Isso parece uma piada e de muito mau gosto.
O vereador Vitor Jr. está a serviço de quem???? Esse "senhor" deu entrada no seguinte projeto de Lei na Câmara de Niterói.
Câmara Municipal de Niterói
Gabinete do Vereador VITOR JUNIOR - PT
Projeto de Lei nº 000146/2011
ALTERA O ART. DA LEI Nº QUE DISPÕE SOBRE PARÂMETROS URBANÍSTICOS PARA AS INSTALAÇÕES DE INDÚSTRIAS E ATIVIDADES AFINS NAS FRAÇÕES COMPREENDIDAS COMO ÁREA DE ESPECIAL INTERESSE ECONÔMICO.
A CÂMARA MUNICIPAL DE NITERÓI RESOLVE:
Art. 1º - O do art. da Lei nº passa a vigorar com a seguinte redação:
Parágrafo Único – São vedadas instalações e as seguintes atividades:
a) Ampliação de base para apoio para atividades offshore;
b) Instalação de planta de armazenamento de combustíveis;
c) Estocagem de combustíveis, materiais inflamáveis e de risers;
d) Estocagem, armazenamento e manuseio de materiais de apoio a plataformas através de PSV’s;
e) Instalação de guindastes de grande porte, pórticos para carga e descarga, manuseio de equipamentos e materiais destinados a embarque e desembarque em embarcações de apoio a plataformas.
Art. 2º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Câmara Municipal de Niterói, 13 de maio de 2011. VITOR JUNIOR MILTON CARLOS
Vocês podem acreditar num projeto desses.
Todas as prefeituras do Brasil querendo receber os royalties do petróleo e esse "senhor" faz um projeto de Lei desses. Confesse logo o senhor está a serviço de quem???
O que o "senhor" classifica de ÁREA DE ESPECIAL INTERESSE ECONÔMICO???
Achás mesmo que os niteroienses são otários. Vá criar leis mais importantes como destinação de verbas para os hospitais da cidade seu IDIOTA!!!!!!
quarta-feira, 22 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Nova Coluna
A Partir de amanhã estreia a coluna Se Liga Senhores!!! Tratando sempre de um assunto polêmico. Aguardem!!!!
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Petrobras e Exxon realizam maior descoberta em 10 anos no Golfo do México
A Petrobras informou ontem, no fim do dia, duas importantes descobertas de petróleo e uma descoberta de gás em águas ultraprofundas na área de Hadrian, na concessão Keathley Canyon, na porção norteamericana do Golfo do México. A estimativa é de que haja um volume recuperável superior a 700 milhões de barris de óleo equivalente na região, configurando uma das maiores descobertas realizadas no Golfo do México na última década. De acordo com a estatal, "avaliações preliminares acenam para a existência de um importante conjunto de descobertas de hidrocarbonetos nessa região."
A Petrobras América, subsidiária da estatal brasileira, detém 50% de um bloco e 25% em outros três, no projeto operado pela ExxonMobil. A Eni Petroleum US LLC participa com os 25% restantes. As acumulações estão localizadas a cerca de 400 km a sudoeste de Nova Orleans, em uma profundidade de água de aproximadamente 2,1 mil metros. A descoberta ocorreu através da perfuração do poço KC 919#3, no bloco KC 919, e confirmou uma acumulação de petróleo com mais de 144 metros de espessura de reservatório. Objetivos mais profundos ainda serão perfurados.
A Petrobras América, subsidiária da estatal brasileira, detém 50% de um bloco e 25% em outros três, no projeto operado pela ExxonMobil. A Eni Petroleum US LLC participa com os 25% restantes. As acumulações estão localizadas a cerca de 400 km a sudoeste de Nova Orleans, em uma profundidade de água de aproximadamente 2,1 mil metros. A descoberta ocorreu através da perfuração do poço KC 919#3, no bloco KC 919, e confirmou uma acumulação de petróleo com mais de 144 metros de espessura de reservatório. Objetivos mais profundos ainda serão perfurados.
NN - Redação
sábado, 4 de junho de 2011
P-56 produzirá 100 mil barris por dia
A Petrobras batiza hoje, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, a plataforma P-56, construída no estaleiro BrasFELS. A cerimômia contará com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff, e do presidente da estatal, José Sergio Gabrielli. Com capacidade para processar 100 mil barris de petróleo e comprimir 6 milhões de m³ de gás por dia, a P-56 operará no Módulo 3 de desenvolvimento do Campo de Marlim Sul, localizado na Bacia de Campos. A plataforma é uma unidade do tipo semissubmersível e ficará ancorada em local onde a profundidade é de 1.670 metros, interligada a 21 poços, dos quais 10 serão produtores de petróleo e 11 injetores de água. A estrutura tem 125 metros de comprimento por 110 de largura e 107 m de altura, vida útil de 25 anos e acomoda 200 pessoas.
Idêntica à plataforma P-51, a nova unidade de produção integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e é considerada, pela Petrobras, um marco na indústria naval brasileira, uma vez que alcançou o conteúdo nacional de 72,9% relativo ao topside (módulos integrados), e teve seu casco totalmente construído no Brasil. Para construí-la foram investidos aproximadamente US$ 1,5 bilhão e gerados 4 mil empregos diretos e 12 mil indiretos no país. A partir de junho, a plataforma terá sua construção finalizada e passará pela etapa de testes e ajustes finais na Baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis. Em seguida, a P-56 será rebocada até a Bacia de Campos para ancoragem e interligação de poços. O início da produção no Campo de Marlim Sul está previsto para agosto.
Idêntica à plataforma P-51, a nova unidade de produção integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e é considerada, pela Petrobras, um marco na indústria naval brasileira, uma vez que alcançou o conteúdo nacional de 72,9% relativo ao topside (módulos integrados), e teve seu casco totalmente construído no Brasil. Para construí-la foram investidos aproximadamente US$ 1,5 bilhão e gerados 4 mil empregos diretos e 12 mil indiretos no país. A partir de junho, a plataforma terá sua construção finalizada e passará pela etapa de testes e ajustes finais na Baía de Ilha Grande, em Angra dos Reis. Em seguida, a P-56 será rebocada até a Bacia de Campos para ancoragem e interligação de poços. O início da produção no Campo de Marlim Sul está previsto para agosto.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Petrobras afirma que plataforma P-65 está parada desde segunda
A Petrobras afirmou nesta sexta-feira que a plataforma P-65, situada na Bacia de Campos, já estava parada desde a segunda-feira devido a uma manutenção programada.
Ontem, o Ministério do Trabalho havia determinado a interdição dessa plataforma por conta de irregularidades como falta de iluminação de emergência e nas rotas de fuga, além de pisos e escadas sujas com obstáculos.
Segundo o Sindipetro/NF (Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense), 12 plataformas da bacia de Campos apresentam más condições e necessitam reparos. Um relatório foi entregue ao ministério do Trabalho.
Em nota, a petrolífera alega que parte das irregularidades identificadas pelos técnicos do Ministério do Trabalho "já havia sido identificada anteriormente pela Petrobras e encontra-se em fase de conclusão pela equipe técnica" e que "outras estão sendo antecipadas visando cumprir as determinações".
A Petrobras também afirmou que a plataforma foi adquirida em 2009 e que desde esse ano "vem recebendo pequenas modificações para seguir o padrão de projeto das demais plataformas" da companhia.
A empresa também esclareceu que a P-65 não é produtora de petróleo, tendo função auxiliar no tratamento de óleo das demais unidades. Dessa forma, afirma, a parada programada para manutenção "não impacta a produção de petróleo".
Concluindo, a diretoria da estatal afirma que "adotará todas as exigências da Superintendência [do Ministério do Trabalho], mas reafirma que suas plataformas operam dentro dos mais rigorosos padrões de segurança da indústria do petróleo".
Ontem, o Ministério do Trabalho havia determinado a interdição dessa plataforma por conta de irregularidades como falta de iluminação de emergência e nas rotas de fuga, além de pisos e escadas sujas com obstáculos.
Segundo o Sindipetro/NF (Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense), 12 plataformas da bacia de Campos apresentam más condições e necessitam reparos. Um relatório foi entregue ao ministério do Trabalho.
Em nota, a petrolífera alega que parte das irregularidades identificadas pelos técnicos do Ministério do Trabalho "já havia sido identificada anteriormente pela Petrobras e encontra-se em fase de conclusão pela equipe técnica" e que "outras estão sendo antecipadas visando cumprir as determinações".
A Petrobras também afirmou que a plataforma foi adquirida em 2009 e que desde esse ano "vem recebendo pequenas modificações para seguir o padrão de projeto das demais plataformas" da companhia.
A empresa também esclareceu que a P-65 não é produtora de petróleo, tendo função auxiliar no tratamento de óleo das demais unidades. Dessa forma, afirma, a parada programada para manutenção "não impacta a produção de petróleo".
Concluindo, a diretoria da estatal afirma que "adotará todas as exigências da Superintendência [do Ministério do Trabalho], mas reafirma que suas plataformas operam dentro dos mais rigorosos padrões de segurança da indústria do petróleo".
Link da Notícia Original:
terça-feira, 24 de maio de 2011
Royalties do petróleo somam R$ 6,6 bi
Esse foi o valor repassado de janeiro a abril pela Petrobras e por pequenas concessionárias; em 2010, foram R$ 7 bi. União, Estados e municípios são os beneficiários; desse total, R$ 1,7 bilhão foi a parte destinada ao Rio de Janeiro.
DO RIO - De janeiro a abril, a Petrobras e outras pequenas concessionárias desembolsaram R$ 6,6 bilhões em royalties e participações especiais (categoria que incide sobre campos de grande produtividade, como os de Marlin e Albacora, na bacia de Campos).
Em igual período de 2010, o desembolso com royalties foi de R$ 7 bilhões.
União, Estados e municípios são os beneficiários. No caso da União, as maiores fatias tiveram como destino Marinha (R$ 607 milhões de janeiro a abril), Ministério de Ciência e Tecnologia (R$ 472 milhões), Ministério de Minas e Energia (R$ 1 bilhão) e Ministério do Meio Ambiente (R$ 260 milhões).
Entre os Estados, o principal beneficiado foi o Rio de Janeiro -R$ 1,7 bilhão. Os principais campos produtores do país estão localizados no litoral fluminense.
A repartição de royalties foi definida pela Lei do Petróleo, de 1997.
Nos cálculos, três fatores são levados em conta: o câmbio, o preço internacional do petróleo e o volume de produção. Dos três, as maiores oscilações neste ano ficaram com as cotações do barril.
No entanto, o volume total de royalties, em reais, não aumentou por conta do câmbio, que atenuou a tendência de aumento das cotações internacionais.
A fraca expansão da produção de óleo e gás -de apenas 3%- também não ajudou a ampliar os pagamentos de royalties.
A Petrobras, porém, teve seu custo de extração, em dólares, ampliado em 33%.
Para a estatal, isso é significativo, já que boa parte de seus custos é em dólar e 80% de suas dívidas estão atreladas à moeda estrangeira -embora a maioria de sua receita provenha do mercado brasileiro, em reais.
Rafael Schechtman, diretor da consultoria CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) e um dos poucos que fala abertamente sobre o tema, afirma que a Petrobras vive atualmente um período mais "grave" do que em outras ocasiões de contenção de preços. Isso porque, segundo ele, arca com pagamentos mais elevados de tributos sem poder compensar o impacto com receita maior.
Para o analista, a estatal quer reajuste do diesel e da gasolina. O governo, em tempos de ajuste fiscal, impede o aumento.
DO RIO - De janeiro a abril, a Petrobras e outras pequenas concessionárias desembolsaram R$ 6,6 bilhões em royalties e participações especiais (categoria que incide sobre campos de grande produtividade, como os de Marlin e Albacora, na bacia de Campos).
Em igual período de 2010, o desembolso com royalties foi de R$ 7 bilhões.
União, Estados e municípios são os beneficiários. No caso da União, as maiores fatias tiveram como destino Marinha (R$ 607 milhões de janeiro a abril), Ministério de Ciência e Tecnologia (R$ 472 milhões), Ministério de Minas e Energia (R$ 1 bilhão) e Ministério do Meio Ambiente (R$ 260 milhões).
Entre os Estados, o principal beneficiado foi o Rio de Janeiro -R$ 1,7 bilhão. Os principais campos produtores do país estão localizados no litoral fluminense.
A repartição de royalties foi definida pela Lei do Petróleo, de 1997.
Nos cálculos, três fatores são levados em conta: o câmbio, o preço internacional do petróleo e o volume de produção. Dos três, as maiores oscilações neste ano ficaram com as cotações do barril.
No entanto, o volume total de royalties, em reais, não aumentou por conta do câmbio, que atenuou a tendência de aumento das cotações internacionais.
A fraca expansão da produção de óleo e gás -de apenas 3%- também não ajudou a ampliar os pagamentos de royalties.
A Petrobras, porém, teve seu custo de extração, em dólares, ampliado em 33%.
Para a estatal, isso é significativo, já que boa parte de seus custos é em dólar e 80% de suas dívidas estão atreladas à moeda estrangeira -embora a maioria de sua receita provenha do mercado brasileiro, em reais.
Rafael Schechtman, diretor da consultoria CBIE (Centro Brasileiro de Infraestrutura) e um dos poucos que fala abertamente sobre o tema, afirma que a Petrobras vive atualmente um período mais "grave" do que em outras ocasiões de contenção de preços. Isso porque, segundo ele, arca com pagamentos mais elevados de tributos sem poder compensar o impacto com receita maior.
Para o analista, a estatal quer reajuste do diesel e da gasolina. O governo, em tempos de ajuste fiscal, impede o aumento.
(Fonte: Folha de São Paulo/PEDRO SOARES)
Noticiário cotidiano - Indústria naval e Offshore
Ter, 24 de Maio de 2011 08:35
sábado, 21 de maio de 2011
Brasil é 3º país com mais escassez de talentos no mundo, diz pesquisa
O Brasil é o terceiro país no mundo com maior escassez de talentos, indicou uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira.
Em um levantamento realizado pela consultoria de recursos humanos Manpower, 57% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades de preencher suas vagas, principalmente por conta da falta de qualificação da mão-de-obra.
Na futura sede de eventos globais como a sede da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, a falta de talento afeta principalmente os empregos técnicos, na área de engenharia e em funções como motoristas, operários e operadores de produção.
É a proporção mais elevada registrada no hemisfério ocidental. Só o Japão, onde o envelhecimento da população tem o já notório efeito de reduzir a mão-de-obra disponível, e a Índia, um pólo de grande atividade econômica emergente, têm percentuais maiores que o Brasil: 80% e 67%, respectivamente.
"A classe média do país está crescendo rapidamente, elevando a demanda doméstica por mercadorias e serviços, e no entanto empregadores estão tendo dificuldades de acompanhar as projeções de crescimento dos Bric", avalia o relatório.
"Este país multicultural precisa se vender de maneira mais eficiente a fim de atrair talentos estrangeiros."
A situação contrasta com a de muitos países europeus que ainda sofrem com os efeitos da crise econômica, como Polônia, Irlanda, Noruega, Espanha e Reino Unido.
Em termos globais, 34% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades em preencher posições por causa da falta de talento disponível.
É uma tendência crescente, mas ainda abaixo dos níveis registrados em 2006-07, período de forte aquecimento da economia global, quando mais de 40% das companhias diziam disseram estar tento dificuldades de preencher suas vagas.
"Enquanto a desaceleração econômica global pode ter mascarado a escassez de talentos por muitos anos, a recuperação global evidenciou a tensão gerada por essa escassez, na medida em que as organizações que cortaram quadros descobrem que precisam de mais pessoas qualificadas para seguir adiante e viabilizar a sua estratégia de negócios", apontou o relatório.
A pesquisa ouviu quase 40 mil empregadores em 39 países, nos primeiros três meses deste ano.
Para os empregadores, a principal razão das dificuldades em preencher vagas de trabalho é a falta de experiência dos candidatos – mencionada por 28% deles. A pura e simples ausência deles é a razão que vem em seguida (24% de menções).
Entre outros motivos mais citados, estão ainda a falta de conhecimentos técnicos básicos e específicos da função (22%) e a falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (15%).
O relatório afirmou que a região das Américas é a mais problemática para os empregadores que precisam preencher vagas de trabalho. A média regional de escassez de talento é de 37%, acima da mundial.
A região carece de técnicos, representantes comerciais, trabalhadores qualificados e com conhecimento na sua indústria, engenheiros e pessoal de apoio para cargos secretariais e de assistente.
Com 57% mensurado, o Brasil é o país onde há proporcionalmente mais empregadores com dificuldades de preencher vagas, seguido de longe pelos EUA (52%) e a Argentina (51%).
Apesar de também estar vivendo um período de forte expansão econômica, o Peru é o país da região onde os empregadores disseram estar tendo menos dificuldades de preencher vagas (apenas 10% disseram ter problemas).
Os problemas que os empregadores da região mencionaram como obstáculos para encontrar pessoal são semelhantes aos verificados globalmente, mas em proporção maior: falta de experiência dos candidatos (32%), falta de habilidades básicas e conhecimentos específicos do trabalho (24%), falta de candidatos (23%) e falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (21%).
Em um levantamento realizado pela consultoria de recursos humanos Manpower, 57% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades de preencher suas vagas, principalmente por conta da falta de qualificação da mão-de-obra.
Na futura sede de eventos globais como a sede da Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, a falta de talento afeta principalmente os empregos técnicos, na área de engenharia e em funções como motoristas, operários e operadores de produção.
É a proporção mais elevada registrada no hemisfério ocidental. Só o Japão, onde o envelhecimento da população tem o já notório efeito de reduzir a mão-de-obra disponível, e a Índia, um pólo de grande atividade econômica emergente, têm percentuais maiores que o Brasil: 80% e 67%, respectivamente.
"A classe média do país está crescendo rapidamente, elevando a demanda doméstica por mercadorias e serviços, e no entanto empregadores estão tendo dificuldades de acompanhar as projeções de crescimento dos Bric", avalia o relatório.
"Este país multicultural precisa se vender de maneira mais eficiente a fim de atrair talentos estrangeiros."
A situação contrasta com a de muitos países europeus que ainda sofrem com os efeitos da crise econômica, como Polônia, Irlanda, Noruega, Espanha e Reino Unido.
Em termos globais, 34% dos empregadores disseram estar tendo dificuldades em preencher posições por causa da falta de talento disponível.
É uma tendência crescente, mas ainda abaixo dos níveis registrados em 2006-07, período de forte aquecimento da economia global, quando mais de 40% das companhias diziam disseram estar tento dificuldades de preencher suas vagas.
"Enquanto a desaceleração econômica global pode ter mascarado a escassez de talentos por muitos anos, a recuperação global evidenciou a tensão gerada por essa escassez, na medida em que as organizações que cortaram quadros descobrem que precisam de mais pessoas qualificadas para seguir adiante e viabilizar a sua estratégia de negócios", apontou o relatório.
Explicações
A pesquisa ouviu quase 40 mil empregadores em 39 países, nos primeiros três meses deste ano.
Para os empregadores, a principal razão das dificuldades em preencher vagas de trabalho é a falta de experiência dos candidatos – mencionada por 28% deles. A pura e simples ausência deles é a razão que vem em seguida (24% de menções).
Entre outros motivos mais citados, estão ainda a falta de conhecimentos técnicos básicos e específicos da função (22%) e a falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (15%).
O relatório afirmou que a região das Américas é a mais problemática para os empregadores que precisam preencher vagas de trabalho. A média regional de escassez de talento é de 37%, acima da mundial.
A região carece de técnicos, representantes comerciais, trabalhadores qualificados e com conhecimento na sua indústria, engenheiros e pessoal de apoio para cargos secretariais e de assistente.
Com 57% mensurado, o Brasil é o país onde há proporcionalmente mais empregadores com dificuldades de preencher vagas, seguido de longe pelos EUA (52%) e a Argentina (51%).
Apesar de também estar vivendo um período de forte expansão econômica, o Peru é o país da região onde os empregadores disseram estar tendo menos dificuldades de preencher vagas (apenas 10% disseram ter problemas).
Os problemas que os empregadores da região mencionaram como obstáculos para encontrar pessoal são semelhantes aos verificados globalmente, mas em proporção maior: falta de experiência dos candidatos (32%), falta de habilidades básicas e conhecimentos específicos do trabalho (24%), falta de candidatos (23%) e falta de conhecimento sobre a área de atuação ou qualificação formal da indústria (21%).
19/05/2011 - 11h54 - BBC Brasil
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