quarta-feira, 10 de maio de 2017

Autonomia administrativa e financeira da Fundacentro é meta prioritária do presidente da instituição



Retomar a autonomia administrativa e financeira da Fundacentro (Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina) é prioridade do seu atual presidente, Paulo Arsego. Desde novembro de 2016 no cargo, ele faz, nesta entrevista, uma radiografia da instituição na atualidade e detalha projetos e iniciativas que já foram colocados em prática durante sua gestão e outros que ainda serão. As parcerias com os setores público e privado são parte importante de sua estratégia de trabalho. Bacharel em Direito e especialista em Administração Pública e Gerência de Cidades, Arsego tem 48 anos de idade e é natural de Carazinho, Rio Grande do Sul, onde foi vereador de 2001 a 2004. Na Câmara Federal, ocupou, durante seis anos, o cargo de chefe de gabinete do então deputado federal Ronaldo Nogueira, hoje ministro do Trabalho, para quem exerceu o cargo de chefe de gabinete por dois meses.

Fundada em 21 de outubro de 1966, a Fundacentro recém celebrou 50 anos de atuação voltada aos estudos e às pesquisas sobre Segurança e Saúde do Trabalho, visando identificar as causas da acidentalidade e estabelecer as medidas preventivas necessárias para evitar sua ocorrência e repetição. Com sede em São Paulo capital, a instituição também está descentralizada em 11 Estados e no Distrito Federal. Além do desenvolvimento de projetos que atendem às demandas das comunidades locais, essas unidades dão suporte aos programas de âmbito nacional. A carência de recursos financeiros e de pessoal é o principal obstáculo a ser superado pela instituição.

Quando o senhor assumiu a presidência, em novembro de 2016, afirmou em entrevista à revista Proteção que um de seus objetivos era resgatar o protagonismo de atuação da Fundacentro. Faça um raio x da situação da instituição na atualidade. O que pode ser melhorado?

Esse era o foco com o olhar de fora, porém, ao me aprofundar na instituição, tive a grata satisfação de constatar que mantivemos o grande protagonismo em Segurança e Saúde no Trabalho no país e o que foi perdido em parte, e que é o que estamos trabalhando para resgatar, é a titularidade nas ações nesse importante setor. Esse é o grande objetivo de nossa gestão, e creio que estamos no caminho certo. Nosso corpo técnico, que é extraordinário, participa de diversos grupos de trabalho nos mais variados segmentos da sociedade. Participamos de palestras em eventos no Brasil e no exterior dado o reconhecimento ao serviço por nós prestado em SST. Em relação a isso, com o novo modelo de gestão que estamos implementando, vamos conseguir aumentar significativamente nossa participação e, consequentemente, nossa representatividade. Estamos tratando de viabilizar mais recursos orçamentários por meio de parcerias para que possamos nos fazer presentes de forma ainda mais consistente.

fonte: revista proteção
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