Está chegando em sua Cidade uma nova unidade da escola carioca de petróleo - PLATAFORMA ESCOLA, novo conceito em aprendizagem e colocação de profissionais no mercado de trabalho. AGUARDEM!!!
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Falta de Respeito com o Rio de Janeiro (Primeira Parte)
André Costa
Ser reconhecida até em música como a cidade maravilhosa, ser um dos estados mais bonitos do país, cartão de visita da federação, porta de entrada do turismo nacional deve está provocando a inveja da maioria dos estados. Este cidadão gaúcho que é pago para desenvolver leis para melhorar a vida no seu estado de origem o Rio Grande do Sul resolve prejudicar outros estados. Senhor Deputado Federal Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) procure trabalhar em prol de melhorias para o estado que o elegeu sem detrimento de outros estados. Algumas cabeças desses deputados parecem bumbum de neném.
Não é de hoje que o Rio de Janeiro vem sendo perseguido e prejudicado. Foi assim quando ex- Presidente Juscelino Kubitschek “brilhantemente” resolveu levar a capital do país para o meio do nada, anos mais tarde o ex-Presidência general Ernesto Geisel resolve fundir os estados da Guanabara com o do Rio de Janeiro. Até quando o Rio de Janeiro vai ser tratado sem o seu devido respeito.
Será por acaso: Que a cidade é a única das Américas a ter coroado um Rei? Ex-capital da pátria? Palco principal de uma copa do mundo? E será de outra. Não foi aqui realizado a maior conferência para assuntos ambientais de que se tem notícia? Maior reunião de lideres mundial depois da Segunda Grande Guerra. A cidade não foi sede dos últimos Jogos Panamericanos? Não foi escolhida para sede dos primeiros jogos olímpicos Sulamericanos? Passado de glórias, presente de desrespeitos e futuro de inúmeras dúvidas.
Agora todos querem as riquezas geradas pela exploração do petróleo. Ótimo!!! Mas distribuição de riquezas é compromisso do governo federal, que fica com boa parte da riqueza gerada pelo petróleo nada mais justo que o faça com dinheiro próprio. Graça com dinheiro dos outros é muito bonito para aparecer na TV. Lembrei ser ano eleitoral. Será coincidência?
Existe outro estado a não ser a Amazônia que recebe benefícios gerados pela Zona Franca de Manaus? É dividido com outros estados a não ser os produtores (basicamente Minas Gerais e Pará – Carajás) a riqueza gerada pela exploração de minério de ferro? Pensam que Rio de Janeiro e Espírito Santo recebe royalties por que o governo é bonzinho? Está presente na Constituição e regulamentada primeiramente pela Lei do Petróleo e posteriormente pela Lei do Gás. Essas sim que deveriam ser o alvo de revisão. O novo marco então nem se fale. Não vale esquecer que pelas atuais regras corremos o risco de produzirmos muito petróleo e nossos postos de combustível não possuir Diesel (já importamos cerca de 300 a 600 mil barris/dia). Desculpe!!! Somos “auto-suficientes”.
Lembre-se de que pelo Rio de Janeiro ser o maior produtor também estar exposto aos maiores impactos ambientais, afinal qual foi o local acometido por um grande acidente provocado por derramamento de petróleo? Lagoa dos Patos no RS ou a Baía de Guanabara no RJ? Tem que ser lembrado o caso do ICMS recolhido na cadeia do petróleo que não fica com os produtores e sim com os beneficiadores e comerciantes dos derivados que estão espalhados em todos os estados da União. Por tanto já ganham seu quinhão dessa riqueza. Nada pessoal, mas querer dar tratamentos igualitários a quem são tão diferentes me parece demagogia demais. Cariocas e Gaúchos estão expostos a realidades bem peculiares.
Cariocas e Capixaba devem se mobilizar contra isso que uma vez aprovado dificilmente poderá ser compensado, como o governo Lula gosta tanto de reiterar. Essa estória de veto é simplesmente posição de quem nunca sabe de nada.
– Presidente, oh! Presidente, o congresso pode derrubar seu veto ou até isso Vossa Excelência não sabe?
Ficar indo na conversa mole do Lula deu nisso, perda da primeira batalha, mas a guerra não está perdida. Vamos à rua mesmo, quantas vezes forem necessárias deveremos nos mobilizar.
Mudar a regra do jogo durante o mesmo nunca foi uma boa solução. A história está repleta de exemplos que isso não funciona.
18 de março de 2010
Serra diz que emenda do pré-sal é inaceitável porque arruina Rio e Espírito Santo
Qui, 18 de Março de 2010 06:57
Flávio Freire - Valor
SÃO PAULO - O governador de São Paulo, José Serra, provável candidato à Presidência pelo PSDB, condenou nesta quarta-feira a emenda que redistribuiu recursos provenientes da exploração do petróleo no país. Segundo o tucano, o projeto de autoria do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) é inaceitável porque, em sua opinião, pode arruinar economicamente os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, inclusive dando margem ao fechamento de muitas prefeituras nesses dois estados.
- Acho uma preocupação correta ter os benefícios do petróleo (distribuídos) para todo o Brasil, mas acho que o projeto, do jeito que está, arruina o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. Portanto, é inaceitável nesses termos - disse Serra, durante evento no Palácio dos Bandeirantes.
O governador pediu para que o projeto lhe fosse enviado de Brasília para tomar conhecimento de todos os detalhes da polêmica que o envolve.
" Significaria fechar as portas de muitas prefeituras do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e quebrar os dois governos estaduais "
- Não se pode fazer (a emenda) liquidando dois estados, porque mexe não só com o pré-sal do futuro. Antigamente se discutia o que ia acontecer com uma parte do pré-sal, o que iria ser explorado futuramente. O projeto agora alterou a distribuição atual, inclusive do petróleo na plataforma continental. Significaria fechar as portas de muitas prefeituras do Rio de Janeiro e do Espírito Santo e quebrar os dois governos estaduais. Nesse sentido o projeto não tem cabimento no que se refere a esse aspecto.
O governador do Rio, Sérgio Cabral, convocou para esta quarta-feira. um grande ato público em protesto contra a aprovação da emenda que altera a distribuição dos royalties. O evento com presença da vários artistas e até baterias de escolas de samba deve reunir 150 mil pessoas, segundo as previsões dos organizadores.
Nesta quarta-feira, durante almoço na Associação Comercial do Rio de Janeiro, o governador do estado, Sérgio Cabral (PMDB), afirmou que os recursos que o estado perderá caso a emenda do deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) seja aprovada juntamente com o novo marco regulatório do pré-sal não resolverão os problemas dos demais estados. Visivelmente descontente com a proposta de seu colega de partido, Cabral acredita que a redistribuição dos recursos dos royalties também não trará vantagens nas urnas.
- Qualquer deputado que tenha votado esquecendo a Constituição, esquecendo o princípio federativo, achando que terá benefício eleitoral em seu estado, está absolutamente equivocado - disse Cabral, acrescentando que a população brasileira é solidária à do Rio.
" É a mesma gravata do dia da escolha da Olimpíada (de 2016, que será no Rio), porque naquele dia poucos acreditavam na nossa conquista. "
Horas antes de se unir à passeata que atravessará o centro da capital fluminense para cobrar a manutenção do atual regime de pagamento de royalties do petróleo, Cabral voltou a dizer que o Rio de Janeiro é o segundo estado que mais contribui para o Fundo de Participação dos Municípios e que recebe apenas 1,5% do total arrecadado. Segundo ele, o Rio conta com R$ 50 per capita do fundo, enquanto Pernambuco recebe R$ 350 e o Maranhão, R$ 500.
Animado com a possibilidade de que a emenda Ibsen seja derrubada no Senado, Cabral não deixou de chamar a atenção para a gravata que está usando hoje.
- É a mesma gravata do dia da escolha da Olimpíada (de 2016, que será no Rio), porque naquele dia poucos acreditavam na nossa conquista.
(fonte: Valor)
segunda-feira, 15 de março de 2010
Coluna de Perfuração
André Costa
Ao decorrer da perfuração faz-se necessário a sua utilização com os seguintes objetivos:
Transmitir a rotação da mesa rotativa à broca;
Conduzir e exercer peso sobre a broca;
Conduzir o fluido de perfuração a broca;
Promover uma conexão elástica entre o deck de perfuração (Kelly) e a broca.
Composta Basicamente:
Tubo de Perfuração (Drill Pipes – DP);
Tubo Pesado (Heavy Weight Drill Pipes – HWDP);
Comando (Drill Collars – DC);
Broca.
Nota: Necessita da utilização de acessórios indispensável à sua instalação, o mais importante são os substitutos ou simplesmente sub da coluna e ferramentas de uso bem específicos.
Tubos de Perfuração (Drill Pipes – DP).
São tubos de aço de usinagem sem costura, existente em grande quantidade na plataforma de perfuração. Possuem soldadas nas suas extremidades conexões cônicas conhecidas como tool joint inferior (pin connections - pino) e tool joint superior (box connections - caixa), Com finalidade de uni-las umas as outras e assim aumentar o tamanho da coluna, aprofundando-a no poço. Os tipos de roscas são tabelados pela API - American Petroleum Institute.
Quando não estão em uso são estaleirados, condicionados em áreas conhecidas como estaleiro de tubos. Em caso de pouco espaço da plataforma, o estaleiro de tubos encontra-se na torre de perfuração (Navio Sonda – NS). Fabricado conforme a normalização da American Petroleum Institute (API 5D e especificação 7). O grau do aço pode ser: E75; X95; G105; S135. Características que lhe confere resistência à tensão de escoamento
Seu comprimento pode variar segundo o seu range que poderá ser: Range 1 (6 a 7,5 m); Range 2 (8,5 a 10 m); Range 3 (acima de 12 m).
O peso pode variar entre 100 e 600 Kg;
O diâmetro nominal varia de 2 ⅜” a 6 ⅝”.
Tubo Pesado (Heavy Weight Drill Pipes – HWDP)
Importante por fornecer uma transição segura e rígida entre os tubos de perfuração e os comandos, com objetivo de diminuir consideravelmente uma possível quebra da coluna. Possui um reforço central no corpo do tubo e apresenta-se com range 2 ou 3. Podendo ser do tipo Standard Integral, quando apresentar as paredes externas lisas. Spiraled Integral, quando apresentar as paredes externas em forma de espiral.
O peso pode variar entre 316 e 2290 Kg e o diâmetro nominal varia entre 3 ½” a 6 ⅝”.
Comandos (Drill Collars – DC)
Quanto ao comprimento pode variar entre 9,14 e 9,45 m, Com o peso variando entre 300 e 4210 Kg que é proporcional ao seu diâmetro nominal que apresenta a variação de 3 1/8” até 11”. Tem como objetivo fornecer rigidez à coluna bem como transmitir peso e estabilidade a broca, permitindo um melhor controle na trajetória do poço. Existem em dois modelos: os lisos e os espirados igualmente fabricados conforme a normalização da American Petroleum Institute. Possuem soldadas nas suas extremidades conexões cônicas conhecidas como box tool joint (superior) e pin tool joint (inferior). Justifica-se o uso de espirados para diminuir a área de contato dos mesmos com as paredes do poço. Evitando-se assim uma possível prisão por diferencial de pressão. Quando for manuseá-los haverá a necessidade da instalação de um sub de içamento, por razão de sua caixa superior ser interna, por tanto, não existindo um batente no elemento a fim de fixá-lo ao elevador.
Broca
Tem a função de promover, através da rotação e peso exercido sobre a coluna, a ruptura e desagregação das formações rochosas. Conectada sempre na extremidade inferior da coluna de perfuração.
Acessórios da Coluna de Perfuração – Substituto ou sub da coluna.
Tubos de aço que apresenta pequena extensão (50 a 100 cm).
Com objetivo de: Possibilitar a instalação dos elementos de roscas variadas existente em uma coluna de perfuração; Proteger a rosca do Kelly; Possibilitar a instalação da broca no início da montagem da coluna de perfuração.
Tipos: Sub de Salvação; Sub de Salvação; Sub de Broca; Sub de Cruzamento; Sub de Redução; Sub de Elevação (lift) ou Içamento.
Sub de Salvação - Tem o objetivo de proteger a rosca do Kelly do contato direto com as roscas dos outros elementos da coluna de perfuração, durante as manobras.
Sub de Broca - Para realizar a conexão da broca ao comando, pois os dois possuem roscas em forma de pino (exterior).
Sub de Cruzamento - Com a função principal de padronizar os diâmetros e tipos de roscas diferentes.
Sub de Redução - Varia os diâmetros externo e interno e os tipos de roscas existentes.
Sub de Elevação (Lift) ou Içamento - Utilizados para içamento e movimentação dos comandos de perfuração durante as manobras; Possui a seção superior com diâmetro externo igual o dos tubos de perfuração encaixando-se com perfeição ao elevador.
Ferramentas da Coluna de Perfuração – Uso específicos.
Tipos: Estabilizadores, Escareadores, Alargadores, Drilling Jar e Amortecedores de Vibração.
Estabilizadores - Com objetivo de fornecer maior rigidez à coluna de perfuração e sempre o seu diâmetro vai coincidir com o da broca. Muito empregado na perfuração direcional, por permitir que a trajetória pretendida do poço não seja desviada e também quando se quer garantir a verticalidade dos comandos. Geralmente instalado entre os comandos.
Escareadores - Mesma características da anterior, porém empregadas em rochas mais densas por possuir roletes nas lâminas.
Alargadores - Com objetivo de, em qualquer trecho já perfurado do poço, aumentar o seu diâmetro.
Drilling Jar (Percussor de Perfuração) - Empregado basicamente em perfurações direcionais, podendo em casos pontuais ser utilizado em perfuração vertical quando a mesma apresentar grande possibilidade de prisão da coluna de perfuração. Funciona liberando uma carga de impacto na coluna simulando uma mola, alongando e encolhendo a coluna de perfuração e assim na maioria das vezes evitando a desagradável e difícil operação de pescaria. Pode ser do tipo mecânico ou hidráulico.
Amortecedor de Vibração - Tem o objetivo de absorver as vibrações provocadas pelo impacto, durante o corte, da broca nas rochas mais densas; principalmente quando utilizadas brocas de carbureto de tungstênio. Provoca em alguns casos a perda da rigidez da coluna de perfuração.
Desenvolvido pelo: Instrutor André Costa (instrutor.andrecosta@gmail.com).
Bibliografia:
Fundamentos de Engenharia de Petróleo - Thomas;
Perfuração Direcional – Rocha, L. A. S. et al.
Google®;
Notas de Aulas (UNESA) – Variadas.
Ao decorrer da perfuração faz-se necessário a sua utilização com os seguintes objetivos:
Transmitir a rotação da mesa rotativa à broca;
Conduzir e exercer peso sobre a broca;
Conduzir o fluido de perfuração a broca;
Promover uma conexão elástica entre o deck de perfuração (Kelly) e a broca.
Composta Basicamente:
Tubo de Perfuração (Drill Pipes – DP);
Tubo Pesado (Heavy Weight Drill Pipes – HWDP);
Comando (Drill Collars – DC);
Broca.
Nota: Necessita da utilização de acessórios indispensável à sua instalação, o mais importante são os substitutos ou simplesmente sub da coluna e ferramentas de uso bem específicos.
Tubos de Perfuração (Drill Pipes – DP).
São tubos de aço de usinagem sem costura, existente em grande quantidade na plataforma de perfuração. Possuem soldadas nas suas extremidades conexões cônicas conhecidas como tool joint inferior (pin connections - pino) e tool joint superior (box connections - caixa), Com finalidade de uni-las umas as outras e assim aumentar o tamanho da coluna, aprofundando-a no poço. Os tipos de roscas são tabelados pela API - American Petroleum Institute.
Quando não estão em uso são estaleirados, condicionados em áreas conhecidas como estaleiro de tubos. Em caso de pouco espaço da plataforma, o estaleiro de tubos encontra-se na torre de perfuração (Navio Sonda – NS). Fabricado conforme a normalização da American Petroleum Institute (API 5D e especificação 7). O grau do aço pode ser: E75; X95; G105; S135. Características que lhe confere resistência à tensão de escoamento
Seu comprimento pode variar segundo o seu range que poderá ser: Range 1 (6 a 7,5 m); Range 2 (8,5 a 10 m); Range 3 (acima de 12 m).
O peso pode variar entre 100 e 600 Kg;
O diâmetro nominal varia de 2 ⅜” a 6 ⅝”.
Tubo Pesado (Heavy Weight Drill Pipes – HWDP)
Importante por fornecer uma transição segura e rígida entre os tubos de perfuração e os comandos, com objetivo de diminuir consideravelmente uma possível quebra da coluna. Possui um reforço central no corpo do tubo e apresenta-se com range 2 ou 3. Podendo ser do tipo Standard Integral, quando apresentar as paredes externas lisas. Spiraled Integral, quando apresentar as paredes externas em forma de espiral.
O peso pode variar entre 316 e 2290 Kg e o diâmetro nominal varia entre 3 ½” a 6 ⅝”.
Comandos (Drill Collars – DC)
Quanto ao comprimento pode variar entre 9,14 e 9,45 m, Com o peso variando entre 300 e 4210 Kg que é proporcional ao seu diâmetro nominal que apresenta a variação de 3 1/8” até 11”. Tem como objetivo fornecer rigidez à coluna bem como transmitir peso e estabilidade a broca, permitindo um melhor controle na trajetória do poço. Existem em dois modelos: os lisos e os espirados igualmente fabricados conforme a normalização da American Petroleum Institute. Possuem soldadas nas suas extremidades conexões cônicas conhecidas como box tool joint (superior) e pin tool joint (inferior). Justifica-se o uso de espirados para diminuir a área de contato dos mesmos com as paredes do poço. Evitando-se assim uma possível prisão por diferencial de pressão. Quando for manuseá-los haverá a necessidade da instalação de um sub de içamento, por razão de sua caixa superior ser interna, por tanto, não existindo um batente no elemento a fim de fixá-lo ao elevador.
Broca
Tem a função de promover, através da rotação e peso exercido sobre a coluna, a ruptura e desagregação das formações rochosas. Conectada sempre na extremidade inferior da coluna de perfuração.
Acessórios da Coluna de Perfuração – Substituto ou sub da coluna.
Tubos de aço que apresenta pequena extensão (50 a 100 cm).
Com objetivo de: Possibilitar a instalação dos elementos de roscas variadas existente em uma coluna de perfuração; Proteger a rosca do Kelly; Possibilitar a instalação da broca no início da montagem da coluna de perfuração.
Tipos: Sub de Salvação; Sub de Salvação; Sub de Broca; Sub de Cruzamento; Sub de Redução; Sub de Elevação (lift) ou Içamento.
Sub de Salvação - Tem o objetivo de proteger a rosca do Kelly do contato direto com as roscas dos outros elementos da coluna de perfuração, durante as manobras.
Sub de Broca - Para realizar a conexão da broca ao comando, pois os dois possuem roscas em forma de pino (exterior).
Sub de Cruzamento - Com a função principal de padronizar os diâmetros e tipos de roscas diferentes.
Sub de Redução - Varia os diâmetros externo e interno e os tipos de roscas existentes.
Sub de Elevação (Lift) ou Içamento - Utilizados para içamento e movimentação dos comandos de perfuração durante as manobras; Possui a seção superior com diâmetro externo igual o dos tubos de perfuração encaixando-se com perfeição ao elevador.
Ferramentas da Coluna de Perfuração – Uso específicos.
Tipos: Estabilizadores, Escareadores, Alargadores, Drilling Jar e Amortecedores de Vibração.
Estabilizadores - Com objetivo de fornecer maior rigidez à coluna de perfuração e sempre o seu diâmetro vai coincidir com o da broca. Muito empregado na perfuração direcional, por permitir que a trajetória pretendida do poço não seja desviada e também quando se quer garantir a verticalidade dos comandos. Geralmente instalado entre os comandos.
Escareadores - Mesma características da anterior, porém empregadas em rochas mais densas por possuir roletes nas lâminas.
Alargadores - Com objetivo de, em qualquer trecho já perfurado do poço, aumentar o seu diâmetro.
Drilling Jar (Percussor de Perfuração) - Empregado basicamente em perfurações direcionais, podendo em casos pontuais ser utilizado em perfuração vertical quando a mesma apresentar grande possibilidade de prisão da coluna de perfuração. Funciona liberando uma carga de impacto na coluna simulando uma mola, alongando e encolhendo a coluna de perfuração e assim na maioria das vezes evitando a desagradável e difícil operação de pescaria. Pode ser do tipo mecânico ou hidráulico.
Amortecedor de Vibração - Tem o objetivo de absorver as vibrações provocadas pelo impacto, durante o corte, da broca nas rochas mais densas; principalmente quando utilizadas brocas de carbureto de tungstênio. Provoca em alguns casos a perda da rigidez da coluna de perfuração.
Desenvolvido pelo: Instrutor André Costa (instrutor.andrecosta@gmail.com).
Bibliografia:
Fundamentos de Engenharia de Petróleo - Thomas;
Perfuração Direcional – Rocha, L. A. S. et al.
Google®;
Notas de Aulas (UNESA) – Variadas.
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