segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Construtora lança projeto de novo porto no Rio


DO RIO - A DTA Engenharia estruturou um projeto para construir um porto na região dos Lagos, no litoral fluminense, com objetivo de atender ao Comperj (Complexo de refinaria e petroquímica da Petrobras). O empreendimento deve consumir investimentos de até R$ 5,4 bilhões -dos quais R$ 1 bilhão será destinado à infraestrutura portuária. O grupo já comprou um terreno em Ponta Negra, distrito de Maricá, e a previsão é concluir as obras até 2015, quando o Comperj começará a produzir combustíveis e produtos petroquímicos. O novo porto, se vingar, terá capacidade para receber até 40% da extração atual no país. Para deslanchar, o grupo precisa atrair investidores e convencer a Petrobras a fechar contrato. Hoje, todos os terminais de carga e descarga usados pela estatal são próprios.

Noticiário cotidiano - Portos e Logística Seg, 16 de Janeiro de 2012 07:20
Fonte: Folha de São Paulo





sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Joint venture poderá investir US$ 22 bi, diz Eike Batista

A joint venture entre a MPX e a empresa alemã E.ON pretende atingir uma capacidade de 20 GigaWatt (GW). Com a parceria, a companhia alemã deverá participar dos gastos operacionais para alcançar essa geração.


Atualmente, a MPX possui 11 GW em projetos licenciados que serão colocados no acordo, o que supõe um incremento no atual pipeline.

De acordo com Eike Batista, serão necessários US$ 22 bilhões em investimentos. Contudo, executivos das duas empresas afirmaram que o número é apenas uma "regra geral", e que o aporte necessário varia de acordo com a fonte de energia.

"A joint venture ainda fará um anúncio no próximo programa de investimentos", disse Johannes Teyssen, presidente da E.ON. "No Brasil, é possível financiar até 75% do capital necessário, o país tem muito boas condições de investimentos", frisou.

As empresas anunciaram nesta quarta-feira (11/1) uma joint venture, que deverá concentrar os investimentos da MPX e da E.ON no país. A MPX pretende levantar R$ 1 bilhão através de aumento de capital, no qual a E.ON deve investir R$ 850 milhões, atingindo cerca de 10% de participação.

A empresa alemã deve dar suporte financeiro aos planos de investimento da companhia. "Nós vamos contribuir de forma financeira, ao compartilhar as despesas de investimentos para que os projetos se tornem realidade", explicou Frank Mastiaux, presidente da E.ON International Energy. "Entraremos com recursos, habilidades e financeiro".

Para a operação, a companhia de Eike Batista fará conversão de debêntures em ações da MPX. A E.ON opera um total de 69 GigaWatt (GW) em todo o mundo, e já havia tentado entrar no mercado de energia do Brasil, por meio de uma associação com a portuguesa EDP. O executivo da companhia disse que a MPX não foi uma segunda opção.

"A EDP, tenho muito respeito por eles, mas comparados à MPX são muito pequenos no Brasil", disse Teyssen. O governo português decidiu vender, no final do ano passado 21,35% de sua participação na EDP para a China Three Gorges, que pagou € 2,7 bilhões. A companhia alemã participou da concorrência.

"A MPX não é uma segunda opção, é a primeira opção. A empresa tem o maior portfólio de licenças", disse Teyssen. "Falamos com todas as empresas, mas no final casamos com a noiva certa", brincou Eike Batista. Após o acordo, a empresa de Eike Batista deverá manter certos projetos fora da joint venture. São eles a Pecém I, Pecém II, Itaqui, Parnaíba e Amapari, que somam uma capacidade de 3 GW.

Ainda na operação, a MPX deverá criar uma nova companhia, denominada CCX, que ficará de fora da joint venture. Trata-se da fatia da MPX que opera ativos de mineração de carvão na Colômbia.



Fonte: Brasil Econômico/Felipe Peroni



quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Crise à Vista!!!

É uma das incógnitas de 2012. O Irã tem estado em foco por uma convergência de episódios e decisões. E o estreito de Ormuz surgiu como peça destes jogos de nervos.


Durante 10 dias, a marinha iraniana desenvolveu o "Velayat 90", um conjunto de exercícios militares navais que se estenderam pelo Golfo do Pérsico, Golfo de Omã e Mar Arábico. Os exercícios colocaram as forças iranianas na proximidade da 5ª Esquadra norte-americana que opera a partir do Bahrain.

No final do ano, os EUA aprovaram sanções contra o Irã que penalizarão fortemente os clientes do petróleo iraniano, entre os quais se encontram, em 85% dos casos, asiáticos e, em 17%, países da União Europeia, com destaque para a Grécia, Itália e Espanha.

Em simultâneo, estrategistas norte-americanos referem ser o momento certo para um ataque cirúrgico a alvos do projeto nuclear no Irã. "Está na hora de atacar o Irã"

O vice-presidente iraniano falou, durante os exercícios, de bloquear o Estreito de Ormuz se as sanções se impuserem efetivamente. O estreito é um corredor que a Energy Information Administration considera "a mais importante passagem de navios com petróleo do mundo". Por ele passa um pouco mais de 1/3 do petróleo transportado por via marítima.

Durante a guerra do Irã e do Iraque, nos anos 1980, os iranianos minaram as águas do estreito e comandos em barcos de borracha atacaram petroleiros. Uma brincadeira comparada com a capacidade atual iraniana. "[Fechar o estreito] é tão fácil como beber um copo de água", disse o almirante iraniano Habibollah Sayari.

Mas, como se verificou nestes exercícios, o estreito pode ser afetado a partir do Golfo do Omã, a sul do Estreito, que é ladeado pelo Irã e pelo Omã. Os exercícios navais recentes pretendem projetar a capacidade iraniana também no Índico ocidental.

O secretário de Estado da Defesa norte-americano, Leon Panneta, afirmou a 8 de janeiro na cadeia norte-americana CBS que, se o Irã bloquear o estreito, os EUA entrarão em campo para anular o bloqueio. "É uma outra linha vermelha" que os iranianos não poderão ultrapassar, disse.

                                                                  fonte: Exame Expresso - 11/01/2012 atualizado às 10:28

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal

Hoje é natal, quero que saiba que neste dia mágico, eu desejo a todos muitos sonhos, muitas alegrias, muito amor e felicidade. Vale lembrar que todos os momentos da vida são significativos principalmente aqueles quando temos a companhia de pessoas especiais.



O natal é muito mais que uma data comemorativa, é a oportunidade impar de demonstrar amor, carinho, e muito mais as pessoas ao seu redor.


Que a força que norteia o mundo possa trazer esperança aos seus sonhos. Que a luz do amor divino possa clarear todas as escuridões existentes em nossos corações.


Tenha um grande Natal, que os anjos sigam todos vocês sempre e te protejam na longa caminhada da vida, para que o caminho não seja ardo e sempre que possível repleto de bons frutos.


Não espere as coisas caírem do céu. Vá à trás de seus ideais. Defenda o que acredita. Seja feliz, muito feliz! DEUS nos criou a sua semelhança não foi por acaso.


Eu desejo a todos um maravilhoso Natal de saúde, amor, prosperidade e principalmente fé em dias melhores.


Feliz Natal!!!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Alteração genética faz bactéria excretar petróleo

Cientistas descobriram uma alteração genética que faz bactérias minúsculas comerem restos agrícolas, como lascas de madeira e palha de trigo, e excretarem petróleo bruto. O "produto" das bactérias poderá mover um veículo, pela primeira vez, dentro de um mês, de acordo com Greg Pal, 33 anos, executivo do setor de softwares.

Segundo o jornal britânico The Times, Pal é diretor da LS9, uma das várias companhias da região do Vale do Silício que menosprezou as tradicionais atividades de alta tecnologia e embarcou numa corrida para tornar obsoletos os barris de petróleo da Arábia Saudita. "Todos nós aqui, cada um nesta empresa e nesta indústria, sabem da urgência disso", disse Pal.

Eles estão tentando fazer um produto que gere petróleo. A empresa afirma que este "Petróleo 2.0" não será só renovável, mas também produzirá pouco dióxido de carbono.

Segundo Pal, as bactérias da LS9 são organismos de uma única célula, do tamanho de uma bilionésima parte de uma formiga. Elas começam como levedura ou como um tipo não-patogênico da bactéria E. coli durante fermentação, mas são modificadas geneticamente.

"De cinco a sete anos atrás, o processo teria levado meses e custado centenas de milhares de dólares", disse Pal. "Agora isso pode levar semanas e custar talvez US$ 20 mil" (equivalente a cerca de R$ 32,2 mil).

Como a estrutura do petróleo bruto está próxima, em termos moleculares, dos ácidos graxos geralmente excretados pela levedura ou bactéria E. Coli durante a fermentação, não se leva muito trabalho até chegar no resultado desejado. O petróleo bruto pode ser refinado e virar petróleo ou combustível para aviões a jato.

Usar bactérias modificadas geneticamente para fermentação é essencialmente o mesmo que usar bactérias naturais para produzir etanol, embora o processo final de destilação, que utiliza muita energia, seja praticamente eliminado, uma vez que os insetos excretam uma substância quase pronta para ser consumida.

O mais próximo da produção em massa que a empresa chegou foi com a máquina de fermentação de mil litros, que parece uma jarra gigante de aço, próxima a um computador do tamanho de um guarda-roupas ligados por cabos e tubos.

A máquina pode produzir o equivalente a um barril por semana e ocupa 40 m² em sua base. Para subsituir o consumo semanal americano, de 143 milhões de barris de petróleo, o equipamento precisaria cobrir uma área aproximadamente do tamanho de Chicago.

Redação Terra 17 de junho de 2008 • 17h37 • atualizado às 18h32




Petrobras e Unicamp estudam bactérias de poços de petróleo que degradam o óleo

A exploração de petróleo nas profundezas dos oceanos engloba um obstáculo pouco conhecido e capaz de trazer muitas dificuldades para as empresas petrolíferas: é a presença de microrganismos que degradam o óleo. Eles representam um desafio a ser superado, além das forças da natureza como as correntes marítimas e a pressão no fundo do mar que impõem o uso de tecnologias de ponta para a instalação de plataformas. Tanto nos reservatórios como na água existente dentro dos poços de petróleo vivem várias espécies de bactérias que se alimentam e degradam o óleo e ainda secretam biofilmes, estruturas moleculares usadas por elas para se proteger de agentes tóxicos e se fixar naturalmente em rochas e sedimentos.


Com o início da produção submarina, os biofilmes, que também podem ser formados pela aglutinação das próprias bactérias, começam a se fixar em plásticos e metais. Essas estruturas de tamanhos micrométricos se acumulam e atingem espessuras de até 4 milímetros (mm). “O problema é que esses biofilmes prejudicam a exploração petrolífera porque eles grudam no interior das tubulações e corroem os dutos que são equipamentos de difícil limpeza”, diz a professora Anita Marsaioli, do Instituto de Química (IQ) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que participa de vários projetos em conjunto com a Petrobras na identificação e estudo dessas bactérias e das enzimas que elas produzem.

Na degradação, uma parte do petróleo com grande valor comercial é destruída parcial ou totalmente, reduzindo assim o seu valor comercial. “As bactérias transformam os hidrocarbonetos em ácidos graxos tornando o óleo mais pesado e com qualidade inferior”, diz Anita. O melhor conhecimento dessa população de bactérias e das condições que lhes são favoráveis vai contribuir para a elaboração de estratégias para a empresa reduzir o risco na exploração e agir de forma a detectar e antecipar os problemas na produção. Existe também um imenso potencial para o uso futuro de alguns desses microrganismos para limpar, por meio de técnicas de biotecnologia, o petróleo derramado de oleodutos, plataformas e navios de transporte. “Sabemos da existência de bactérias, por exemplo, que produzem biossurfactantes com dupla função, para inibir o crescimento de outras espécies de bactérias, o que é bom, e ao mesmo tempo dissolver o petróleo.” Os biossurfactantes são moléculas produzidas pelas bactérias que reduzem a tensão superficial da área fronteiriça entre água e óleo nos reservatórios facilitando a mistura desses líquidos e a posterior degradação do petróleo.

Marcos de Oliveira - Maio 2009



quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

ANP admite necessitar urgente de 152 novos servidores


"A ANP não precisa de helicópteros - Disse a diretora da ANP, Magda Chambriard, sobre a possibilidade de oferecerem helicópteros para a agência. Ela afirmou que está satisfeita em utilizar aeronaves da Marinha, mas admitiu necessitar dos 152 novos servidores previstos para 2012."

Fonte: NN A Mídia do Petróleo em 30/11/2011



"Diante dos questionamentos dos senadores, o representante da ANP, Silvio Jablonski, admitiu que o efetivo da Agência é insuficiente para fiscalizar e monitorar todos os 900 poços que são perfurados por ano no Brasil, uma média de três por dia.

Segundo ele, a ANP conta com uma equipe extremamente qualificada para atuar na área de segurança operacional, mas são apenas 15 técnicos, por isso a intenção da Agência é realizar um novo concurso."

Fonte: Diário do Nordeste em 29/11/2011 (Agência Senado)



"O chefe de gabinete da ANP, Luiz Eduardo Duque Dutra, disse ontem em palestra no Rio que a agência precisa formar "quadros". "É o ponto crucial. A segurança operacional na indústria do petróleo é extremamente relevante." Após o evento, Dutra afirmou que trabalham na agência cerca de 700 profissionais, sendo que a maioria tem a partir de 50 anos ou menos de 30, o que cria "um gap geracional.

Segundo ele, a ANP deve realizar, no ano que vem, um concurso para a contratar cerca de 150 funcionários - a maior parte deles de nível técnico."

Fonte: Estadão em 29/11/2011



A importância da qualidade da água na produção de cerveja

A água é o principal constituinte da cerveja, correspondendo a aproximadamente 95% da bebida e, por esse motivo, suas características influe...