terça-feira, 17 de abril de 2012

Argentina retoma controle de principal empresa de petróleo

Presidenta Cristina Fernández de Kirchner critica postura da Repsol de cortar investimentos na YPF, privatizada na década de 1990 e considera que a YPF estava levando a Argentina a ser um "país inviável"
São Paulo – A presidenta da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, anunciou hoje (16) a expropriação de 51% das ações da YPF (Yacimientos Petrolíferos Fiscales, em castelhano), principal empresa de petróleo do país, atualmente controlada majoritariamente pela europeia Repsol.
Cristina justificou a decisão com base na falta de investimentos por parte da principal acionista da empresa, privatizada durante o governo de Carlos Saúl Menem (1989-99). “A prosseguir com esta política de esvaziamento, de não produção, de não exploração, nos tornaríamos praticamente um país inviável. Por políticas empresariais e não por recursos, já que somos o terceiro país do mundo, segundo a agência de petróleo dos Estados Unidos”, afirmou em um ato na Casa Rosada.
Nas últimas semanas, governadores aliados a Cristina anunciaram a expropriação de vários campos que deixaram de funcionar ou que operavam abaixo da capacidade. Agora, segundo o projeto que será enviado ao Congresso, o governo nacional terá o controle de 26,01% do total de ações e as províncias dividirão 24,99% dos papéis.
A presidenta lamentou que a Argentina precise atualmente importar gás e petróleo, o que levou a uma declaração de interesse público sobre as reservas do setor como forma de garantir a autossuficiência em abastecimento. O projeto terá a previsão ainda de que uma nova privatização só poderá ser aprovada mediante o apoio de dois terços do Congresso.
Espanha reage
O governo espanhol condenou a decisão do governo argentino e anunciou que nos próximos dias adotará medidas contra a proposta de Cristina Kirchner. A esquerda espanhola e ecologistas viram a decisão com mais cautela e aproveitaram para criticar a política exterior do direitista Partido Popular espanhol.
"O governo condena com absoluta energia a arbitrariedade do governo da Argentina de se apropriar da ações que a Repsol possui da YPF", afirmou o ministro espanhol de Assuntos Exteriores, José Manuel García Margallo. "É uma medida arbitrária que rompe o clima de cordialidade e amizade que tradicionalmente presidiu as relações entre Argentina e Espanha."
Hillary critica
A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, advertiu que há riscos na decisão do governo da Argentina. Ela disse que o modelo que estimula a concorrência e o mercado de commodities é o ideal.
“Acho que essa decisão será muito debatida. Não vou dar opinião aqui porque não conheço em detalhes a decisão”, disse a secretária, depois de se reunir por cerca de uma hora com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, no Itamaraty.

                                                                                 Por: Redação da Rede Brasil Atual  (Publicado em 16/04/2012)

Haroldo Lima: É tua a hora, Argentina.
Na história da indústria do petróleo, não há o precedente de algum país, outrora subdesenvolvido, hoje emergente, ter conseguido desenvolver seus recursos petrolíferos em função dos interesses nacionais, senão quando este país tinha pelo menos uma grande petroleira. E país pobre só tinha uma forma de ter uma grande petroleira, criando-a como estatal.

sábado, 14 de abril de 2012

Nova Turma

Seja muito bem vindo a família Plataforma. Faça o diferencial no mercado de trabalho estudando na única escola da região em que as aulas são ministradas por profissionais formado na área de petróleo e gás.

Parabéns a todos!!!!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

PetroChina supera Exxon e lidera em produção de petróleo

Uma grande mudança está acontecendo nas principais empresas que controlam o mercado de petróleo - uma gigante americana está atrás de uma principiante chinesa. A Exxon Mobil não é mais a maior produtora de petróleo negociada em bolsa do mundo. Pela primeira vez, o título vai para uma empresa chinesa de 13 anos chamada PetroChina, criada pelo governo chinês para garantir mais petróleo para a economia crescente do país.

Ontem, 29 de março, a PetroChina anunciou que produziu 2,4 milhões de barris por dia no ano passado, ultrapassando a Exxon em 100 mil barris. A companhia cresceu rapidamente na última década ao conseguir "espremer" os campos de petróleo mais velhos da China e gastando mais do que companhias ocidentais para adquirir mais reservas de petróleo em locais como Canadá, Iraque e Qatar, motivada pela necessidade de garantir a maior quantidade possível de petróleo.

A produção da empresa chinesa aumentou 3,3% em 2011 enquanto a da Exxon caiu 5%. Aliás, a produção da Exxon ficou atrás ainda da Rosneft, da Rússia. A ascensão da PetroChina destaca a diferença fundamental sobre como as maiores companhias de petróleo planejam abastecer o mundo uma vez que os novos depósitos se tornam mais raros e passa a ser mais caro produzir.


A maioria das grandes empresas de petróleo estão atrás de novos campos para substituir os poços atuais. A PetroChina tem uma missão diferente. O governo chinês detém 86% das ações e a China utiliza quase toda gota de petróleo que a companhia produz. O apetite dos chineses por gasolina e por outros produtos petrolíferos deve dobrar entre 2010 e 2035. "Devemos ir adiante", comentou o presidente da empresa chinesa, Jiang Jiemin.

fonte: NN 

segunda-feira, 19 de março de 2012

Chevron pode ser proibida de atuar no Brasil

Depois de ter seus executivos e funcionários impedidos de sair do País, as empresas petroleiras Chevron e Transocean também serão denunciadas pelo Ministério Público Federal, podendo ser multadas e até interditadas, isto é, a proibidas de operar no País.


A informação foi dada ontem pelo procurador da República em Campos (RJ) Eduardo Santos de Oliveira. Ele aguarda informações do inquérito da Polícia Federal, da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e do IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis para oferecer denúncia criminal à Justiça Federal até o fim da semana.

Oliveira solicitou esclarecimentos à ANP sobre outro ponto que pode agravar as penas da Chevron. O MPF diz ter sido informado pela agência de que a Chevron solicitara a paralisação e não a suspensão das atividades no Brasil. 'A Chevron não pode sair sem finalizar o abandono (fechamento) do poço. Quero entender a dimensão do pedido. Uma série de atitudes da empresa demonstra seu desprezo pelo acidente e os danos causados', disse ao Estado.

Em novembro passado, quando ocorreu o primeiro vazamento do poço da Chevron no Campo de Frade, na Bacia de Campos, a ANP já havia determinado a suspensão das atividades de perfuração da empresa em território nacional, até que fossem esclarecidas as causas do problema e restabelecidas as condições de segurança na área.

Anteontem, um dia após nova mancha de óleo ser avistada, a Chevron Brasil afirmou em nota que já havia suspendido temporariamente a produção no local. A petroleira também informou que vai fará um amplo estudo técnico para entender melhor a estrutura geológica do Campo do Frade. A produção da petroleira ali é de 61,5 mil barris diários.

Segundo o procurador, a companhia deveria gerir a crise gerada pelos vazamentos, mas tem apenas tentado minimizar os problemas com respostas evasivas e informações pouco claras. Na acusação que enviará à Justiça Federal, o MPF pode requerer até mesmo a prisão preventiva dos acusados. As penas individuais por crime ambiental e falsidade ideológica podem passar de 18 anos mais multa.

Monitoramento isento. O oceanógrafo e professor da Universidade Estadual do Rio (Uerj) David Zee alertou ontem que mesmo com a suspensão das operações pode vir a acontecer um acidente ainda maior por conta das falhas geológicas já identificadas na região. Até agora não está clara a causa do novo vazamento, mas há fortes sinais de que seja consequência do anterior. O procurador Oliveira também avalia que o vazamento no Frade parece estar fora de controle.

A Marinha deve realizar novos sobrevoos ao longo da semana.

Por MARIANA DURÃO / RIO, estadao.com.br, Atualizado: 19/3/2012 3:05

sexta-feira, 16 de março de 2012

Algumas considerações sobre o Curso de Petróleo e Gás

André Luiz Palmeira Costa CRQ 3ª Região nº. 03252123




Bom dia! Senhores. Voltamos para desmitificar algumas coisas a respeito do Curso de Petróleo e Gás.

Não existe curso exclusivo de petróleo e gás. Esse curso foi criado e desenvolvido no Rio de Janeiro por um grupo de professores em 2005, antes existiam cursos individualizados. Por tanto não tem nada de exclusivo nesse curso. As empresas que vieram depois, no caso da Plataforma Escola (2007), seguem a receita campeã e adiciona o “ESTUDE COM QUEM FAZ” contratando para os seus quadros de professores que são profissionais atuantes na área. Hoje existem dezenas de cursos com mesmo conteúdo, não tem como mudar isso. O diferencial está na qualificação dos profissionais envolvidos no projeto de implantação da empresa de treinamento, no caso da Plataforma Escola (André Luiz Palmeira Costa Tecnólogo e Pós-graduado em Geologia e Geofísica). Pesquisem as outras. Nos anúncios todos são chocolates, mas existe o melhor chocolate. Outro diferencial é o desenvolvimento do material pedagógico, no caso da Plataforma Escola, desenvolvido exclusivamente para o curso uma vez que os profissionais envolvidos são formados em petróleo e gás ou afins para indústria. Hoje eles trabalham ou trabalharam em empresas de exploração, perfuração, distribuição, refino, comercialização, exportação e importação, laboratórios de pesquisas e muitas outras, sendo assim capazes de desenvolver material de ponta e não ficar copiando materiais existentes.

Existem três maneiras de adquirir apostilas e livros com os conteúdos para ministrar treinamentos: Comprando das empresas idôneas que existe no mercado, Desenvolvendo junto a um corpo técnico competente, ou tirando da internet ou das pessoas que desenvolveram. Por tanto aluno, pesquise antes de firmar um contrato. Pergunte a quem está lhe propondo uma mudança de vida, “vendendo um sonho”: O que é petróleo? Onde e como ele ocorre? Por que barril? Por que upstream e downstream?

Notem que ter o treinamento com quem é da área de petróleo e gás trata-se do grande diferencial no mercado de trabalho. Não existe ”Encaminhamento de Emprego” A maior empresa do país é de economia mista e administrada pelo Governo Federal por tanto seu acesso somente via concurso público. Transocean e Pride só para citar as maiores empresas de perfuração do mundo que estão instaladas no Brasil, mas por se tratarem de multinacional tem todo seu processo seletivo desenvolvidos por conceituadas empresas de RH que tem inscrições individualizadas (essa sim a plataforma escola tem parceria, verifique no site www.plataformaescola.com). Não podendo ser feitas por empresas de treinamentos.

Curso de Salvatagem (que não existe mais, hoje e o CBSP – Curso básico de Segurança em Plataformas) e Huet só pode ser ministrado por empresas certificadas junto a Marinha do Brasil. (pesquise sempre antes de fazer, caso contrario terá que refazer o curso que tem custo médio de R$1.000,00).

Dependendo de qual profissão o aluno seguir na plataforma não tem a necessidade do inglês por tanto não aceite venda casada de treinamento. ISSO É CRIME. DENUNCIE! Aos órgãos de defesa do consumidor. A língua inglesa existe há mais de 2000 anos, não existe mais nada de exclusivo em seu ensinamento e aprendizagem. Metodologias novas sim, mas essas terão que ser compradas, desenvolvidas ou ainda copiadas de professores, empresas ou da internet. (nova pesquisa para vocês: vejam quem são os professores envolvidos e quais suas formações).

Outra coisa que deve ser analisada é a questão do salário inicial. O primeiro lugar que devemos pesquisar é o site do ministério do trabalho, no link CBO (Classificação Brasileira de Ocupação) que trata de todas as profissões existentes no Brasil. Exemplo: Plataformista (perfurador de poços) salário base R$ 1.400,00. Deve também ser consultado site como: www.clickmacae.com.br e/ou www.guiaoffshore.com.br onde poderemos observar quanto às empresas estão pagando e quantos profissionais elas estão necessitando.

O mercado de petróleo e gás está super aquecido por isso permite a entrada de empresas de treinamento sem nenhuma bagagem e administrada por pessoas sem nenhum compromisso com os alunos. Sendo assim só você, aluno, pode separar o joio do trigo (os sérios dos aventureiros). Nos sites das empresas sérias tem foto, nome e certificação dos profissionais envolvidos. Através de uma pesquisa minuciosa na internet (Google – cursos de petróleo e gás) a respeito da estória das pessoas por trás das empresas de treinamento. Não caia em propagandas “bonitinhas”. O que vale é o conteúdo do treinamento e principalmente quem está aplicando-o.

Não garantimos emprego (nenhuma empresa de treinamento pode garantir uma coisa que depende de vocês (alunos), vai ser sua desenvoltura e conhecimento durante o processo seletivo que garantirá sua colocação no mercado de trabalho). Nem faculdede oferece emprego para ninguém. O que uma empresa como a credibilidade da PLATAFORMA ESCOLA, com 5 anos de tradição, pode garantir é uma ÓTIMA QUALIFICAÇÃO e o CADASTRAMENTO EM 34 EMPREITEIRAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS À PETROBRAS.

Venha estudar com que está no mercado desde 2007, que já formou milhares de aluno que hoje boa parte está atuando no mercado de trabalho.

Não abra mão de estudar com profissionais realmente da área de petróleo e gás.

PESQUISEM SENHORES!!!

Um grande abraço!!!

André Luiz Palmeira Costa (Filiado ao Conselho Regional de Química – CRQ 3ª Região nº. 03252123).

TECNÓLOGO EM GESTÃO PARA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS. UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ (registrado nº. 0002188) e PÓS-GRADUADO EM GEOLOGIA E GEOFÍSICA DE POÇOS EM RESERVATÓRIOS DE PETRÓLEO E GÁS. UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ (registrado nº. 1573 livro 22, folha 48v)

Atualmente membro da Sociedade Brasileira de Geofísica (SBGf) e também do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustível (IBP).

Currículo LATTES – http://lattes.cnpq.br/5455990902792404





quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ANP vai apurar vazamento em Santos

Técnicos da Agência Nacional do Petróleo (ANP) embarcam hoje com uma equipe para a plataforma Dynamic Producer, que está no campo de Carioca Nordeste, no pré-sal da bacia de Santos, e onde ocorreu um vazamento de petróleo na manhã de ontem. A estimativa inicial da Petrobras era que vazaram 160 barris de petróleo em alto mar, sem risco de chegar às praias brasileiras. A plataforma está ancorada a 300 quilômetros da costa de São Paulo, a uma profundidade de 2.140 metros.

O acidente é o segundo protagonizado por esta plataforma, que é do tipo FPWSO com posicionamento dinâmico, que tem de diferente das outras embarcações tipo FPSO uma ferramenta (workover) que permite fazer manutenção nos poços sem parar a produção. Em março do ano passado a mesma Dynamic Producer sofreu ruptura na tubulação que interligava a plataforma a um poço no campo de Guará. Na época, o acidente não teve consequências porque o poço estava fechado devido a uma perda de posicionamento do próprio navio ocorrida dias antes.

Questionada, a Petrobras disse que ainda não tem subsídios para comentar se há semelhança entre os dois eventos, que ocorreram com diferença de menos de um ano. Para o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, o importante é que os equipamentos instalados "para impedir efeitos de acidentes como esse" funcionaram. Mas segundo a ANP, uma possível relação entre os dois acidentes será investida.

Depois do acidente no ano passado a Petrobras criou uma comissão técnica que concluiu que a ruptura na tubulação foi provocada por uma "trinca" na tubulação durante a descida do equipamento pela sonda. Os campos de Guará e Carioca Nordeste são explorados por um consórcio formado pela Petrobras (45% - operadora), BG (30%) e Repsol (25%).

Até o momento a Petrobras teve quatro problemas de produção no pré-sal da bacia de Santos, sendo que o de ontem foi o primeiro em que houve vazamento de óleo. O primeiro foi no campo de Lula (antigo Tupi), em 2009, quando a produção foi paralisada devido a problema de fabricação nos parafusos de fixação da árvore de natal molhada, equipamento instalado na boca do poço e que mantém a produção sob controle. Em julho de 2010, quando perfurava um poço para alcançar o reservatório de Libra (na época era da ANP e depois fez parte da cessão onerosa), a estrutura desmoronou devido à perda de consistência da camada de sal na área.

Fonte: Valor Econômico/Por Cláudia Schüffner Do Rio

Empresa: limpeza de praia do RS atingida por vazamento foi concluída

A limpeza da praia de Tramandaí (RS), que foi atingida por um vazamento de óleo na manhã desta quinta-feira, foi concluída na madrugada desta sexta. A informação é da Transpetro, empresa responsável pelo transporte de combustíveis, que começou o recolhimento da substância na tarde de ontem.


Segundo a empresa, embora não existam mais indícios de óleo no mar, equipes de contingência permanecerão no local para o recolhimento de eventuais resíduos trazidos pela maré. Uma comissão interna foi criada para investigar as causas do acidente.

A Transpetro estima que 1,2 m³ de óleo (1 milhão e 200 mil litros = aproximadamente 8 mil barris) tenham sido derramados. De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a mancha, quando foi detectada, estava fragmentada a 800 m da areia e tinha cerca de 1 km².

Equipes do órgão sobrevoaram a região na tarde de ontem. Técnicos chegariam à cidade hoje para acompanhar os trabalhos.

O problema, que atingiu a área situada entre o rio Tramandaí e uma plataforma de pesca, teria começado durante o transbordo de óleo de um navio a uma monoboia em alto mar.

Segundo a Transpetro, monoboia é uma unidade flutuante presa ao fundo do mar que serve para ancorar navios de grande porte que não podem atracar em terminais de pequeno calado junto à costa. Além de ancorar o navio, o equipamento também permite a carga e descarga de petróleo e derivados.

Portos & Navios - 27 de janeiro de 2012 • 11h42 • atualizado às 14h16

A importância da qualidade da água na produção de cerveja

A água é o principal constituinte da cerveja, correspondendo a aproximadamente 95% da bebida e, por esse motivo, suas características influe...