicorp afirmou que "não comenta rumores do mercado".
- BANCO DO BRASIL subiu 3,63 por cento, conforme segue influenciado por expectativas ligadas a eventuais vendas de ativos, capitaneando os ganhos do setor bancário. ITAÚ UNIBANCO avançou 1,7 por cento e BRADESCO encerrou em alta de 2,08 por cento, o que endossou o viés ascendente do índice dada a fatia significativa que ambos detêm no Ibovespa. SANTANDER BRASL valorizou-se 1,82 por cento.
- CESP recuou 2,65 por cento, na ponta negativa do Ibovespa, após disparar quase 20 por cento na sexta-feira em meio a expectativas ligadas à privatização da companhia.
- EMBRAER caiu 1,21 por cento, com operadores atrelando o recuo à nota do colunista Lauro Jardim, de O Globo, dizendo que um executivo da companhia fez um acordo de delação premiada no caso em que a empresa é acusada ter pago propinas a autoridades da República Dominicana para conseguir um contrato de venda de aviões militares. Procurada pela Reuters, a Embraer disse que comentaria o assunto.
Reuters

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Indenização por morte em acidente de trabalho

Confira os 2 tipos de indenização a que têm direito os parentes de funcionário que morre após acidente de trabalho. A indenização por dan...