terça-feira, 21 de julho de 2009

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Mercado de Petróleo e Gás vai treinar 130 mil até 2012, 90% no Rio
Fonte: O Dia
Data: 14/07/2009 10:16


A indústria de Petróleo e Gás é a que mais cresce no País e, com os investimentos garantidos no setor, o mercado de trabalho também deve se expandir nos próximos anos. Mas o segredo para ingressar na atividade é a capacitação. A Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi) prevê que, até 2012, 130 mil pessoas serão capacitadas na área — 90% só no Estado do Rio. Serão incorporados trabalhadores de todos os níveis.

A Petrobras oferece, em coordenação com a Abemi, o Plano Nacional de Qualificação Profissional (PNQP) do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), que oferece 160 cursos, nos níveis Básico, Médio, Técnico e Superior, em parceria com Senai, universidades estaduais e federais, além da Fundação Getulio Vargas (FGV). O diretor da Abemi, Joaquim Maia, lembra que a indústria do petróleo passou a injetar mais recursos em capacitação, após a regulamentação dos investimentos em pesquisa prevista na Lei do Petróleo: “Todas as empresas que têm concessão de exploração de blocos são obrigadas a investir em capacitação, o que é fundamental para a atividade, porque trabalhamos em condições de segurança críticas”.

Segundo Maia, com o início da exploração do pré-sal, a procura por trabalhadores na área aumentará muito. Profissionais capacitados nas áreas de perfuração e prospecção serão os mais disputados. “Quem já tem experiência em outras áreas pode se capacitar para a Indústria do Petróleo também”, afirma Maia.

Gilvan Correa Barros Filho, 46 anos, cursou MBA em Petróleo e Gás pela FGV e, graças a essa qualificação, conseguiu emprego, no início deste ano, em uma empresa de táxi aéreo que presta serviços para plataformas de exploração. “Eu já tinha experiência como piloto da Marinha, mas o MBA reforçou meu currículo e me abriu portas”, conta Gilvan.

TREINAMENTO

SENAI - O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial mantém permanentemente cursos técnicos para a indústria do Petróleo e Gás. Em Macaé, estão abertas inscrições para os seguintes: Aperfeiçoamento em Pintura Industrial (Macaé); Mergulhador Profissional Raso (Macaé e Benfica); Montagem e Manutenção de Instalações Subaquáticas (Benfica); e Pintor Industrial (Macaé e Pádua). Informações pelo telefone 0800-0231231.

INSTITUTOS FEDERAISO campus de Cabo Frio do Instituto Federal Fluminense vai abrir 40 vagas para o curso Petróleo e Gás, com início das aulas em 2010. O Instituto Federal Fluminense de Duque de Caxias abre inscrições no dia 11 de agosto para 32 vagas do segundo semestre no mesmo curso. Ambos são de Nível Médio.

FGVAbriu inscrições para o MBA Executivo em Gestão de Negócios em Petróleo e Gás. Aulas serão aplicadas em convênio com instituições de Niterói e Campos. Em 29 de outubro, a FGV fará workshop sobre GNV.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

PÉROLAS PRESIDENCIAIS (por Gen. Div Clovis Purper Bandeira - Clube Militar)

Em suas infindáveis viagens, o “cara” tem proferido uma quantidade enorme de gafes e de frases infelizes, das quais, incrivelmente, parece se orgulhar.
No mais recente passeio internacional, seguiu a tradição e desferiu várias afirmações desse tipo por ocasião de seus já temidos improvisos, pois de nada valem os textos preparados por sua assessoria ou pelo Itamarati, o homem gosta mesmo é de improvisar, mesmo que na ocasião devesse agir como chefe de governo e de estado, tendo o máximo cuidado com o que diz e com o que faz.
Imprudente, imprevidente, impulsivo e despreparado, suas manifestações histriônicas beiram o absurdo pela inoportunidade e pelo destempero, fazendo a festa dos jornalistas que o acompanham (a propaganda é sempre bem-vinda) como convidados, embora pareça que mesmo esses já estão cansando da insistência em disparates, não os registrando com a mesma alegria que a originalidade lhes conferia inicialmente. Agora, já aparecem várias vezes como o que realmente são: manifestações de mau gosto e de falta do decoro exigido pelo cargo e pela situação vivida.
Para ficarmos apenas na viagem recém-feita à Arábia Saudita, China e Turquia, as preciosidades são abundantes, como nos mostra a imprensa. Vejamos algumas delas.
Na Arábia Saudita, perguntou por que algumas mulheres usavam véus enquanto outras não o faziam. Se tivesse lido as informações sobre o país anfitrião com que o Itamarati o abastece antes de cada viagem, saberia que a Arábia é um dos países muçulmanos mais radicais na observação dos preceitos do Islã, onde as mulheres usam vestimentas que só lhes deixam aparecer os olhos. No entanto, como ficam em seu território as duas maiores cidades sagradas da fé islâmica, Meca e Medina recebem intenso fluxo de viajantes de outros países muçulmanos onde as normas não têm o mesmo radicalismo, o que resulta na possibilidade de verem-se mulheres com o rosto descoberto e, mesmo, em trajes ocidentais, para escândalo e reprovação dos locais.
Na China, novo motor da economia mundial antes e depois da crise econômico-financeira que atravessamos (marolinha, lembram?), país cotejado por ser o maior importador de produtos primários do mundo, reduziu sua estada para aumentá-la nos outros destinos da viagem, sem considerar a importância relativa dos países para nosso comércio exterior – em abril, exportamos 70 milhões de dólares para a Turquia, 270 milhões para a Arábia Saudita e 3,2 bilhões para a China, que, pela primeira vez, ultrapassou os EUA como nosso principal parceiro comercial. Ainda nesse país, não conseguimos a liberação de vendas para nossa carne e assinamos, com muito foguetório, um empréstimo, já anunciado há vários meses, de 10 bilhões de dólares para a Petrobrás, a serem pagos com petróleo, ao preço médio de cerca de 14 dólares o barril, durante 10 anos. Sem dúvida, um negócio da China. Para os chineses!!!
Na Turquia, chamou de “trambiqueiros” empresários brasileiros que perderam dinheiro na especulação financeira implodida pela crise mundial. Esses empresários, no entanto, foram salvos por empréstimos do BNDES, BB e CEF. O governo, então, põe dinheiro do contribuinte em empresas de “trambiqueiros”?
Ainda em Istambul, em mais um acesso de egolatria, elogiou-se e chamou ex-governantes do Brasil de medíocres, inclusive D. Pedro II, que visitou a Turquia e “não deixou saudades”. Deve ter certeza de que, daqui a alguns anos, sua figura folclórica terá o mesmo prestígio histórico de que goza nosso último imperador, homem culto, poliglota, respeitado e admirado mundialmente, que fazia viagens internacionais pagando as despesas de sua própria algibeira.
O “cara” é incorrigível!!!


Atentem para o que se refere ao acordo com a china usando "nosso" petróleo como moeda.

quinta-feira, 9 de julho de 2009


Uma apresentação muito legal com as fotos do evento, realizada pelo aluno Nélio (Gama Filho - Niterói). Clique na Imagem para salvar o arquivo. Uma boa para quem não pode participar do evento. Grande Abraço!!!!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Não quero ser Chato 2

Bloco da Esso cria dúvida sobre pré-sal
Valor Econômico - 4/6/2009
A Esso Brasileira, subsidiária da ExxonMobil, terminou de perfurar o segundo poço no bloco 22 da bacia de Santos, chamado Guarani, mas não fez nenhuma comunicação de descoberta, o que levantou dúvidas no mercado sobre a viabilidade do bloco, considerado um dos mais promissores do pré-sal, em torno de Tupi. A Esso havia informado a descoberta de um reservatório no BM-S-22, que ganhou o nome de Azulão, no dia 16 de janeiro, depois de cinco meses de perfuração.

Na terça-feira a empresa deu duas informações à Agência Nacional do Petróleo (ANP). Na primeira dizia que estava perfurando o segundo poço no bloco com o objetivo de atravessar a camada de sal e chegar a 5.088 metros de profundidade, após atravessar 2.238 metros de água. Na seguinte, a Esso informava que tinha concluído a perfuração tendo atingido 5.404 metros de profundidade - quase 300 metros mais fundo -, sem, contudo fazer nenhuma notificação de descoberta de hidrocarbonetos. A legislação brasileira exige uma notificação em até 72 horas.

A ANP informou que a Esso continua perfurando o mesmo poço, e depois de atingir a seção de sal fará um desvio para coletar um pedaço de rocha ou testemunho, no jargão técnico, cumprindo exigência do plano exploratório. Mas essa informação não está disponível no site, onde a perfuração é dada como concluída. Também não está clara a necessidade de notificação de uma segunda descoberta no mesmo bloco.

A falta de uma segunda notificação de descoberta no BM-S-22 levou o Credit Suisse a especular sobre o real potencial desse bloco, já que uma das possibilidades para a falta de notificação seria que o poço estava sem petróleo ou gás. Esse fato, não confirmado pela Esso, também colocaria em cheque a suposta "infalibilidade" das descobertas no pré-sal de Santos e a teoria, defendida pelo governo e Petrobras, de que a concessão de um bloco na área é "bilhete premiado".

A Esso informou ao Valor, por meio de sua assessoria, que o programa de perfuração do poço Guarani está "em andamento" e que "nesse ínterim, é prematuro para qualquer um especular sobre o tamanho e atributos de qualquer recurso potencial nesse estágio do programa de avaliação". Ainda segundo a nota, "é prática da Esso não comunicar informações de natureza especulativa e nem comentar especulações". A companhia informa que vai avaliar os resultados e planejar a localização de um terceiro poço para ajudar a avaliar o bloco. A Hess, que tem 40% da área, mesma participação da Esso, também divulgou uma nota nos Estados Unidos dizendo que a perfuração continua, como parte do programa de avaliação.

Em relatório divulgado ontem pelo Bank of America Merrill Lynch, o analista Frank McGann considera "precipitado" dizer que o resultado do BM-S-22 é desapontador, lembrando que a área do bloco é muito grande. O analista avalia que as consequências do resultado da exploração do BM-S-22 para a Petrobras seriam relativamente pequenas, dada a participação de 20% no bloco.

"Ninguém tem elementos para dizer que não tem petróleo, apesar das teorias parecerem ser todas muito bem fundamentadas do ponto de vista técnico", afirma a analista Paula Kovarsky, do banco Itaú. "É tudo ainda muito preliminar", continua. "Ainda mais porque não existe ainda clareza, do ponto de vista regulatório, do que exatamente tem de ser anunciado", disse Paula.

O geólogo Giuseppe Bacoccoli, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), acha que ainda não é possível dizer que a exploração do bloco operado pela Exxon é um fracasso. "Eu esperaria mais alguns dias para ver o que acontece."



Faça uma leitura bem atenciosa sobre esta matéria acima e comentem. O Brasil necessita de pessoas esclarecidas. Um grande abraço!!!

A importância da qualidade da água na produção de cerveja

A água é o principal constituinte da cerveja, correspondendo a aproximadamente 95% da bebida e, por esse motivo, suas características influe...