terça-feira, 2 de maio de 2017

FPSO Cidade de Itajaí registra dois anos sem acidente registrável

O FPSO Cidade de Itajaí completou, esse mês, dois anos consecutivos de operação sem acidente registrável entre os seus Integrantes. O FPSO, que opera na Bacia de Santos, é fruto da parceria entre a Odebrecht Óleo e Gás e a Teekay Offshore, que dividem o controle da joint-venture OOGTK. A conquista se deu, principalmente, pela observação constante das práticas de segurança, tanto pelos líderes das áreas, quanto pelos trabalhadores que atuam na unidade.
De acordo com representantes da OOGTK, o engajamento de toda a equipe, a atuação ativa da equipe de HSE (Health, Safety and Environment – Saúde, Segurança e Meio Ambiente) e o trabalho feito na melhoria nas Permissões de Trabalho (PT), que funcionam como um planejamento de cada atividade a ser executada, incluindo a análise de riscos, são pontos de destaque que minimizam os riscos, além do aumento do número de auditorias que garantem a plena segurança de todo o processo operacional.
No total, no último ano, foram contabilizadas mais de 360 mil horas/homem de trabalho de exposição ao risco, que envolveu uma parada total programada com duração de oito dias, duas paradas programadas totais de sistema de compressão a gás, além da troca de um dos turbos geradores de energia. Para manter o índice de sucesso, a cada dois meses a unidade recebe visita de líderes da OOGTK, que atuam no reforço das boas práticas, na melhoria da percepção de riscos e no acompanhamento de ações mitigatórias e corretivas.
Atualmente, o FPSO Cidade de Itajaí atua no Campo de Baúna, na Bacia de Santos. A plataforma, que tem capacidade de produção de 80.000 barris de óleo/dia e 650.000 barris de estocagem, já produziu mais 78,3 milhões de barris de óleo desde que começou a operar.
Mais conquistas
A OOG conseguiu outras grandes conquistas no quesito segurança no trabalho em 2016. A empresa fechou o ano passado com uma Taxa de Frequências de Acidentes Registráveis (TFIR) bem abaixo da média mundial das empresas prestadoras de serviços upstream. O índice da unidade de perfuração da OOG ficou em 1,7, quando a média mundial registrada foi de 2,1, segundo o último relatório da International Association of Oil & Gas Producers (IOGP). O índice calcula o número de incidentes registráveis (com e sem afastamento) a cada um milhão de horas trabalhadas e avalia 52 empresas com atuação mundial.
Além disso, a empresa apresentou o menor número absoluto de incidentes registráveis, o menor número de acidentes com afastamento e a menor taxa de gravidade desde a entrada em operação das suas seis sondas de perfuração. “Todos estes índices reforçam o empenho da companhia em trabalhar a segurança como valor fundamental, saindo do discurso para a prática. Isso demonstra o compromisso da OOG em manter um ambiente de trabalho livre de incidentes, fortalecendo dia a dia a cultura de segurança em nossas operações”, destaca Marco Aurélio Costa, diretor de sustentabilidade da Odebrecht Óleo & Gás.
NOTA: Jája vocês vão anunciar a presença do Papai Noel
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