quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Eike - O que eu achava dele em 2010 e fui chamado de maluco

domingo, 15 de agosto de 2010

Eike anuncia "meia Bolívia" de gás no Maranhão

Denise Luna (Agência Reuters)

Rio, 16:12 12/8/2010 - (Reuters) - O empresário Eike Batista anunciou nesta quinta-feira que encontrou "metade de uma Bolívia" em gás natural no Maranhão, na bacia do Parnaíba, volume que, segundo ele, garantiria pelo menos 25 por cento do consumo de gás no Brasil.
Ressaltando que são apenas estimativas, o empresário disse em teleconferência com analistas que as reservas na região podem atingir 15 trilhões de pés cúbicos, quase dobrando a reservas atuais do Brasil.
Segundo ele, a produção poderia chegar a cerca de 15 milhões de metros cúbicos diários ao longo de 40 anos, volume equivalente a metade do que o gasoduto que vem da Bolívia pode transportar diariamente.
"É uma coisa especial e podem ter certeza absoluta que essa é uma nova província que se abre no país", disse Eike, acrescentando que fez questão de ligar para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para comunicar a descoberta.
"Isso (reservas) são números de Eike Batista, mas pelas extrapolações, pela sísmica feita, estamos olhando algo em torno de 10 a 15 trilhões de pés cúbicos de gás em reservas", afirmou, ressaltando que o volume significa oito vezes mais do que estava esperando.
Com a descoberta, os planos da MPX --braço de geração elétrica do grupo EBX e parceira da OGX nos blocos no Maranhão-- serão duplicados e a expectativa é de que em dois anos entre em operação a primeira termelétrica da empresa movida a gás.
Segundo Eike, a opção será construir as unidades em ciclo aberto e em módulos de 100 a 140 megawatts cada, para entrar em operação conforme a demanda por energia.
"Nosso projeto inicial era de 1.863 megawatts e vamos dobrar isso", disse o empresário, lembrando que o investimento previsto era de 1,4 bilhão de dólares.
A energia gerada será vendida tanto nos leilões do governo como no mercado livre, informou o empresário.

AÇÕES TÊM FORTES ALTAS

As ações da MPX dispararam na bolsa paulista após o anúncio das possíveis mega reservas de gás, assim como também subiam as da OGX, ambas descolando do mercado em geral.
Por volta das 15h40 (horário de Brasília), os papéis da MPX subiam 6,7 por cento e os da OGX se valorizavam em 2,1 por cento, enquanto o Ibovespa operava com leve baixa de 0,3 por cento.
O otimismo com a área no Maranhão aumentou também a previsão do número de poços que serão perfurados pela companhia, passando de 5 para 15, o que vai demandar investimentos entre 600 e 700 milhões de reais que virão do caixa próprio da OGX, que hoje gira em torno dos 3,4 bilhões de dólares.
"O mais fantástico de tudo é que está onshore (terra), onde os custos são menores, e numa área do Brasil onde tem riquezas que podemos agregar valor", disse, referindo-se às indústrias da região.
Segundo Eike, apesar do fornecimento diário de até 30 milhões de metros cúbicos de gás natural da Bolívia e da produção de cerca de 60 milhões de metros cúbicos diários da Petrobras, ainda existe espaço para a produção do Nordeste do país.
"O mercado precisa de muita energia até para substituir as térmicas a óleo, como está ocorrendo na China...o Brasil está crescendo muito e precisa de mais 4 mil megawatts de energia por ano", destacou.

OBS. Estimar reserva é bem parecido como afirmar o time que vai ganhar uma partida 15 minutos antes dela começar, ainda mais partindo de quem deu essa informação. Não por acaso todas as ações do seu grupo de empresas tiveram fortes altas. Penso que nossos governantes deveriam está mais atentos a esse tipo de informação. Há anos quando quiseram perserguir o MONTEIRO LOBATO, desacreditavam todas as informações que ele dava a cerca de reservas brasileiras de petróleo. Hoje todos os veículos de informação destacam informações sem as devidas verificações. Será Interesse? Pesquisem Senhores!!! Grande Abraço!!!

Comentário de David Ribeiro - Como vai Professor gostei de sua opinião sobre o Eike Batista!! Tive investigando e o pai dele já foi presidente de Ministério de Minas e Energia, OGX no ano passado possui as maiores descobertas do Brasil e neste ano anuncia a Bolívia de gás do Brasil, estranho!!! um abraço!!! 

Nota: Eliezer Batista da Silva (Nova Era, 4 de maio de 1924) é um engenheiro e administrador de empresas brasileiro, que se notabilizou na presidência da Companhia Vale do Rio Doce, que exerceu por duas vezes, e por sua atuação no Programa Grande Carajás (PGC), a primeira iniciativa de exploração das riquezas da província mineral dos Carajás, abrangendo áreas do Pará até o Xingú, Goiás e Maranhão. É filho de José Batista da Silva e de Maria da Natividade Pereira. Diplomou-se pela Escola de Engenharia da Universidade do Paraná, em 1948.

Engenheiro ferroviário, em 1949 foi contratado pela Vale - então uma empresa inexpressiva - e tornou-se seu primeiro presidente oriundo dos quados da empresa, tendo assumido sua presidência em 1961. Coube a Eliezer Batista transformar a mineradora em uma das maiores companhias do planeta, presidindo-a de 1961 a 1964 e de 1979 a 1986.
Foi ministro das Minas e Energia do gabinete Hermes Lima (1962 - 1963) no governo do presidente João Goulart (1961 - 1964). Neste período foi a mola propulsora do projeto do Porto de Tubarão, capitaneando sua construção, no que contou com o apoio irrestrito de San Tiago Dantas, então ministro da Fazenda.

Ainda como ministro de João Goulart, exerceu o cargo de presidente do Conselho Nacional de Minas e Energia e da Comissão de Exportação de Materiais Estratégicos. Com a deposição de João Goulart, pelo golpe militar de março de 1964 foi sumariamente demitido da presidência da Vale e acusado, por alguns grupos militares, de ser "comunista", e esteve ameaçado de ser preso; salvou-o o presidente Castello Branco, que entretanto "aconselhou" que ele deveria ser presidente da Caemi, uma mineradora privada: "Era Caemi, ou cadeia. Não foi difícil escolher".

sábado, 14 de agosto de 2010

Estado do Alabama processa petrolífera por vazamento no Golfo do México

Washington, 13 ago (EFE)

O procurador-geral do estado americano do Alabama, Troy King, anunciou nesta sexta-feira que vai processar a companhia petrolífera BP pelo vazamento de petróleo no Golfo do México que provocou o maior desastre ecológico da história dos Estados Unidos.

Além do processo contra a BP, King apresentou uma denúncia contra as empresas Transocean e Halliburton, também envolvidas no vazamento, que começou no final de abril depois da explosão e posterior afundamento de uma plataforma operada pela BP.
As ações acusam as companhias de causar danos ao litoral e à economia do estado por agir com negligência em relação às normas de segurança.
Até o momento foram apresentados cerca de 300 processos federais contra a BP e as outras duas companhias envolvidas.
A BP era a operadora da plataforma Deepwater Horizon, da Transocean, que explodiu no dia 20 de abril provocando a morte de 11 trabalhadores, e afundou dois dias depois causando o desastre.
Além do Alabama, o vazamento atingiu o litoral do Mississipi, Louisiana e Flórida.
O almirante retirado Thad Allen, que dirige a resposta do Governo americano ao vazamento de petróleo no Golfo do México, disse nesta sexta-feira que o trabalho no poço auxiliar para vedar de forma definitiva o danificado deve continuar.
"Todo mundo está de acordo, precisamos seguir adiante com o poço alternativo, a pergunta é como fazê-lo", disse hoje Allen em entrevista coletiva pelo telefone.
O trabalho no poço auxiliar foi paralisado momentaneamente na terça-feira, devido ao risco de formação de um ciclone tropical na zona, possibilidade que foi descartada ontem, quando foi realizado um teste de pressão no mesmo.
A BP, empresa responsável pelo derramamento, conseguiu selar com cimento com sucesso no início do mês a parte superior do poço e tem agora que finalizar a operação por meio do fechamento na parte inferior, através de um poço auxiliar.
Allen prometeu hoje que o poço auxiliar "será finalizado" e que o danificado será fechado "de forma definitiva".
Da mesma forma que fizeram durante a operação na boca do poço, os engenheiros da BP preveem injetar cimento e lama pesada na parte inferior para fechá-lo de forma definitiva.
A petrolífera anunciou hoje que finalizou os testes para medir a pressão no poço e que cientistas do Governo e a empresa ainda estão analisando os resultados.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Petrobras reduz preço do diesel em 5,1% em média e da gasolina em 1,4%

A estatal estimou que o diesel pode cair 2,6% ou cerca de R$ 0,08 por litro, em média, e a gasolina, 0,4% ou R$ 0,02 por litro, em média

A Petrobras anunciou nesta quinta-feira, 26, a redução do preço dos combustíveis a partir de sexta-feira, dia 27. O valor do diesel nas refinarias vai cair 5,1%, em média, e o da gasolina em 1,4%, também em média. A companhia informou que a decisão é explicada principalmente pelo efeito da valorização do real desde a última revisão de preços, feita em 5 de janeiro. Na data, aumentou o preço do diesel em 6,1%, em média, mas não alterou o valor da gasolina.
A Petrobras também cita ajustes na competitividade da empresa no mercado interno e a redução dos preços dos derivados nos mercados internacionais, "especialmente do diesel, que registrou uma elevação de estoques em função de um inverno menos rigoroso que o inicialmente previsto no hemisfério norte".
A estatal estimou que, se o ajuste for integralmente repassado e não houver alterações nas demais parcelas que compõem o preço ao consumidor final, o diesel pode cair 2,6% ou cerca de R$ 0,08 por litro, em média, e a gasolina, 0,4% ou R$ 0,02 por litro, em média.
"A Petrobras reafirma sua política de revisão de preços pelos menos uma vez a cada 30 dias, o que lhe dá a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade", informou. Segundo a companhia, "os novos preços continuam com uma margem positiva em relação à paridade internacional, conforme princípio da política anunciada, e estão alinhados com os objetivos do plano de negócios 2017/2021". A nova política de preços da Petrobras foi anunciada em outubro de 2016, quando criou o Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp). 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Investidores processam Petrobras na Holanda por perdas com ações


Rio de Janeiro – Um grupo internacional de investidores da Petrobras informou nesta terça-feira que entrou com um processo contra a petroleira no Tribunal Distrital de Roterdã, na Holanda, em busca de ressarcimento após perdas financeiras com ações da empresa devido ao escândalo de corrupção investigado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal.
O grupo formado por entidades, investidores e escritórios de advogados criou no início do ano passado uma fundação, chamada de Stichting Petrobras Compensation Foundation, para buscar benefícios para investidores fora dos Estados Unidos que perderam dinheiro com papeis da companhia.
O alvo do processo são perdas registradas na Bovespa e outros mercados relacionados, como o Latibex, em Madri, além de alguns títulos emitidos em euro, libras e dólares pela subsidiária Petrobras Global Finance.
Em um documento de 172 páginas arquivado junto à Justiça, o grupo alega que os investidores perderam bilhões de dólares, euros e reais, devido a “significativas” baixas contábeis em ativos e a um “declínio acentuado dos preços das ações da empresa”.
A escolha da Holanda para a ação, segundo o grupo, deu-se porque o país é sede da Petrobras Global Finance B.V. e outras entidades e divisões da Petrobras.
O grupo também destacou que o sistema jurídico holandês estabeleceu precedente para investidores internacionais que buscam compensação por fraude e violações das leis que regem os mercados de ações.
Procurada, a Petrobras não comentou imediatamente o movimento dos investidores.
As ações movidas contra a Petrobras nos Estados Unidos, que consideram apenas perdas em ações depositárias norte-americanas negociadas na Bolsa de Valores de Nova York e em certos títulos denominados em dólares, foram suspensas em agosto de 2016, até que seja julgado recurso da empresa contra uma decisão da Justiça, que abriu caminho para um processo coletivo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Petrobras pagará R$ 10 milhões por derramar petróleo na Baía de Ilha Grande

Uma sanção imposta pelos estados, municípios ou pelo Distrito Federal substitui a multa imposta pela União em relação ao mesmo fato, mas a penalidade federal não impossibilita a imposição de multa municipal.
Com base nesse entendimento, a 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que a Petrobras terá de pagar R$ 10 milhões de multa ao município de Angra dos Reis (RJ), em razão do dano ambiental ocasionado pelo derramamento de óleo na Baía de Ilha Grande, em maio de 2002, mesmo já havendo multa aplicada pela União, no valor de R$ 150 mil. O julgamento foi concluído em dezembro, mas o acórdão só será publicado depois do recesso do Judiciário
O recurso foi apresentado no STJ pelo município de Angra dos Reis, inconformado com a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro favorável à Petrobras. A empresa havia alegado que o município não poderia ter aplicado a multa, pois a Capitania dos Portos, que seria o órgão federal competente para tanto, já havia tomado providências nesse sentido. Sustentou, ainda, que a multa da União substituiria a multa municipal.
O TJ-RJ confirmou a sentença que desconstituiu a multa imposta pelo município, sob o fundamento de que a sanção aplicada em momento anterior pela Capitania dos Portos, e já recolhida pela empresa, substitui eventual penalidade pela mesma conduta por parte dos demais entes federativos.
Competência inafastável
O relator do caso no STJ, ministro Herman Benjamin, explicou que o poder-dever de controle e fiscalização ambiental, comum a todos os entes federativos, emerge da própria Constituição Federal e da legislação infraconstitucional, sobretudo da Lei da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81) e da Lei dos Crime e Ilícitos Administrativos contra o Meio Ambiente (Lei 9.605/98), “que fixam normas gerais sobre a matéria”.
Para Benjamin, é “inafastável a competência municipal para aplicar multa em virtude dos danos ambientais provocados pelo incidente ocorrido na Baía da Ilha Grande, visto que a área é abrangida pelo município de Angra dos Reis”.
Segundo ele, também é “impossível deixar de reconhecer a competência da União, exercida pela Marinha do Brasil/Capitania dos Portos, especialmente considerando que a atividade desenvolvida pela Petrobras implica alto risco de causar lesões a seus bens naturais”.
Predominância federal
Benjamin citou o artigo 76 da Lei 9.605/98, no qual afirma ter-se baseado o tribunal fluminense para anular a multa imposta pelo município. De acordo com o relator, “embora passível de questionamento, o fato é que, no âmbito infraconstitucional, houve uniforme e expressa opção no sentido de que, em relação ao mesmo fato, a sanção imposta por estados, municípios, Distrito Federal e territórios predomina sobre a multa de natureza federal”.
Para o ministro, “a situação inversa não foi contemplada de forma intencional”. Segundo ele, não há margem para interpretação de que a multa paga à União impossibilita a cobrança daquela aplicada pelo município, sob pena de bitributação, “uma vez que a atuação conjunta dos poderes públicos, de forma cooperada, na tutela do meio ambiente, é dever imposto pela Constituição Federal”. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.
Fonte: Consultor Jurídico

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Petrobras convida só estrangeiros para licitação de obras no Comperj

Será por isso que de uma hora para outra, algumas empresas brasileira tem sido vendida a grupos estrangeiros? Exemplo Concremat vendida aos chineses há alguns meses. (Nota: André Costa)

Empresas brasileiras ficaram de fora devido aos desdobramentos da Lava Jato. Obra era da Queiroz Galvão, mas foi paralisada em 2015 e será retomada.


Para retomar as obras de construção da unidade de processamento de gás natural (UPGN) do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a Petrobras convidou 30 empresas para participarem da licitação. Todas são estrangeiras. Segundo afirmou o presidente da estatal nesta quarta-feira (11), a companhia não faz distinção entre empresas estrangeiras e nacionais. Entretanto, em função dos desdobramentos da Operação Lava Jato, as grandes construtoras brasileiras estão impedidas de participar de concorrências da companhia.
Foi justamente por causa da operação policial que as obras foram interrompidas, em 2015. Elas estavam a cargo da Queiroz Galvão, uma das empresas alvo das investigações, que decidiu quebrar o contrato alegando que o valor firmado com a estatal não seria suficiente para cobrir os custos.
Segundo Parente, os convites para a licitação foram enviados na primeira semana de janeiro. Questionado sobre por que a estatal não quis convidar empresas brasileiras, ela afirmou que a Petrobras não tem qualquer restrição contra elas, mas que o impedimento parte dos órgãos federais em relação às grandes construtoras do país, todas investigadas na Lava Jato.
“Se essas empresas não estivessem impedidas, elas estariam sendo convidadas. Agora, existe um processo onde essas empresas se habilitam novamente a participar do processo de concorrências da Petrobras”, afirmou Parente.
Para se reabilitar a participar de licitações da petroleira, as empresas precisam seguir uma série de medidas, dentre as quais estabelecer mecanismos internos de compliance e controle de processos.
“Na medida em que elas forem completando estas ações e firmarem os seus acordos com as autoridades federais a respeito deste processo certamente elas estarão novamente em condições de participar de nossas licitações”, disse o presidente da Petrobras.
Parente rebateu as críticas de que a companhia estaria favorecendo empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Ele afirmou que as 30 empresas convidadas possuem sede no país e, segundo a avaliação dele, não podem ser consideradas estrangeiras.
“A empresa que está instalada no Brasil, está produzindo no Brasil, está empregando e empregando brasileiros num grande número, gerando renda no nosso país, essas empresas não são consideradas estrangeiras”, disse.
Questionado, então, se estas empresas enviam a maior parte do lucro para o seu país de origem ou o investe no Brasil, Parente disse que “isso é uma questão de política interna de cada empresa”.
Sobre a retomada das obras no Comperj, Pedro Parente enfatizou a UPGN é extremamente importante para bons resultados da exploração do pré-sal.
“A produção do pré-sal associa óleo e gás e se a gente não tem uma capacidade de escoamento desse gás isso vai limitar a produção do óleo. A gente não pode produzir o óleo se a gente não pode aproveitar o gás. Então, essa unidade é extremamente importante para que a gente continue tendo estes recordes maravilhosos que a gente está vendo na produção do pré-sal”, destacou.
Segundo a Petrobras, em 2016 a produção operada na camada pré-sal registrou recorde histórico. Foi atingida a marca de 1,02 milhão de barris de óleo por dia, o que superou em 33% a produção registrada no ano anterior.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Começou as Paradas Erradas 2

Coppe divulga nota de repúdio contra Crivella por não confirmar especialista na Cet-Rio




A Coppe/UFRJ divulgou na tarde desta quarta-feira nota de repúdio contra o tratamento dado pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella, por não ter concretizado a nomeação do professor Paulo Cezar Martins Ribeiro para a Cet-Rio. E confirmou que a alegação dada por Crivella de que Paulo Cezar não foi nomeado por estar com uma doença grave é “totalmente inverídica”.
Agora à tarde, Paulo Cézar voltou a falar sobre o assunto:
— A minha saúde está muito boa. Eu vou continuar na Coppe, de onde acabei nem me desvinculando, dando aulas na graduação e na pós e fazendo pesquisas na área de transporte, numa constribuição da academia para a sociedade — disse o professor.
Paulo Cézar disse que pelka manhã tratou rapidamente do assunto com o secretário municipal de Transportes, Fernando Mac Dowell:
— Como ele não me procurou, eu o procurei na sala dele. Ele alegou questões burocráticas, devido a acertos salariais. O dia foi muito intenso e ainda não consegui absorver tudo. Fico pensando se por acaso ao comandar na terça-feira uma operação bem sucedida no Centro do Rio para dar maior fluidez ao tráfego, quando vários ônibus foram multados, se não contrariei algum interesse — disse.
A íntegra da nota.
“A Coppe/UFRJ repudia a forma desrespeitosa com a qual o Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, não concretizou a nomeação para a Presidência da CET-Rio do professor de Engenharia de Transportes da instituição, Paulo Cezar Ribeiro, que foi oficialmente convidado pelo vice-Prefeito e secretário de Transportes Fernando Mac Dowell. No dia 3 de janeiro, Paulo Cezar participou de uma reunião com os diretores e gerentes da CET-Rio, na qual estava presente o secretário de transportes, que o apresentou como o novo presidente da empresa.
Hoje, dia 11/01, Paulo Cezar foi informado pelo jornal que havia sido nomeada outra pessoa para a Presidência da CET-Rio. Mais tarde, ainda pela mídia, o professor foi informado que o prefeito declarou em entrevista coletiva à imprensa que ele tinha declinado do cargo por estar com uma doença grave. Informação totalmente inverídica.
Causa estranheza que a não confirmação para o cargo do respeitado professor tenha ocorrido no dia seguinte a uma operação bem–sucedida de fiscalização da CET-Rio, por ele orientada, que resgatou a fluidez do tráfego no terminal Procópio Ferreira, na Central do Brasil, resultando na multa de 91 ônibus que se encontravam estacionados irregularmente no local. Tal irregularidade vinha ocorrendo constantemente, gerando grande congestionamento em toda a região, causando transtornos e manifestações de insatisfação de toda a população.
Lamentamos que a população do município do Rio de Janeiro, que está entre as cidades mais congestionadas do mundo, perca a oportunidade de ter como presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego um profissional da qualificação do professor Titular da Coppe/UFRJ, Paulo Cezar Ribeiro, doutor em Engenharia de Tráfego pela University College London.”

fonte: Luiz Ernesto Magalhães - O Globo

Leia mais: http://oglobo.globo.com/oglobo-20760014#ixzz4VXwXqPO3

A importância da qualidade da água na produção de cerveja

A água é o principal constituinte da cerveja, correspondendo a aproximadamente 95% da bebida e, por esse motivo, suas características influe...