sexta-feira, 15 de abril de 2016

Bandidos disfarçados de agentes da PF roubam prédio na Grande SP

Uma quadrilha usou a Operação Lava Jato como disfarce para fazer um arrastão em um prédio em Santo André, na Grande São Paulo. Pelo menos, 10 assaltantes se vestiram como agentes da Polícia Federal para entrar no edifício onde mora um empresário preso na operação. O empresário Ronan Maria Pinto nem estava em casa. Faz 14 dias que ele não aparece em Santo André porque está preso, em Curitiba. Ronan, que é dono do jornal Diário do Grande ABC, foi levado do prédio por policiais federais na 27ª fase da Operação Lava Jato, no dia primeiro de abril. Os bandidos enganaram todo mundo, fingindo que era uma nova operação contra o empresário. Testemunhas disseram que entre oito e 10 homens chegaram na porta do prédio às 5h30 da manhã vestidos de preto, igual aos agentes da Polícia Federal. Eles apresentaram ao porteiro um envelope, dizendo que era um mandado de busca. Quando o portão foi aberto, anunciaram o assalto. O bando ficou no prédio por duas horas e meia. A polícia já sabe que a quadrilha tinha os nomes de seis moradores, mas o de Ronan Maria Pinto não estava na lista. Eles entraram primeiro em um apartamento do sétimo andar. Alguns bandidos ficaram na garagem e pegaram um morador do oitavo andar que chegava da rua e foram para o apartamento dele também. O prédio tem 32 câmeras e sensores que avisam quando alguém tenta pular o portão. A grade é bem reforçada e para entrar, o visitante precisa passar por uma espécie de gaiola. Por fim, a cabine do vigia e do porteiro é blindada, mas com tudo isso, os ladrões entraram sem mostrar armas, nem disparar um único tiro. O apartamento do síndico também foi invadido. Ele disse que os bandidos tinham muitas armas, inclusive um fuzil, e que o porteiro não desconfiou que eram falsos policiais por causa da operação que já tinha acontecido no começo do mês. O síndico, Jeremias de Oliveira, conta que não teve dúvidas, assim que olhou para os falsos policiais. Os bandidos levaram joias, relógios, dinheiro e também o HD do computador que armazenou as imagens do assalto. A Polícia Federal informou que, por ser um "roubo comum", o caso vai ser investigado pela Polícia Civil e alertou que, em caso de dúvidas, as pessoas devem pedir os documentos de identificação dos policiais. fonte: G1 Para os bandidos não existem limites. Se fosse para fazer o bem as pessoas não seriam tão criativas
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