quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Leilão de petróleo deve ter regra temporária

Com pressa, governo estuda usar norma flexível de conteúdo local na 14ª Rodada


A revisão das regras do conteúdo local (proporção de investimentos nacionais exigidos) para novos campos de petróleo será afetada pela pressa do governo em promover leilões de novas áreas. Como o governo não chegou a uma posição definitiva sobre o tema e a intenção é promover a 14ª Rodada em setembro, com normas que ainda deverão ir a consulta pública, para o edital ser divulgado até meados de junho, deverá ser adotada, nessa edição, uma regra temporária mais flexível.
Essa regra não deve implicar complexidade excessiva na análise pelos operadores interessados, entre os quais muitos estrangeiros. Na prática, a transição favorece as petroleiras, que pediam exigências mais globais, no lugar da indústria fornecedora, que pede discriminação do conteúdo local por setores e itens.
A reforma do conteúdo local vem sendo discutida desde o início do ano passado. Envolve o aperfeiçoamento das regras, que preveem quase 70 itens com percentuais específicos e que acabam implicando problemas burocráticos e multas elevadas aplicadas às petroleiras. Essas exigências podem cair a dois ou três segmentos na 14ª Rodada, por falta de tempo para se criar algo mais elaborado que seja compreendido e internalizado pelas empresas interessadas no leilão, explicou uma autoridade envolvida na discussão.
NORMA DE COMPENSAÇÃO
Segundo outra fonte do governo, essas regras tendem a ser estabelecidas da maneira mais simples possível, como, por exemplo, um tipo de exigência para a fase de exploração do campo (até a definição de que ele seja ou não viável comercialmente) e outro para a fase de produção, quando ocorre a extração do óleo de fato. A tendência é que o nível de exigência da primeira fase seja menor do que o da segunda.
O governo avalia, ainda, a possibilidade de que sejam compensados, na fase de produção, eventuais déficits de conteúdo local na exploração. Mas, como isso pode ser um fator a mais de complexidade na definição da regra, é provável que a previsão seja descartada por ora, e a discussão, retomada mais para frente.
Os ministérios da Fazenda, de Minas e Energia, além da Casa Civil, temem que uma mudança mais complexa das regras possa contaminar o ambiente entre as petroleiras. Por isso, estão tratando a regra para a 14ª Rodada como uma transição, que deve ser revista. Há quatro leilões previstos neste ano, inclusive um de áreas do pré-sal em dezembro, que poderá resultar em arrecadação de bônus para o Tesouro Nacional.
— Agora, tem de ser mais global, porque não dá tempo de mudar muita coisa — disse uma autoridade envolvida no debate.
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) defende uma segmentação maior, em linha com a posição de setores da indústria e de trabalhadores. Independentemente da decisão, o governo deverá promover, via Mdic e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, um levantamento da capacidade da indústria brasileira em fornecer para o setor. O Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural (Pedefor) foi criado há mais de um ano, liderado pelo Mdic, envolvendo representantes da Casa Civil, da Presidência, diversos ministérios, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), BNDES e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
O governo Temer, porém, retomou o debate desde a concepção original do conteúdo local e entende que esse grupo do Pedefor, iniciado ainda no governo Dilma Rousseff, não deveria ter representantes técnicos com voto, como ANP, BNDES e Finep, mas apenas ministérios. Para parte do governo, a política tem de partir sempre do Executivo.
O programa deveria ter tido seu resultado final na segundafeira, mas a reunião foi prorrogada. No entanto, o martelo dentro do governo ainda não está batido, e a posição final sobre os itens e percentuais de conteúdo local exigidos na 14ª Rodada deverão ser decididas pelo Palácio do Planalto junto com os ministérios.

Uma nova reunião para continuar o debate sobre conteúdo local foi marcada para o próximo dia 16.
fonte: O Globo

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Desemprego e cultura empreendedora

Apesar dos esforços da equipe econômica, as taxas de desemprego continuam a subir de forma descontrolada, tendo atingido, no ano passado,12,3%, o que corresponde a mais de 12 milhões de pessoas, 70% mais do que o verificado em 2014.
Estudos realizados pela FIRJAN mostraram que mais de 40% dos postos de trabalho criados entre 2008 e 2015 simplesmente desapareceram. Até surgem novas oportunidades, mas o grande gargalo está na qualificação dos candidatos.
Para combater os efeitos da crise, caracterizada por uma venenosa persistência ao longo do tempo e uma tendência a se tornar irrecuperável, o empreendedorismo vem sendo usado como um mecanismo capaz de ampliar a oferta de empregos e renda. Para tanto, novas políticas fiscais vêm sendo adotadas, com o intuito de facilitar a instalação de novos negócios.
A palavra empreendedorismo derivou de entrepreneur, introduzida na economia francesa no início do século XVIII, por Richard Cantillon, que a definiu como a capacidade de alguém assumir riscos, para obter recursos e iniciar um novo negócio.
Ela foi muito disseminada por Schumpeter, a partir da década de 40, quando lançou a sua “destruição criadora”, que descreve o processo de inovação, quando novos produtos e processos destroem as empresas e modelos de negócios que não são capazes de se renovar. 
Na verdade, a formação empreendedora é uma das chaves para o sucesso na vida profissional.
John Milton-Smith definiu, com muita propriedade, que empreendedorismo é, num sentido mais amplo, "uma descrição de comportamentos, competências e atributos que se relacionam estreitamente com a inovação e situações que envolvem altos níveis de incerteza, competitividade e complexidade”.
Nunca é demais recordar que a prática empreendedora é caracterizada pela exploração, com sucesso, de novas oportunidades, que levam a tecnologias, processos e produtos inovadores.
As competências técnicas, comportamentais e estratégicas, inerentes ao perfil dos empreendedores devem ser parte da formação, na medida em que é indispensável, por exemplo, preparar para as relações interpessoais, estimular a proatividade, a capacidade de lidar com o novo e a liderança.
Elas devem estar centradas num conjunto de atividades dentro e fora das salas de aula, em projetos integradores que permeiem várias disciplinas e permitam a geração de uma cultura para o empreendedorismo. 
No Brasil, empreender ainda é uma missão muito difícil, em decorrência dos obstáculos burocráticos, dos elevados impostos, dos mais altos do mundo, das enormes dificuldades verificadas na logística e na infraestrutura, que geram o famoso custo Brasil, da ausência de conhecimentos no processo de gestão dos negócios e, também, da falta de apoio à pesquisa e à inovação.
Entretanto, a cada dia surgem novos empreendedores que muitas vezes são derrubados pelos baixos índices de qualificação e pela inexistência, tanto no ensino médio como na educação superior, de cursos ou disciplinas que os capacitem verdadeiramente para um mercado difícil e competitivo.
Estamos atualmente em vias de construir uma nova estrutura para o ensino médio, que permitirá maior flexibilidade nas escolhas dos alunos. É um excelente momento para que as escolas orientem a formação dos seus estudantes, estimulando o surgimento das competências e habilidades relacionadas com o empreendedorismo. É claro que tal medida não nos isenta de assegurar a qualidade e a “boa aprendizagem” na oferta das disciplinas que compõem o ensino médio.

Ambientes favoráveis ao empreendedorismo e a geração de uma cultura empreendedora nas escolas são parâmetros determinantes para o sucesso. Se não conseguirmos assegurá-los, o aumento dos índices de desemprego passará a ser uma notícia corriqueira.
fonte: O Globo

A Petrobras não é uma vergonha. Vergonha é o que fizeram com ela

Dilma, Lula e seus companheiros passaram ao largo da denúncia de que o PT recebeu em 10 anos US$ 200 milhões em propina, segundo o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco

O PT nasceu há 35 anos à sombra da Igreja Católica, cuja doutrina aconselha o sacrifício para redimir os pecados. Talvez derive disso a vocação do partido para vítima.
Ele não se fez de vítima enquanto esteve na oposição. Sempre foi para cima. Seu ativismo abriu caminho para que relativamente em pouco tempo chegasse ao poder.
Desde então com sua credibilidade minada por sucessivos escândalos, o PT foi sendo empurrado para o canto do ringue. E só enxergou na vitimização sua única saída.
Experimente criticá-lo. Ele se dirá vítima de ataques.
Experimente expor suas contradições. Ele se dirá injustiçado.
Experimente apontar seus erros. Ele dirá que os outros erram, mas que somente ele apanha.
A presidente Dilma Rousseff incorporou, ontem, o discurso do PT. Na festa pelos 35 anos do partido, em Belo Horizonte, disse a certa altura do seu discurso:
- Nós temos força para resistir ao oportunismo e ao golpismo, inclusive quando se manifesta de forma dissimulada. Estamos juntos para vencer aqueles que tentam forjar catástrofe e flertam com a aventura.
Forjar catástrofe...
Qual catástrofe? A da desvalorização acelerada da Petrobras? Mas quem foi responsável por isso?
Flertar com a aventura...
Deve estar se referindo ao risco de impeachment. Quem disse que impeachment é aventura? Está previsto na Constituição, ora.
Dilma, Lula e seus companheiros passaram ao largo da denúncia de que o PT recebeu em 10 anos US$ 200 milhões em propina, segundo o ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco.
E Dilma ainda disse:
- Se tiver erro, aqueles que erraram que paguem pelos erros, mas temos de preservar a história de nosso partido e do meu governo e do presidente Lula. A Petrobras não pode ser colocada como uma vergonha do Brasil.
Dilma não ensinou como “preservar a história” do PT, do governo dela e do governo de Lula. Deve ser rebatendo todas as críticas, suponho. Quanto a Petrobras não poder ser colocada como vergonha do Brasil... De acordo.
Não pode e não deve. A Petrobras não é culpada pelo que fizeram com ela. Vergonha do Brasil são seus algozes.
Que respondam diante da Justiça por seus crimes

fonte: O Globo

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Consumo de gás natural canalizado em 2016 cai 16,2% em SP

Este foi o terceiro ano consecutivo com queda no volume de gás canalizado consumido


O consumo de gás natural canalizado em 2016 caiu 16,2% no Estado de São Paulo, para 5,03 bilhões de metros cúbicos (m3) ante 6 bilhões de m3 em 2015. Os principais motivos foram o desligamento de termoelétricas e baixa atividade industrial, conforme a Secretaria Estadual de Energia e Mineração, que destaca ser este o terceiro ano consecutivo com queda no volume de gás canalizado consumido.
"Com a volta do período chuvoso e os reservatórios cheios novamente, as hidrelétricas passaram a funcionar normalmente fazendo com que as termoelétricas fossem desligadas. Isso representou uma diminuição de 676 mil m3 de gás em 2016", diz o secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, João Carlos Meirelles, por meio de nota.
A indústria utilizou 3,8 bilhões de m3, 7,5% menos que em 2015, o que, nas palavras do secretário, "reflete exatamente a desaceleração da economia nacional em 2016". Por outro lado, houve expansão no setor residencial, de 15,4% sobre o ano anterior, assim como no comércio, de 5,6%.
Somente no mês de dezembro de 2016, o consumo de gás no Estado caiu 6,3% sobre o mesmo mês do ano anterior. No caso do Gás Natural Veicular, houve alta de 14,7% no consumo em dezembro ante igual período de 2015, mas o volume encerrou o ano com variação positiva, de 0,4%.

Sproule ingressa no mercado brasileiro de petróleo e gás com uma contratação estratégica

CALGARY, Alberta, 7 de fevereiro de 2017 - /PRNewswire/ -- A Sproule, uma das principais empresas globais de consultoria no setor de energia, tem o prazer de anunciar a adição de Nelson Narciso Filho, o novo executivo sênior da indústria de petróleo e gás, na liderança das iniciativas de desenvolvimento de negócios no Brasil.
Narciso conta com 35 anos de experiência na indústria global de petróleo e gás. Atuou em operações de start up no Brasil, Angola e Namíbia, ocupando posições na empresa brasileira de exploração e produção HRT Africa, e outras operadoras de serviços em campos petrolíferos como a Halliburton, ABB, Vetco Gray e Hughes WKM. 
"A Sproule está extremamente satisfeita por contar com Narciso como diretor regional para o Brasil, principalmente no desenvolvimento da estratégia para a expansão de nossa presença geográfica e de nossa especialização em toda a América Latina", disse Lowy Gunnewiek, presidente e CEO. "Os serviços independentes de assessoria e consultoria no setor de energia tornam o mercado brasileiro uma extensão natural da organização devido à nossa especialização em certificação de reservas que suporta os novos requisitos exigidos pelas companhias de exploração e produção."
De 2006 a 2010, Narciso atuou como diretor da agência reguladora brasileira ANP. Desenvolveu uma ampla visão para a estrutura reguladora do setor, criada para apoiar investimentos na indústria de petróleo e gás do país. Durante sua permanência, Narciso foi também responsável pela criação do segmento de conteúdo local, além de liderar o programa de redução de queima de gás, o programa de medição fiscal e os processos de rodadas de licitação.  
"O mercado de petróleo e de gás do Brasil representa uma importante oportunidade devido ao programa de desinvestimento da Petrobrás e à futura rodada de licitações," disse Christoffer Mylde, vice-presidente de desenvolvimento corporativo. "A prática da consultoria estratégica da Sproule assessorará os clientes com serviços de avaliação de ativos e de consultoria de fusões e aquisições, além de ser um enorme prazer contar com Narciso para apoiar as relações locais", disse Mylde.

Sobre a SprouleA Sproule é uma empresa de consultoria global no setor de petróleo e gás que auxilia companhias de E&P (exploração e produção), instituições financeiras e governos a minimizar riscos e maximizar as decisões de negócios através da nossa profunda especialização em geociências e engenharia, e de nossos sólidos conhecimentos comerciais sobre o mercado do setor de energia e requisitos de políticas. A Sproule está sediada em Calgary, no Canadá e possui escritórios em Bogotá, Colômbia e Rio de Janeiro, Brasil.

Karen Nemez, gerente de marketing, Karen.nemez@sproule.com, 900, 140 – 4th Avenue SW, Calgary, AB T2P 3N3, Canada, Tel.: +1 (403) 294-5549

FONTE Sproule

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

'O dia que a música morreu': trio de ouro do rock faleceu há 58 anos

Buddy Holly, Ritchie Valens e The Big Bopper, nome artístico de Jiles Perry Richardson, morreram após o Beechcraft que voavam cair em um campo de milho




Uma viagem que durou poucos quilômetros acabou com a carreira de três dos maiores ícones do rock até hoje. Buddy Holly, Ritchie Valens e The Big Bopper, nome artístico de Jiles Perry Richardson, morreram após o Beechcraft que voavam cair em um campo de milho logo após decolar e Clear Lake, Iowa, dia 3 de fevereiro de 1959.
Holly, Vallens e Big Bopper formava o trio de ouro do início do rock. A obra dos três e de suas bandas inspiraram astros como Mick Jagger, Paul McCartney, Bob Dylan.
Criador da banda The Crickets, Holly gravou alguns os maiores sucessos do rock até hoje: 'That'll Be The Day', 'Everyday' e 'Peggy Sue'. Richie Vallens ficou famoso pelo hit 'La Bamba' e Richardson por 'Chantilly Lace'. Os três decidiram partir em turnê naquele ano no projeto que chamaram de 'The Winter Dance Party' (algo como A Festa Dançante de Inverno). A previsão era tocar até 15 de fevereiro, após início em 23 de janeiro, mas o sonho seria interrompido na fatídica madrugada do dia 3 de fevereiro.
Para acelerar o transporte até Fargo, optaram por alugar um avião. Roger Peterson, então com 21 anos, foi o piloto responsável. Em princípio, Waylon Jennings e Tommy Allsup, músicos que acompanhavam Holly, também estariam no voo, mas acabaram cedendo o lugar para Big Booper, que estava com uma forte gripe, e para Richie Valens, que nunca havia andado de avião. Na ocasião, uma brincadeira marcaria a vida de de Jennings para sempre. Após Holly saber que ele havia cedido o lugar para o amigo, o músico brincou:
"Bom, espero que esse seu ônibus velho congele". Jennings, retrucou, também em tom de brincadeira: "E eu espero que seu avião velho caia". Cinco minutos após a decolagem, a profecia de Jennings se concretizaria.
Em 1971, o músico Don McLean eternizaria aquele dia na canção 'American Pie', data que ele chamou de 'The Day the Music Died' (o dia em que a música morreu).
fonte: notícias ao minuto

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Petrobras: Justiça barra venda da Petroquímica Suape e da Citepe

Negócio de US$ 385 milhões havia anunciado em dezembro como parte do programa de desinvestimento da empresa e foi barrado por ação popular em Sergipe


A Justiça Federal em Sergipe suspendeu a venda feita pela Petrobras da Petroquímica Suape e da Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe), anunciada em dezembro, atendendo a uma ação popular. As informações fora divulgadas pela petroleira estatal em comunicado ao mercado nesta terça-feira. A Petrobras já foi intimada da decisão judicial.

Em 28 de dezembro, a empresa havia informado que seu Conselho de Administração aprovara contrato de venda dos ativos para o Grupo Petrotemex e a Dak Americas Exterior, subsidiárias da Alpek, por 385 milhões de dólares (1,2 bilhão de reais). “A Petrobras está tomando as medidas judiciais cabíveis em prol dos seus interesses e de seus investidores”, disse ainda a petroleira no comunicado.
A venda faz parte do plano de desinvestimento da Petrobras e havia contribuído para um total de 13,6 bilhões de dólares (42,77 bilhões de reais) em desinvestimentos da petroleira no biênio 2015-2016. A meta da para o período era de 15,1 bilhões de dólares (47,5 bilhões de reais).
Em dezembro, a Petrobras atribuiu o descumprimento da meta a uma outra decisão judicial liminar, também em Sergipe, que impediu a conclusão de tratativas para venda dos campos Tartaruga Verde e Baúna, que seriam negociados com a australiana Karoon Gas Australia.

(Com Reuters)

A importância da qualidade da água na produção de cerveja

A água é o principal constituinte da cerveja, correspondendo a aproximadamente 95% da bebida e, por esse motivo, suas características influe...