A Diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), reunida hoje (21/11/11), determinou a suspensão das atividades de perfuração no Campo de Frade até que sejam identificadas as causas e os responsáveis pelo vazamento de petróleo e restabelecidas as condições de segurança na área. Essa deliberação suspende toda atividade de perfuração da Chevron do Brasil Ltda. no território nacional.
A ANP rejeitou, na mesma decisão, pedido da concessionária para perfurar novo poço no Campo de Frade com o objetivo de atingir o pré-sal. A Diretoria entende que a perfuração de reservatórios no pré-sal implicaria riscos de natureza idêntica aos ocorridos no poço que originou o vazamento, maiores e agravados pela maior profundidade.
A medida não alcança as atividades necessárias ao abandono definitivo do poço 9-FR-50DP-RJS e a restauração das suas condições de segurança.
A decisão se baseou nas análises e observações técnicas da Agência, que evidenciam negligência, por parte da concessionária na apuração de dado fundamental para a perfuração de poços e na elaboração e execução de cronograma de abandono, além de falta de maior atenção às melhores práticas da indústria.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Vazamento de Óleo na Bacia de Campos
Ibama vai autuar Chevron por vazamento de petróleo
Polícia Federal também está investigando vazamento na Bacia de Campos. Ministro Edison Lobão diz que caso "não é grave", mas ambientalistas alertam que vazamento pode ser "dez vezes maior"
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) divulgou nota nesta quinta-feira (17) dizendo que vai autuar a Chevron pelo vazamento de petróleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos, Rio de Janeiro.
A nota, assinada pelo presidente Curt Trennepohl, diz que especialistas do instituto estiveram no local do acidente e acompanham diretamente o caso. Segundo a nota, a Chevron será autuada assim que o poço for fechado, porque "o valor da multa é proporcional ao dano ambiental causado. E esse dano somente poderá ser mensurado ao final dos trabalhos".
A Polícia Federal também se manifestou a respeito do acidente. O delegado Fabio Scliar, titular da Delegacia de Meio Ambiente da PF, abriu inquérito na quarta-feira (16) para apurar o vazamento. Segundo o delegado, uma equipe da PF foi deslocada para o município de Campos, e deve começar a investigação nesta quinta-feira.
O delegado suspeita de negligência por parte da empresa na contenção do vazamento. Segundo ele, as informações prestadas pela empresa são contraditórias, como o tamanho do vazamento e a quantidade de barcos que trabalham na limpeza do local. Se for comprovada culpa, os operadores da plataforma poderão ser indiciados por crime de poluição, com pena prevista de até três anos de reclusão e multa.
O acidente
O acidente ocorreu a 370 km (Frade está em média 120 km) da costa do Rio, na Bacia de Campos, em um poço de responsabilidade da Chevron, no dia 8 de novembro. No dia 13, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) aprovou o plano de contenção do vazamento proposto pela Chevron, que prevê "o emprego de lama pesada" para fechar o poço, e em seguida o uso de cimentação para "matar" o poço de forma definitiva.
Segundo a ANP, a causa do vazamento ainda é desconhecida. "A principal hipótese, levantada pela concessionária, é de que uma fratura provocada por procedimento estabilização do poço tenha liberado fluido que vazou por uma falha geológica, formando a mancha identificada no dia 8".(Filho feio não tem pai. É muito provável que houve um erro no dimensionamento de uma fase do poço)
A ANP diz que o processo de cimentação do poço teve início na quarta-feira, às 12h30, e que as imagens do local indicam redução do vazamento. "A mancha de óleo está se dispersando e se afastando do litoral brasileiro. Essa dispersão gera um aumento da superfície de mancha, com menor densidade de óleo. Essa diluição é resultado do trabalho de dispersão mecânica realizada por navios que se encontram no local e por condições climáticas", diz a nota.
Tamanho do vazamento pode estar subestimado
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) estima que o vazamento pode chegar a 330 barris por dia, o que significa mais de 50 mil litros de petróleo. Mas uma estimativa independente feita pelo geógrafo americano John Amos, especializado em interpretação de imagens de satélite, mostra que o vazamento pode ser pior. Segundo Amos, o tamanho da mancha de petróleo captada pelos satélites indicam uma estimativa de 3,7 mil barris de petróelo por dia, um número dez vezes maior do que os cálculos da ANP. (É muito comum anunciar vazamento em menor escala que o real)
Se os números da ANP estiverem corretos, não será um vazamento de grandes proporções, apesar de o petróleo vazado causar dano na biodiversidade marinha. Já se for confirmado a estimativa do geógrafo americano, de 3,7 mil barris/dia, seria um vazamento de grandes proporções, semelhante a quantidade vazada no início do acidente da BP no Golfo do México - no começo do acidente da BP, o vazamento era de cerca de 5 mil barris por dia, e posteriormente a situação piorou muito e chegou a 40 mil barris/dia.
Grupos de conservação do meio ambiente, como o Greenpeace, argumentam que o vazamento é um indício de que a exploração de petróleo em águas profundas não é segura. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, nega. Segundo Lobão, o acidente "não tem a gravidade que se anuncia". O ministro também minimizou os danos do vazamento. "O vazamento não se deu na direção da praia e sim em sentido contrário, portando não perturba ninguém", disse. (Como assim "não perturba ninguém". Esqueceu que existe uma EIA. Todo o ecossistema local foi atingido, a área é rota de migração Sul/Norte para várias espécies de baleias e golfinhos. Lobão em seus dias de poéta. Como diz Datena: - Me ajuda aí!!!)
Revista - Época Atualizado em 17/11/2011 19h57
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Anúncio de Reservas de Petróleo
Maior descoberta do País, Libra possui até 15 bilhões de barris.
Segundo ANP, volume mais provável é de 7,9 bilhões de barris.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) acaba de informar a estimativa de volume de petróleo da maior descoberta já realizada no País. Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, no litoral do Rio de Janeiro, Libra pode conter de 3,7 bilhões a 15 bilhões de barris, sendo mais provável, segundo a agência, um total de 7,9 bilhões de barris.
Tupi, até então a maior reserva, possui de 5 bilhões a 8 bilhões de barris estimados. O prospecto de Franco, o terceiro maior prospecto, locallizado na mesma região, tem estimativas que contabilizam 4,5 bilhões segundo a reguladora.
"É importante destacar que somente este prospecto de Libra pode vir a ter um volume de óleo recuperável superior às atuais reservas provadas brasileiras, próximas de 14 bilhões de barris de petróleo", assinala a ANP em comunicado.
A nota confirma a descoberta e a avaliação da certificadora Gaffney, Cline & Associates, contratada pela agência para avaliar as acumulações do pré-sal. "Esta descoberta, situada no gigantesco prospecto Libra conforme expresso no relatório da certificadora, valoriza enormemente o patrimônio da União".
O poço está localizado a 183 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d´água de 1,964 mil metros. Até o momento, a profundidade atingida no poço em Libra é de 5,4 mil metros, com 22 metros perfurados no pré-sal. A profundidade final prevista, de cerca de 6,5 metros, é estimada para ser alcançada no início de dezembro.
A área de Libra pertence à União e deve continuar sendo propriedade do Estado segundo as premissas do novo marco regulatório elaborado pelo governo atual, em tramitação no Congresso. O prospecto deve ir a leilão no próximo ano para ser explorado sob o regime de partilha, pelo qual as empresas atuam como prestadorasde serviço para a União. A Petrobras, pelo novo modelo, será a operadora única do bloco em parceria com outras companhias que vencerem o leilão.
A certificadora estima serem necessários 92 poços produtores em Libra para dar vazão ao campo gigante. A certificadora delineou um plano de desenvolvimento do prospecto, no qual sugere ainda nada mais nada menos que 9 navios-plataformas do tipo FPSO na mesma área, cada uma com capacidade para produzir 150 mil barris por dia. As informações constam de relatório da empresa disponibilizado pela agência. A certificadora estimou um volume médio de cerca de 7 bilhões de barris, podendo chegar a 15,07 bilhões de barris numa perspectiva otimista.
Agora vamos a uma nota mais atual
ANP reduz estimativa para reservas no campo de Libra
O campo de Libra provavelmente contêm 5 bilhões de barris de petróleo, disse uma diretora da Agência Nacional do Petróleo nesta quinta-feira, muito menos do que os 8 bilhões que tinham sido estimados anteriormente.
"O volume mais provável de petróleo com os dados que temos é que tenha 5 bilhões de barris", afirmou Magda Chambriard a jornalistas, após participar de um seminário do setor de petróleo no Rio.
O campo deve ser uma das primeiras áreas em águas profundas do pré-sal a ser leiloada sob as regras de exploração de petróleo criadas no ano passado no Brasil.
As reservas no pré-sal ao longo da costa do Brasil devem conter, de acordo com algumas estimativas, mais que 50 bilhões de barris de petróleo. Estimativas iniciais para o campo de Libra variaram entre 3,7 a 15 bilhões de barris.
Nova rodada
Chambriard disse que o Brasil espera que as empresas de petróleo mostrem bastante interesse na próxima rodada de licitação de áreas para exploração, ainda que as áreas oferecidas não vão estar no cobiçado pré-sal.
Os blocos de exploração estarão concentrados na margem equatorial no norte do Brasil e incluem áreas na costa e em terra. "Esperamos que todas as grandes empresas de petróleo participem," disse. "Há sinais de petróleo e gás em toda a região. Estas áreas merecem muita atenção."
A geologia lá é similar a áreas na costa da África Ocidental que são prolíficas em petróleo, ela acrescentou. Um executivo da petroleira francesa Total disse que essas similaridades fazem a rodada ser atrativa para a companhia.
"Estamos certamente ansiosos pela próxima rodada, pois acreditamos que com a nossa experiência (na) África Ocidental temos um excelente conhecimento da geologia da margem Equatorial", disse Denis Palluat de Besset, gerente geral para a Total Exploration and Production no Brasil.
O leilão, marcado para o final de setembro ou início de outubro, vai acontecer sob as regras do atual sistema de concessões. No ano passado, o Congresso aprovou um sistema de produção compartilhada que será usado para novos projetos na região do pré-sal.
Os leilões nesta área, contudo, estão parados até que os legisladores cheguem a um acordo sobre como os royalties destas operações serão distribuídos entre os Estados brasileiros.
Segundo ANP, volume mais provável é de 7,9 bilhões de barris.
Sabrina Lorenzi, IG Rio deJaneiro 29/10/2010 (15:15)
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) acaba de informar a estimativa de volume de petróleo da maior descoberta já realizada no País. Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, no litoral do Rio de Janeiro, Libra pode conter de 3,7 bilhões a 15 bilhões de barris, sendo mais provável, segundo a agência, um total de 7,9 bilhões de barris.
Tupi, até então a maior reserva, possui de 5 bilhões a 8 bilhões de barris estimados. O prospecto de Franco, o terceiro maior prospecto, locallizado na mesma região, tem estimativas que contabilizam 4,5 bilhões segundo a reguladora.
"É importante destacar que somente este prospecto de Libra pode vir a ter um volume de óleo recuperável superior às atuais reservas provadas brasileiras, próximas de 14 bilhões de barris de petróleo", assinala a ANP em comunicado.
A nota confirma a descoberta e a avaliação da certificadora Gaffney, Cline & Associates, contratada pela agência para avaliar as acumulações do pré-sal. "Esta descoberta, situada no gigantesco prospecto Libra conforme expresso no relatório da certificadora, valoriza enormemente o patrimônio da União".
O poço está localizado a 183 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, em lâmina d´água de 1,964 mil metros. Até o momento, a profundidade atingida no poço em Libra é de 5,4 mil metros, com 22 metros perfurados no pré-sal. A profundidade final prevista, de cerca de 6,5 metros, é estimada para ser alcançada no início de dezembro.
A área de Libra pertence à União e deve continuar sendo propriedade do Estado segundo as premissas do novo marco regulatório elaborado pelo governo atual, em tramitação no Congresso. O prospecto deve ir a leilão no próximo ano para ser explorado sob o regime de partilha, pelo qual as empresas atuam como prestadorasde serviço para a União. A Petrobras, pelo novo modelo, será a operadora única do bloco em parceria com outras companhias que vencerem o leilão.
A certificadora estima serem necessários 92 poços produtores em Libra para dar vazão ao campo gigante. A certificadora delineou um plano de desenvolvimento do prospecto, no qual sugere ainda nada mais nada menos que 9 navios-plataformas do tipo FPSO na mesma área, cada uma com capacidade para produzir 150 mil barris por dia. As informações constam de relatório da empresa disponibilizado pela agência. A certificadora estimou um volume médio de cerca de 7 bilhões de barris, podendo chegar a 15,07 bilhões de barris numa perspectiva otimista.
Agora vamos a uma nota mais atual
ANP reduz estimativa para reservas no campo de Libra
Portal Terra - 27 de maio de 2011 (12:22)
O campo de Libra provavelmente contêm 5 bilhões de barris de petróleo, disse uma diretora da Agência Nacional do Petróleo nesta quinta-feira, muito menos do que os 8 bilhões que tinham sido estimados anteriormente.
"O volume mais provável de petróleo com os dados que temos é que tenha 5 bilhões de barris", afirmou Magda Chambriard a jornalistas, após participar de um seminário do setor de petróleo no Rio.
O campo deve ser uma das primeiras áreas em águas profundas do pré-sal a ser leiloada sob as regras de exploração de petróleo criadas no ano passado no Brasil.
As reservas no pré-sal ao longo da costa do Brasil devem conter, de acordo com algumas estimativas, mais que 50 bilhões de barris de petróleo. Estimativas iniciais para o campo de Libra variaram entre 3,7 a 15 bilhões de barris.
Nova rodada
Chambriard disse que o Brasil espera que as empresas de petróleo mostrem bastante interesse na próxima rodada de licitação de áreas para exploração, ainda que as áreas oferecidas não vão estar no cobiçado pré-sal.
Os blocos de exploração estarão concentrados na margem equatorial no norte do Brasil e incluem áreas na costa e em terra. "Esperamos que todas as grandes empresas de petróleo participem," disse. "Há sinais de petróleo e gás em toda a região. Estas áreas merecem muita atenção."
A geologia lá é similar a áreas na costa da África Ocidental que são prolíficas em petróleo, ela acrescentou. Um executivo da petroleira francesa Total disse que essas similaridades fazem a rodada ser atrativa para a companhia.
"Estamos certamente ansiosos pela próxima rodada, pois acreditamos que com a nossa experiência (na) África Ocidental temos um excelente conhecimento da geologia da margem Equatorial", disse Denis Palluat de Besset, gerente geral para a Total Exploration and Production no Brasil.
O leilão, marcado para o final de setembro ou início de outubro, vai acontecer sob as regras do atual sistema de concessões. No ano passado, o Congresso aprovou um sistema de produção compartilhada que será usado para novos projetos na região do pré-sal.
Os leilões nesta área, contudo, estão parados até que os legisladores cheguem a um acordo sobre como os royalties destas operações serão distribuídos entre os Estados brasileiros.
Nota: Quando falo que os anúncios têm cunho muito maior político que técnico vocês dizem que sou chato, mas a imprensa nunca confrota informações e a população fica sem saber o que realmente é verdade. Pesquisem senhores!
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Plataforma da OSX, de Eike Batista, é interditada
Ministério do Trabalho encontrou falhas de segurança na 1ª plataforma da empresa
RIO - Primeira plataforma de petróleo do grupo do empresário Eike Batista, a OSX-1, montada na Coreia e em Cingapura, chegou ao Rio há um mês com problemas sérios na área de segurança. Para não colocar em risco a vida dos 80 tripulantes, o Ministério do Trabalho interditou a embarcação, que está proibida de zarpar do porto do Rio de Janeiro rumo ao campo de Waimea, na Bacia de Campos.
A OGX previa para o mês que vem a extração da primeira carga de petróleo pela plataforma, em Waimea, campo em águas rasas (130 metros de lâmina d’água), a 80 km da cidade de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Estado do Rio. A petroleira e a OSX, contratante da plataforma e braço naval do grupo EBX, a holding controlada por Eike, já montaram campanha publicitária enaltecendo o feito, batizada "O Primeiro Óleo".
Agora, a data deverá ser revista. A OSX-1 foi interditada no último dia 28, depois de vistoria realizada na véspera pelo auditor Carlos Alberto Saliba, do Ministério do Trabalho e Emprego, e pela procuradora Flávia Veiga Bauler, do Ministério Público do Trabalho.
Com base no relatório que apresentaram e no auto de infração lavrado no local da vistoria, o Ministério do Trabalho no Rio decidiu vetar a saída da plataforma - modelo FPSO - da Baía de Guanabara. Na notificação, a procuradora lista 45 irregularidades constatadas no decorrer da auditoria. Entre elas, a ausência de extintores de incêndio adequados. "A plataforma não está preparada para operar. Não senti a preocupação da empresa em adequar a plataforma, construída na Ásia, aos nossos padrões de exigência de segurança. Os extintores de incêndio, fundamentais em uma plataforma de petróleo, não têm certificado de aprovação pela autoridade brasileira", disse a procuradora.
De acordo com o documento, os equipamentos de proteção individual (EPIs) não seguem os padrões de segurança normatizados pela legislação brasileira e estipulados pelo Inmetro. São EPIs os capacetes, luvas, óculos, botas e uniformes (do tipo macacão) usados pelos petroleiros nas plataformas petrolíferas.
Os especialistas concluíram ainda que o trabalho em espaços confinados é perigoso, porque o sistema de detecção da presença de ácido sulfídrico não foi considerado eficiente e a ventilação inexiste. Além disso, a iluminação da plataforma é precária. Assim, o trabalho noturno está proibido pelo ministério.
Altura - A vistoria constatou também a fragilidade dos andaimes, o que torna arriscado o serviço em alturas; a existência de instalações elétricas inadequadas; o sistema de detecção de gases fora dos padrões mínimos de segurança; e a falta de treinamento dos profissionais para a manipulação de equipamentos fundamentais à segurança da embarcação, como a caldeira e a rede de vasos.
"Nossa preocupação é que a empresa está mantendo a entrada em operação para dezembro. Sinceramente, não vejo como corrigir todas as irregularidades em tão pouco tempo", acrescentou Flávia, que planeja entrar na Justiça com uma ação civil pública caso a OSX e a OGX insistam em iniciar os trabalhos da unidade sem fazer as correções exigidas. Se isso ocorrer, ela pedirá uma liminar que determine a interdição judicial da plataforma.
A vistoria do Ministério do Trabalho e do Ministério Público não decorreu de denúncias apresentadas por sindicatos do setor petrolífero. Ela faz parte dos trâmites burocráticos anteriores à liberação de uma plataforma de petróleo.
A primeira audiência entre o Ministério Público do Trabalho, o Ministério do Trabalho e a OSX está marcada para o dia 23, em Cabo Frio, uma das bases da fiscalização das condições de trabalho nas unidades espalhadas pela Bacia de Campos. O ministério informou que a interdição está mantida até a data da reunião, embora na terça-feira a Superintendência do Rio tenha flexibilizado a medida diante "da comprovação da empresa do cumprimento de parte das exigências contidas no termo de embargo".
Segundo o ministério, o desembargo parcial não significa que a OSX-1 tenha autorização para seguir até a Bacia de Campos e iniciar a extração de petróleo. Há pendências importantes que impedem a liberação da plataforma por enquanto.
Fonte: O Estado de S.Paulo/Sergio Torres. Dom, 13 de Novembro de 2011 22:52
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Formatura da Segunda Turma de Petróleo e Gás
Formatura da Segunda Turma de
Petróleo e Gás da Plataforma Escola de Governador Valadares
Presença de:
Luiz Antônio
Chaves
(Engenheiro Químico, Mestre em Gestão Ambiental, Professor da COPPE-UFRJ de Engenharia de Petróleo e Segurança Offshore, Coordenador do Curso Técnico de Química do IFRJ (Rio de Janeiro)).
Palestra: Atividades Petrolíferas no Brasil: A Visão da Integração de Projetos Offshore e Onshore.
Objetivo: Discutir os projetos no país e o mercado presente e futuro de petróleo - exemplo de projetos e as áreas de atuação dos profissionais.
Sexta Feira 11 de Novembro de 2011. A partir das 18h 30min
Local: SENAC – Governador Valadares
Avenida JK, 1825 – Vila Bretas. Telefone: (33) 3271-5070 Governador Valadares – MG.
Maiores Informações: Plataforma Escola 3084 3040 e tecnologoandre@ gmail.com
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
RETORNO A IPATINGA
CAROS ALUNOS
DEVIDO AOS PROBLEMAS DE FALTA DE ÉTICA DO NOSSO ANTIGO PARCEIRO, ESTAMOS DESCREDENCIANDO-O E PREPARANDO UMA NOVA ESTRUTURA PARA RECEBÊ-LOS NOVAMENTE EM IPATINGA.
DESDE JÁ PEDIMOS DESCULPAS.
OS NOSSOS ALUNOS MERECEM O MELHOR E COMO É CITADO NO SLOGAN DA EMPRESA “ ESTUDANDO COM QUEM FAZ” É O MÍNIMO QUE PODEMOS OFERECÊ-LOS, INSTRUTORES FORMADOS NA ÁREA DE PETRÓLEO E GÁS E COM EXPERIÊNCIA NA INDÚSTRIA PETROLÍFERA.
FAÇA UMA PESQUISA COM OS NOMES DOS PROFISSIONAIS QUE APLICAM OS TREINAMENTOS POR AÍ. VOCÊS CHEGARAM A CONCLUSÕES INACREDITÁVEIS.
Boa noite e até muito breve!
Diretor Técnico - André Luiz Palmeira Costa.
PÓS-GRADUADO EM GEOLOGIA E GEOFÍSICA DE POÇOS EM RESERVATÓRIOS DE PETRÓLEO E GÁS - Pesquisa de Monografia em: Utilização da Ressonância Magnética na Perfilagem de Poços Durante a Perfuração.
TECNÓLOGO EM GESTÃO PARA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS
Conselho Regional de Química – CRQ 3ª Região nº. 16236-S
Atualmente membro da SBGf (Sociedade Brasileira de Geofísica) e do IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo).
sábado, 15 de outubro de 2011
Alunos de Ipatinga
Comunicado Urgente!!!!
Alunos da PLATAFORMA ESCOLA de nossa unidade Ipatinga. O Diretor Técnico da Plataforma Escola: André Luiz Palmeira Costa vem informar a todos os interessados a respeito do descredenciamento do local onde ocorria o curso, por falta ética.
A Plataforma Escola tem como missão ministrar treinamentos somente com profissionais da área de Petróleo e Gás (Estudando com Quem Faz!).
Novo Endereço: Rua Juiz de Fora, 52/salas 406 e 408 (Galeria Êxito) Centro, Ipatinga. Tel (31) 3091-1166
Desde já desculpe pelos transtornos.
Ass. André Luiz Palmeira Costa
Profissional Registrado no Conselho Regional de Química – CRQ 3ª Região nº. 03252123
PÓS-GRADUADO EM GEOLOGIA E GEOFÍSICA DE POÇOS EM RESERVATÓRIOS DE PETRÓLEO E GÁS - Pesquisa de Monografia em: Utilização da Ressonância Magnética na Perfilagem de Poços Durante a Perfuração.
TECNÓLOGO EM GESTÃO PARA INDÚSTRIA DE PETRÓLEO E GÁS
Atualmente membro da SBGf (Sociedade Brasileira de Geofísica) e do IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo).
Os alunos devem procurar a secretaria da Plataforma Escola para os devidos acertos e regularização de cadastro, deixando claro que não haverá qualquer ônus financeiro (cobranças de atrasados) e acadêmico.
Não perca a oportunidade de estudar com quem realmente coloca você no mercado. Confirme com a unidade de Governador Valadares (33) 3084 3040 quantos alunos já estão inseridos na indústria.
mais informações: andrecosta@plataformaescola.com (21) 8255 2360 # (33) 9114 6411 # (31) 3091 1166
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